Capítulo 479
Os massageadores disponíveis no mercado eram todos de microcorrente, o que muitas pessoas n?o
gostavam. s preferem métodos de massagem mais tradicionais. Apesar de muitoserciantes
anunciarem dispositivos de massagem física, foi só que conseguiu replicar sucesso os
movimentos das m?os humanas.
havia projetado o aparelho de tal forma que parecia ter m?os reais massageando os ombros.
Levou cerca de dez dias de seu tempo livre para ajustar o dispositivo até que ficasse perfeito.
Quando finalmente terminou, um de seus subordinados n?o p?de resistir e estendeu a m?o,
dizendo, “Chefe, posso experimentar?”
Isaben?ou ele um olhar fulminante, e ele rapidamente tirou a m?o.
Caramba, aquele olhar da chefe era assustador. Quem n?o sabe pode até pensar que estava
segurando sua vida, e n?o um massageador.
“Chefe, vamos colocar este produto à venda? Eu achei bem confortável, ele sugeriu.
“é um presente para a vovozinha,” respondeu, indicando que o produto n?o estava à
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venda.
O massageador tinha diversas fun??es,o aplica??o de calor e massagem dedos.
Foi ent?o que o celr de Isabe vibrou. Ao verificar, viu que era o av? Leno ligando.
“Vov?,” disse ao colocar o fone de ouvido e atender a chamada, continuando a trabalhar em suas
tarefas.
“O que você está fazendo, minhaa?” a voz robusta e energética de Leno Abreu veio c outrodo
da linha.
Mesmo através do telefone, Isabe consiguia imaginar sua aparência vigorosa e
radiante.
partilhou seus projetos atuais ele para também estar dentro do assunto, “Um saquinho de
ervas para ajudar no sono, alguns pacotes de ervas para banho de pés e um massageador.”
“Você pode fazer um para mim também?” Leno Abreu adorava essas inven??es d, achava super
úteis,o as cápss que havia dado a ele anteriormente, que deixavam ele revigorado e cheio
de energia todos os dias.
Isabe prontamente respondeu, “As ervas sim, mas o massageador n?o. Dá muito trabalho fazer
outro. Você podeprar um por aí.”
“Sua danadinha…” Leno Abreu riu novamente. Muitas pessoas estavam ansiosas para
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Capitulo 479
oferecer ele presentes, mas essaa tinha a oportunidade bem diante dos olhos d e n?o queria
aproveitar.
“Quantas vezes sua avó já tomou o remédio? Em alguns dias, poderá ser operada, n?o é?” Essa
era a principal preocupa??o de Leno Abreu.
“Sim,” respondeu.
Gra?as ao medicamento, a condi??o física da avó n?o era mais t?o frágil, e poderia ser operada
por Isabetranqumente.
“Qu?o confiante você está?”
Ouvindo Leno perguntar isso, Isabe sorriu, “Você n?o confia na minha medicina? Talvez você prefira
que o av? Lopes fa?a?”
“De i
jeito nenhum! Aquele velho já está a vis?o ruim e mal pode ver onde está o cora??o, muito menos
operar. Prefiro que seja você, fico mais tranquilo.”
O sorriso de Isabe se aprofundou. sabia que Leno se importava a avó, mas essa
preocupa??o era-algo que n?o gostava de mostrar.
“Você me disse antes que sua avó n?o queria morar o filho e a nora depois de sair do hospital,
certo?”
“Sim, tem alguns imóveis, mas ainda n?o decidiu em qual quer morar e n?o mandou ninguém
limpar.”
“Isso é fácil, me dê o endere?o quando for a hora e eu mando alguém fazer a limpeza! Se quiser
privacidade, pode morar em uma das minhas propriedades ou em uma das suas. pode
escolher qualquer estilo ou tipo que quiser, fique à vontade para decidir.”
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