Capítulo 507
Depois, Teresa ficou doente, buscando médicos renomados por todos osdos, até que, muita
dificuldade e através de contatos, conseguiu a ajuda de um médico famoso. Mas, quem diria, a
paciente era mais uma menina…
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Com o passar do tempo, as duas se tornaram próximas. Teresa queria ser a madrinha da menina, mas
se recusava a chamá de m?e. Cansada de insistir, a menina acabou chamando-a de tia.
Teresa nunca se casara, nem tinha irm?os, e por isso tratava a meninao uma sobrinha querida.
a a ser
“Pe?o desculpas, n?o conversei seus pais antes de praticamente for?á a minha sobrinha!”
Teresa dizia, rindo: “é que eu gosto muito d. é autêntica, sem afeta??es,petente e n?o se
gaba. Enfim, gosto d em todos os aspetos.”
“Minha filha teve muita sorte de ter encontrado você…” Carlos Neves nem imaginava que sua filha
circva t?o bem entre as elites. Primeiro, Leno Abreu tentando ser o av? da menina, e agora Teresa,
essa mulher de ferro, querendo ser sua tia…
E pensando nas várias identidades que sua filha assumia….
Quantos esfor?os deve ter feito para parecer t?o à vontade….
Com isso em mente, Carlos sentia ainda mais carinho por .
“Tia te convidou para o jantar organizado p Família Ramos. Você ignorou o convite por trés anos,
mas finalmente decidiu aparecer hoje à noite! Parece que o peso de papai e mam?e é maior em seu
cora??o!” Teresa disse fingindo ciúmes.
“Lá vem você de novo!” Isabe percebeu logo a encena??o.
Teresa gargalhou, colocando a m?o no ombro de Isabe: “Hoje à noite fiz quest?o de convidar a
família Duarte para dar-lhes uma li??o e defender você.”
Isabe ficou confusa: “N?o tenho intimidade eles.”
“Ouvi dizer que aquele moleque da família Dias, depois que a Yara voltou, ele te abandonou e ficou
com . De todo modo, hoje eles n?o v?o escapar.”
Teresa disse, levantando uma sobrancelha para Isabe: “Ouvi dizer que alguns convidados
chamaram a família Dias, ent?o vamos pegá-los juntos.”
Isabe, vendo a empolga??o de Teresa, n?o p?de evitar advertir: “N?o exagere.”
“Quando tia cuida disso, pode rxar.” Teresa a tranquilizou, batendo em seu ombro: “Você pode ficar
à
vontade! Todo ano preparo aqueles doces que você adora. Hoje soube que você viria e mandei fazer
mais. Viu aqus mesas ali? Est?o cheias de coisas que você adora.”
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isabe n?o p?de deixar de rir das brincadeiras de Teresa: “Se continuar rindo assim, vai perder sua
imagem séria.”
Afinal, sempre foi rigida e circunspecta diante dos funcionários.
“Legal…” Nair Pires, ao ver o entrosamento entre sua filha e Teresa, ficou surpresa e um pouco
invejosa.
Também queria ser t?o intima de Isabe, conversar despreocupadamente, mas temia que a filha a
achasse imprudente…
“Isabe, você tem tantos mentores nos negócios, quando tiver um tempo, poderia convidá-los para
visitar nossa casa, assim seus pais também teriam a chance de agradecer.”
“Tudo bem.” Assim que Isabe terminou de fr, vários convidados se aproximaram para
cumprimentar Carlos Neves e Nair Pires, aproveitando para perguntar sobre .
“Estou representando a AIE.” Isabe n?o deu muitos detalhes, mas a men??o à AIE já era o
suficiente para os convidados tentarem se aproximar.
Os convidados se aproximaram em grupos ee?aram a conversar eles. Isabe encontrou
uma desculpa para se afastar e foi até a mesa que Teresa tinha preparado para , pegando um
peda?o do doce que tanto gostava.
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