Capítulo 518
Eu sei que você n?o precisa de dinheiro e que seu noivado vai estar cheio de todas as delicias, por
isso eu te fiz um conjunto de roupa de cama especial, capa de edredom, fronhas para os
travesseiros, todos bordados imagens de casais de pássaro, simbolizando o amor e a uni?o
duradoura entre marido e mulher…”
Ynda revirou os olhos, esperando algo realmente interessante, e achou ter perdido sel tempo
ouvindo um monte de bobagens!
“N?o preciso dessas coisas, pode levar de volta!” Caterina Dias, apoiada no bra?o de Ynda, estava
prestes a entrar em casa.
“Caterina!” Flávia chamou apressadamente, observando a silhueta da filha, lágrimas nos
olhos, “Esta é a última vez que venho te ver, e n?o vou aparecer mais… Aceite isso e eu irei embora!”
Era o seu último presente de casamento para a filha que um dia criou.
Caterina Dias, impaciente, fez um sinal para a empregada, que arrancou a sac dos bra?os de
Flávia.
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A a??o brusca e o olhar de desprezo certamente pisotearam a dignidade de Flávia.
“Minha senhora já aceitou, o que mais você quer?”
“Caterina…”
Flávia mal teve tempo de fr, e Caterina Dias já estava impaciente, “Eu já aceitei, o que mais você
quer? N?o vê que estamos machucadas? Queremos entrar para desinfetar os ferimentos e passar
pomada, pode ser?”
As lágrimas turvaram a vis?o de Flávia, que assentiu a cabe?a e voz embargada, “Desejo-te
felicidade.”
Caterina Dias ficou tensa de repente.
“Chame a administra??o do condomínio, diz eles para ficarem de olho e n?o deixarem qualquer
pessoa entrar!” Ynda agiuo se já fosse a dona da casa.
Flávia n?o havia ido muito longe quando ouviu as pvras de Ynda e riu de si mesma ironia.
Durante anos, trabalhou duro para criar Caterina Dias até os dezoito anos.
Depois que Caterina Dias foi reconhecida por sua verdadeira família, Wilson Dias e Ynda quiseram
dar uma rpensa de cem mil reais, mas recusou, querendo apenas visitar Caterina Dias de
vez em quando. Contudo, Caterina Dias n?o reconhecia mais e n?o queria mais?os , e a
família Dias também n?o permitia suas visitas.
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Capitulo 518
insistiu e foi algumas vezes, mas sempre foi expulsa p empregada…
Embora soubesse que Caterina, agora reconhecida por sua família e vivendo uma vida de luxo,
certamente tinha uma vida melhor do que antes…
A indiferen?a de Caterina ainda magoava profundamente.
“Que coisa horrível! Que bordado mais feio!” A empregada, ao entrar, abriu a sac e tirou o as coisas
estava dentro, desdenhando enquanto olhava, “Parece que a familia Dias n?o pode se dar ao luxo de
Yndan?ou um olhar frio e disse secamente, “Jogue fora!”
Como Caterina Dias poderia dormir roupa de cama t?o ásperao essa quando casar? Teria
pesadelos!
Caterina Dias deu uma olhada nos pássaros bordadas na fronha, lembrando-se de quando Flávia,
para pagar sua esc, passava noites bordando à luz da lampada.
Flávia bordava lindamente, e seus pássaros eram sua especialidade, t?o vivas que, naqu
comunidade carente, todos queriam que Flávia bordasse um par de fronhas para celebra??es.
Flávia ganhava um extra isso, pagava as mensalidades e aindaprava doces para a sua filha.
Essa vida humilde era um mundo à parte da família Dias!
que
A empregada jogou as roupas de cama na lixeira, n?o sem antes demonstrar seu desdém. “Quando a
Senhora Caterina se casar na família Duarte, certeza vai usar o há de mais moderno, mais
confortável e mais bonito em termos de enxoval! Eu digo que aqu Flávia fez de propósito para
deixar as pessoas da família Duarte saberem que a mo?a tem um passado que preferiria
esconder! Fez quest?o de pegar essas coisas nojentas para repugnar a todos! Quer fazer que a
Senhora Caterina se sinta desconfortável ao ver isso!”
Ynda n?o queria ouvir mais nada sobre Flávia e, um gesto de sua m?o, disse: “Vá buscar o kit
de primeiros socorros.”