Capítulo 457
“Acabou encontrando um sujeito que n?o se importa dinheiro, doou toda a granal que você teve
que pagar. Agora você aprendeu que sempre tem alguém melhor, né?”
Sandra fez uma pausa, e ent?o acrescentou, “E ainda aconteceu na frente da sua prima, que bom que
é tudo em família e n?o te zoaram. Se você errar de novo, sua m?e vai cortar seu cart?o!”
“Entendi,” Maisa Neves murmurou,n?ando um olhar de descontentamento em dire??o a Isabe.
Mariana Neves viu aqu cena e sentiu uma satisfa??o imediata.
“Se foi só um contratempo, vamos deixar pra lá!” Joarez Neves disse um sorriso, tentando
suavizar o clima, “Isabe acabou de chegar do trabalho, deve estar faminta. Kelly, aperte o sino para
servirem aida, por favor.”
“Sim,” Kelly, um pouco embara?ada o desenrr dos eventos, se levantou para tocar
o sino.
Maísa Neves sussurrou para si mesma: “Saindo do trabalho?”
A prima parecia ter só seus dezessete ou dezoito anos e já estava trabalhando para ganhar dinheiro?
Ao ouvir isso, Sandra aproveitou para dar um exemplo: “Sua prima assumiu a gerência de umas das
nossas empresas de moda assim que chegou e está fazendo um surpreendente trabalho. Você
deveria aprender !”
Maisa Neves n?o esperava que a pessoa por trás de tanto alvoro?o na empresa de modal n?o fosse
algum executivo excepcional, mas sim sua própria prima…
Parece que a garota tinha seu talento!
“Sua prima tirou nota máxima no ENEM, n?o só é estudiosa epetente,o também é linda…”
Sandra n?o poupava elogios a Isabe.
“Kelly, espere um pouco, ainda tem gente chegando.” Nesse momento, Carlos Neves viu Kelly indo
tocar o sino e rapidamente a interrompeu.
Todos olharam curiosos, perguntando-se quem faltava.
“Murilo acabou de chegar em casa e n?o deve demorar, e tem o Célio…”
“Célio também vai vir?” Sandra se surpreendeu, e seu rosto se iluminou, “Q Célio
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raramente aparece nessas ocasi?es…”
“Ele está saindo a Isabe.” Assim que Carlos Neves terminou de fr, alguém bateu na porta da
s de jantar.
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“Isabe, deve ser o Célio, vai lá ver!”
Quando Isabe se levantou, Sandra escondeu o olhar um sorriso, mas rapidamente avaliou os
sapatos da filha, um par exclusivo da AIE que custaria cerca de dois milh?es. entendeu tudo
imediatamente en?ou um olhar de reprova??o para Maisa Neves. Maisa Neves baixou a cabe?a,
sua respira??o ficou mais leve, sem acreditar que sua m?e ja tivesse percebido o que havia
acontecido.
Quando Isabe foi abrir a porta, lá estava Célio, vestido de maneira impecável e uma postura
que denunciava a inten??o de impressionar.
“Desculpe o atraso, tive um contratempo, disse Célio, olhando carinhosamente para Isabe. “O tio e a
tia já chegaram?”
“Sim, est?o todos lá dentro.”
“Vai me deixar encontrar seus pais sem dar-me um pouco de coragem?” Célio estendeu a m?o para
, uma express?o de expectativa, quando a viu se virar para ir embora. Isabe hesitou…
sabia que ele já havia encontrado seus pais várias vezes, que praticamente já fazia parte da
familia. Quanto à coragem, ninguém precisava dar a ele, ele só queria uma desculpa para segurar sua
m?o.
Vendo que n?o se movia, Célio, um ar indulgente, avan?ou e segurou sua m?o.
Enquanto os dois caminhavam de m?os dadas para a s de jantar, Sandra notou o cr no pesco?o
de Isabe seu olhar atento. Era um cr de coroa, pe?a que entrou para a história, heran?a de
vovó Gisele, valioso e lendária!
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