Capítulo 315
“E Isabe e os outros s?o diferentes, eles obtem seu principal lucro produzindo roupas e vendendo-
as, todo esse processamento para os outros é apenas um ganho extra!
Mesmo que cada pedido rendesse um pouco menos, isso n?o afetava a opera??o da empresa deles!
Mas a família Dias era outra história!
“Vamos.” – Ynda se apressou em sair da cama: “Depois do café da manh?, vou ajudar a m?e.”
Wilson Dias desceu as escadas e ficou um pouco chateado quando n?o viu Caterina Dias: “Onde está
Caterina? n?o disse que estava indo visitar a vovó? Diga a para se apressar, tomar o café da
manh? e se preparar para ir”.
Já era t?o tarde!
Com tantos problemas acontecendo em casa,o ainda conseguia dormir?
A empregada logo explicou: “A Srta. Caterina está acordada desde as seis horas! Está ocupada na
cozinha e ainda nem tomou o café da manh?! Disse que primeiro faria o café para vocês e para a
senhora.”
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Ao ouvir isso, Wilson Dias percebeu que havia entendido mal a filha e correu para a cozinha para dar
uma olhada.
Naquele momento, Caterina Dias estava ocupada o fog?o. Ao perceber a presen?a do pai
refletida nos azulejos, fingiu um desequilíbrio, segurando-se no fog?o um ar de fraqueza.
A empregada rapidamente se aproximou para ajudar: “Sra. Caterina, a senhora está bem? Acho que
ficou ocupada demais e passou fome! Por favor, sente-se um pouco!”
“Estou bem” – respondeu Caterina Dias um sorriso leve: “N?o importa se eu passo fome,
contanto que mam?e, papai e vovó gostem daida, isso me basta…”
continuou, fingindo notar Wilson Dias apenas naquele momento: “Pai, o senhor acordou? Preparei
algo para o senhor e a m?eerem. Já faz tanto tempo que estou de volta, e vocês ainda n?o
experimentaram meu tempero!”
Wilson Dias tinha se chateado pensando que a filha estava dormindo até tarde…
Mas agora, vendo o quanto era atenciosa epreensiva, sentiu-se envergonhado e
constrangido.
Que filha maravilhosa ele tinha! Mesmo que tivesse dormido até mais tarde, o que isso importava?
Ele estava sendo mesquinho demais!
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Capitulo 315
Como Caterina Dias poderia n?o perceber o que ele estava sentindo? Tendo sido criada por faxineiros
e submetida a inúmeros olhares indiferentes, sua capacidade de ler pvras e express?es já havia
sido aperfei?oada há muito tempo.
serviu o café que havia preparado e, enquanto desamarrava o avental disse: “Cozinho desde os
cinco anos de idade e, quando minha m?e adotiva ia varrer ruas, eu preparava aida e esperava
que voltasse para casa paraer”.
Ao ouvir isso, Wilson Dias sentiu o remorso crescer dentro dele, sem imaginar que a filha tinha
come?ado a cozinhar t?o cedo…
“Naqu época, a saúde da minha m?e adotiva n?o estava muito bem, e precisavaprar
remédios frequentemente. N?o tínhamos muito dinheiro paraprar carne, ent?o eu fazia todos os
tipos de vegetais para de diferentes maneiras de cozinhar legumes. às vezes, eu a deixavaer
a carne, porque eu era uma crian?a e, de qualquer forma, se euesse ou n?o, eu meu corpo iria
crescer
Wilson Dias ficou ainda mais angustiado quando soube disso.
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E a Ynda havia descido as escadas secretamente para ver a Caterina cozinhando e fndo sobre o
passado, e lhe deu um discreto sinal de aprova??o um polegar para cima!
Como se estivesse elogiando: Que filha incrível! Olha para o teu pai, até os olhos dele est?o
vermelhos!
E as empregadas ao redor diziam:
“Sra. Caterina é t?o sofrida! sofreu tanto desde que era uma garotinha e entende tanto. que é de
partir o cora??o! Que sorte estar de volta a ester!”
“Do meu ponto de vista, Deus simplesmente achou que a Srta. Caterina era boa e a mandou de volta
especificamente para …”
“Senhor, o senhor tem que ser gentil a Sra. Caterina. é linda e dedicada, muito melhor que
aqu Dona Isabe do passado!”
“é verdade, aqu Dona Isabe tinha um gênio difícil!”