Capítulo 432
“Vocêp?s uma can??o para o Murilo?”
“Como você soube?” – Isabe notou que ele estava muito bem informado. Murilo tinha tirado uns dias
de folga em casa, e a música ainda nem tinha letra para ser cantada. Célio já tinha ouvido fr nisso
t?o rápido?
“Ele me mostrou ontem à noite para se exibir.”
“…” Ent?o era isso.
Isabe percebeu um tom de ciúme na voz dele e sorriu de canto: “Se você quiser, da próxima vez eu
escrevo umas duas para você.”
“Sério?”
“Uh-huh.”
Célio levantou a m?o e esfregou os cabelos d: “Eu sabia que minha noiva tem um lugarzinho para
mim no cora??o.”
Quando Isabe terminasse, ele faria quest?o de mostrar para Murilo Neves, para deixar ro quem
estava no cora??o de Isabe!
Chegaram ao maior ‘mar de rosas’ da cidade vizinha.
Isabe viu que uns sete ou oito fotógrafos esperavam na entrada, e quando viram Célio,
cumprimentaram-no respeito.
Quem diria que Célio tinha contratado a melhor time de fotógrafos do Brasil?
“N?o podemos tirar fotos do vestido de noiva até você concordar, que tal algumas fotos de casal por
enquanto?” – Célio tinha fechado o lugar só para eles hoje, deixando-os a sós no vasto campo de
flores.
Vicente chegou de carro e entregou pessoalmente quatro grandes caixas de roupas, todas preparadas
com antecedência por Célio
Uma caixa continha as roupas de Célio e as outras três eram para Isabe, cheias de vestidos longos
elegantes, acessórios para a cabe?a, joias…
Isabe originalmente pensou que hoje seria apenas uma simples apresenta??o de flores, ent?o
se vestiu casualmente, mas eu n?o sabia que Célio havia pensado em tudo…
“Sr. Célio, o senhor poderia, por favor, levantara Srta. Isabe? Isso,o uma princesa…”
“Srta. Isabe, por favor, apoie-se no peito do $r. Célio e sorria, sorria mais um pouco
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“Sr. Célio, segure essa camera e finja que está tirando uma foto da Srta. Isabe. Srta. Isabe, abaixe
a cabe?ao se estivesse cheirando as flores. Perfeito! Assim mesmo…”
Depois de uma hora posando para as fotos, Isabe estava exausta. Um assistente correu para
segurar um guarda-sol para , outro para enxugar seu suor, e ainda trouxeram bebidas para .
De repente, Isabe sentiuo se estivessem tirando fotos para um casamento.
Vicente tinha arranjado uma variedade de bebidas eidas na ‘S de vidro cabine de b’ perto
dali, esperando por eles.
“Vamos fazer uma pausa ali.” – Célio abra?ou os ombros de Isabe e levantou a m?o para que a
equipe de fotografia se retirasse. Ele mesmo pegou um guarda-sol para proteger Isabe do sol.
“Vamos almo?ar aqui.” – Célio disse enquanto caminhavam: “Gosta de rosas?”
“Você n?o vai ntar um campo de rosas para mim, vai?”
“Se n?o gostar, n?o precisamos ntar.”
“Este campo de flores é realmente muito bonito, mas, antes de mais nada, n?o se preocupe em levar
rosas para dentro de casa.”
Da última vez que disse que gostava de Dasiphora fruticosa, n?o demorou muito para que Célio
ntasse uma grande área de Dasiphora fruticosa na Baía da Lua.
“Ent?o você gosta?” – Célio entrou na cabine de vidro esférica, onde o ar-condicionado estava no
máximo. Isabe tomou meio copo da bebida e, em pouco tempo, alguém
trouxe um contrato.
Célio assinou e entregou para Isabe.
“Ainda temos trabalho para fazer hoje?” – Isabe, desconfiada, pegou o contrato e viu que era um
acordo de venda do ‘mar de rosas
Célio tinhaprado aquele campo de flores para dar a !
“Você…”
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“Este lugar será seu de agora em diante.” – Célio ajeitou uma mecha de cabelo d para trás da
orelha, um olhar e tom carinhosos.
Por que tinha que exibir esse amor na frente dele, que estava solteiro? Ele considerava os seus
sentimentos?