Capítulo 329
O mordomo aodo n?o p?de evitar torcer o nariz de desgosto ao se lembrar do incidente anterior.
Antes de deixar a família Dias, Isabe roubou o precioso cr do Senhora Caterina! Quando foi
descoberta, jogou-o no lixo num acesso de raiva e vergonha!
“Se é assim, ent?o n?o temos mais nada para discutir”, Isabe estava prestes a entrar na casa em
busca do objeto.
Para surpresa d, Wilson Dias pensou que n?o queria mais cborar e, apressado, empurrou
Ynda. “O que está esperando? Aquilo pertence à m?e e, se quer agora, deixe Isabe levar de
volta!”
“Por que eu faria isso?” Ynda sabia que aqueles itens eram de valor inestimável, que poderiam ser
vendidos por muito dinheiro, certamente mais do que o pedido que Isabe poderia fazer!
“Você tem que ver mais longe!” Wilson Dias sussurrou ansiosamente. “Vai pegar, rápido!”
Anteriormente, a família Neves tinha feito amea?as sérias, proibindo qualquerpanhia de fazer
negócios eles. Se a subsidiária de Isabe pudesse se aproximar deles, outras empresas
certamente seguiriam o exemplo, pensando que a família Neves tinha feito as pazes…
Além disso, ainda precisavam que Isabe pedisse à Emília para desenhar mais modelos novos sem
cobrar…
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A longo prazo, a cbora??o Isabe traria os maiores benefícios!
“Caterina, traga o seu também.”
Quando Wilson Dias ouviu isso, Caterina Dias mordeu o lábio inferior relutancia. joia tinha o
formato de uma flor e era t?o vívida que se ouvia música de piano; gos muito …
Tinha acabado de obtê e já tinha que devolvê!
Ynda olhou para Isabe relutancia e foi buscar o item.
Isabe pegou os três objetos e caminhou em dire??o à porta da frente,o se estivesse ansiosa
para cortar?os aqu família.
Wilson Dias a chamou apressadamente, “Isabe, sobre a parceria…”
“N?o quero fr sobre isso.”
“Você, sua… insolente…” Ynda percebeu que tinha sido enganada e bloqueou o caminho de
Isabe. “Se n?o vai cborar conosco, devolva os itens!”
“Devolver só porque você está mandando?”
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Capitulo 329
“Essas s?o coisas da sua avó…”.
“Você sabe que s?o da minha avó? E que se n?o tivessem sido roubadas, a saúde d n?o tería
piorado?”
Ao ouvir Isabe dizer isso, Wilson Dias ficou surpreso. “O que você disse? Como sua avó poderia
estar pior? Esta manh?, quando fomos vê, estava bem…”
“Zé Henrique, n?o ou?a as bobagens dessa insolente…” Ynda apontou para o nariz de Isabe e a
advertiu. “Eu mandei você devolver as coisas, ouviu?”
“Se tem coragem, vem pegar.”
“Ah, sua insolente!” Ynda olhou para a empregada aodo. “O que est?o esperando? Me ajudem!”
O mordomo e o motorista correram para frente, tentando repreender Isabe.
Contra todas as expectativas, antes mesmo de tocarem em um fio de cabelo d, foram derrubados
no ch?o.
Ao mesmo tempo em que Ynda estava em estado de choque, levantou a m?o na tentativa de
dar um tapa em Isabe.
Mas Isabe segurou seu pulso e olhou para frieza. “Gra?as a você, todo o progresso que
minha avó fez na cura foi em v?o.
“Solte-me…”, Ynda nem se importava a velha senhora, “Eu mandei você soltar,
está me desafiando?”
levantou a outra m?o, tentando atingir Isabe novamente, mas foi bloqueada.
Isabe soltou a m?o e Ynda caiu no gramado, torcendo a cintura e mudando de co
de tanta dor.
“Ah… minha cintura…”