Capítulo 173
“Eu também n?o consigo entender! Qual das nossas meninas n?o é melhor do que ?”
“Desde pequena foi criada por uma faxineira, tem uma aura de pobreza!”
“Mesmo vestida roupas finas e joias caras, n?o consegue esconder sua simplicidade.”
“é ridículo vê tantas joias, ramente n?obinam, mas insiste em usás todas juntas
só para se exibir para a gente.”
“é t?o superficial!”
Aaron estava prestes a sair para advertis a n?o fr asneiras, quando ouviu uma das garotas dizer:
“ tem é sorte. Com um pai rico assim, quem dera sero a gente? Mesmo sendo boas meninas,
ninguém dá b!”
“Acho que Aaron é bem cavalheiro o Henrique. Será que ele n?o sabe que a Caterina Dias já saiu
com o Henrique?”
“N?o só saíram, mas se beijaram!”
“Henrique n?o é de se jogar fora, vai ter confus?o daqui a pouco.
Aaron parecia estar preso ao ch?o, incapaz de dar um passo até que s se afastaram, e ele
continuou imóvel.
Caterina tinha ficado aquele valent?o? E beijado?
n?o tinha dito que ele era seu primeiro amor?
Lembrou-se de quando a beijou recentemente, parecia inexperiente, dizendo que era sua primeira
vez…
Será que tudo n?o passou de uma mentira?
Enquanto isso, no outro camarote.
Xavier juntava as m?os em súplica: “Por favor, senhoras, me deem um desconto, isso já está custando
uma fortuna… Se continuar assim, vou acabar no hospital.”
“Qual é, só te pedimos para abrir duas garrafas de bebida” – disse Francisca Carvalho, tirando ocre
e abrindo mais uma garrafa.
Xavier parecia angustiado: “Senhora, essa é uma edi??o limitada de uísque, dez milh?es de dres E
você, Isabe, n?o vai fazer nada?”
“Ora, nossa amizade n?o vale dez milh?es?” – Francisca perguntou, arqueando a sobrancelha.
“Com certeza,” – Isabe concordou, acenando a cabe?a.
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Capítulo 173
“Vale… vale muito…” – Xavier queria chorar: “N?o se trata do dinheiro, mas do fato de que tenho
medo que n?o consigam acordar amanh?!”
“Viva o momento. Certo, Isabe?” – Francisca provou um gole, “Nada mal, um bom uísque! Uma
edi??o limitada, nada menos que isso, só é uma pena que seja muito concentrado para a Isabe
beber.”
Isabe sorriu levemente: “Vamos embora.”
Se n?o fossem logo, Xavier realmente teria um ataque cardíaco.
“V?o vocês. Vou ao banheiro e, Xavier, traga meu carro.
“As suas ordens, senhora.’
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O cheiro de álcool estava forte no camarote. Isabe saiu e viu Xavier lhe entregar um cart?o.
estava um pouco confusa.
“Era a conta pendente.”
Isabe se lembrou de que Xavier já havia ido até algumas vezes paraprar muitos remédios
porque alguém da família estava doente.
sorriu de leve: “N?o precisa, é por minha conta, considereo pagamento ps bebidas.”
Afinal, aqueles remédios poderia fazer facilmente, mas o uísque de Xavier era uma edi??o
limitada.
“Como pode ser isso,o um carao eu pode se aproveitar de você? Além disso, apesar de
estar doendo abrir essas garrafas hoje, se é para vocês, estou feliz!”
Xavier for?ou o cart?o em sua m?o: “Aceite.”
E aproveitou para bagun?ar o cabelo d.
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