Capítulo 412
“O nosso noivado…” Caterina Dias hesitou as pvras, seus olhos ainda brilhavam lágrimas
cristalinas.
Aaron falou autoridade: “N?o vai cancr!”
“E quanto aos meus tios…”
“Eu vou fr eles, a festa de noivado vai acontecer conforme nejado!”
“Aaron, você é demais…” Caterina Dias enterrou o rosto no peito dele, seus olhos
reluzindo um brilho triunfante.
Em outro lugar.
Depois do café da manh?, Célio levou Isabe ao maior parque de divers?es da Cidade Ventoso. Era
sábado, e o lugar estava especialmente cheio.
“Já veio aqui antes?” Célio perguntou baixinho, olhando para a garota ao seudo.
“Nunca.”
Quando era pequena, Wilson Dias e Ynda quase nunca estavam em casa. Nem pensar em levá
para passear, até mesmo tempo para ficar era escasso.
Célio segurou a m?o d, “Ouvi dizer que as crian?as adoram vir aqui.”
Ent?o, ele a viao uma crian?a?
O funcionário que verificava os ingressos nunca tinha visto um casal t?o atraente, e quase n?o
conseguiu desviar o olhar!
Ele, elegante; , serena. Pareciam feitos um para o outro, umabina??o perfeita.
“Divirtam-se!” O funcionário disse, após verificar os ingressos e abrir a catraca.
Isabe pegou um mapa do parque na entrada, n?o esperava que a área do parque. fosse muito
grande e que houvesse muitos brinquedos de divers?o.
“Quer ir em qual?” Célio perguntou, olhando para .
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O olhar de Isabe caiu sobre o mapa, e o brinquedo mais próximo era o carrossel. Olhando para
cima, achou aquilo muito infantil.
Célio notou que olhava para o carrossel e pensou que estava interessada, ent?o a levou para
lá.
No fundo, ainda era uma crian?a que gostava de carrossel.
“Hoje está ensrado, coloque isso.” Célio colocou n um chapéu que tinha trazido
para proteger do sol, passou uma camisa prote??o UV e tirou um spray de protetor
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sr, “Deixa-me passar em você.”
“N?o precisa…” Isabe n?o tinha o hábito de usar protetor, pois geralmente cuidava bem do corpo e
tinha a pele muito ra.
“Melhor passar um pouco, para n?o se queimar.” Célio passou o protetor em suas pernas e ent?o
disse, “Senta aqui que eu vou entrar na f.”
Isabe n?o esperava tanta considera??o e se sentiu subitamente aquecida por dentro.
Uma senhora aodo n?o p?de evitar de dar um tapinha no marido, “Olha só pra ele, bonito e
atencioso. Agora olha pra você!”
A barriga gorda, a careca…
“O que há de erradoigo?!” O marido se sentiu injusti?ado. “Esses bonit?es geralmente n?o s?o de
confian?a!”
“Você que n?o é de confian?a!”
Célio deixou Isabe sentada na sombra de uma árvore enquanto ele mesmo ficava na f.
Isabe reparou que ele estava um visual casual hoje, uma moch a tiracolo, exndo aquele
charme jovial que é único dos mais novos.
N?o esperava que ele, sem o terno, pudesse parecer t?o atraente, cheio de vitalidade juvenil.
Atrás dele, na f, estavam algumas estudantes universitárias que n?o puderam deixar de se
emocionar quando notaram o rosto bonito de Célio.
“Lindo, está sozinho?”
“Podemos adicionar você no Whatsapp?”
“Nós estamos solteiras, ainda n?o temos namorados…”
A mo?a que fva corou, esperando um pouco nervosa e ansiosa p resposta de Célic
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