Capítulo 157
n?o verificou o celr imediatamente, mas levantou-se e apertou a m?o do gerente à sua frente,
“Desejo antecipadamente que nossa parceria seja prazerosa.”
“Diretora. Isabe é uma pessoa decidida, acredito que nossa cbora??o será muito satisfatória.”
O gerente, por outrodo, parecia muito satisfeito e disse um sorriso:”Desde que a entrega seja
feita no prazo e a qualidade seja sem problemas, continuaremos a parceria”.”Eu entendo.” Isabe
sorriu: “Nossa qualidade é sempre impecável, pode ter
certeza.
O gerente saiu um sorriso.
Isabe observou-o entrar no carro e só ent?o pegou o celr. Viu que Célio havia ligado duas vezes
e retornou a chamada,”Alguma coisa?”
“Está ocupada?”
“Sim, acabei de me encontrar um parceiro.”
“Eu também quero ser seu parceiro.” A voz de Célio soava repleta de saudades,”A poderia te ver
sempre.”
Isabe sorriu levemente,”Nós já n?o nos vemos o suficiente todos os dias?”
“Pouco.” Célio estava convencido,”é pouco demais. Queria poder te ver a cada seg estar sempre ao
teudo.”
Isabe caminhava p cal?ada,”Tá bom, agora preciso chamar um táxi, a gente se f depois?”
“Você está sozinha lá fora?” Célio achou que estivesse um assistente,”Eu vou te buscar, onde
você está?”
“N?o precisa, estou perto do escritório. Eu pego um táxi e está tudo certo.”
“Deixa que eu te busco, eu quero te buscar.”
Célio já havia saído do escritório, Vicente o viu apressado e pensou que algo sério havia
acontecido!
Sem op??o, Isabe enviou sua localiza??o para ele e ficou esperando na cal?ada.
A rua estava deserta exceto pelo café por onde passaram, algumas lojas estavam .fechadas e atrás
d havia um terreno baldio arbustos dando uma aparência
deserta.
Naquele momento, usou o celr para tratar de assuntos pessoais e, em um momento, três carros
pararam na sua frente.
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ergueu as pálpebras pregui?osamente e viu que quem descia de um dos carros era M?nica, a
cara toda machucada, panhada pelo irm?o Cristiano Cardoso e mais uma dúzia de bandidos.
“é !”
M?nica pretendia subir o morro para acertar as contas Emília Cardoso e Ema Rios, mas, para sua
surpresa, encontrou Isabe sozinha na rua!
Que sorte a d!!
“Essa vagabunda me deu uns tapas e ainda me chutou!” M?nica se queixou para o irm?o. Um vento
soprou e levantou os longos cabelos de Isabe, revndo um rosto de beleza natural que deixou
Cristiano Cardoso hipnotizado.
Linda!
Muito linda!!
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“Cristiano Cardoso, o que tá olhando? N?o vai defender a sua irm??!” O rosto de M?nica estava t?o
inchado que uma m?o n?o conseguia cobrir, e empurrou o ombro de Cristiano irrita??o.
Cristiano Cardoso já tinha visto muitas garotas bonitas, mas nunca tinha encor do alguém o porte
de Isabe!
Com as m?os nos bolsos da cal?a, ele achou que estava charmoso ao aborda. Isabe,”Foi você que
deixou minha irm? assim?”
Isabe ergueu uma sobrancelha desdém,o se eles n?o fossem dignos a aten??o.
Esses poucos bandidos, mais esse moleque ainda cheirando a leite, será que eles a subestimavam
tanto assim?!
“Se você for inteligente, ajoelhe-se e me bata dez vezes na cabe?a…” Pensando que tinha o apoio do
irm?o, Monica arrogantemente caminhou até Isabe.
Isabe avaliou o rosto machucado de M?nica e respondeu desdém:”Você ainda n?o morreu? Já
quer prestar sua homenagem? Você n?o estava em um caix?o e n?o queria mais ser ancestral?”
“Você, você…” Mónica ficou t?o furiosa que n?o conseguiu pensar em uma resposta, e sua express?o
se contorceu de raiva.
“F afiada.” Cristiano Cardoso estava divertido,”Se n?o quer ajoelhar… tudo bem, basta me fazer
companhia, me deixar feliz, e eu esque?o o que aconteceu a minha irm?.”
“Cristiano Cardoso, do que você está fndo? Você deveria ter dado uma li??o n!” M?nica n?o
queria desistir, ainda n?o tinha tido a chance de bater em Isabe do jeito
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que queria.
Isabe ergueu uma sobrancelha, olhando para Cristiano Cardoso,”Aqui? Acho vai dar.”
sabia que havia cameras por perto, que poderiam gravar tudo.
que n?o
“Se você está vergonha, podemos ir para lá…”, Cristiano Cardoso pensou que tinha
concordado e olhou para o terreno baldio atrás de Isabe.
“Tá bom.” Isabe caminhou em dire??o ao terreno, Cristiano Cardoso a seguindo, enquanto
cerca de uma dúzia de bandidos hesitavam, olhando para M?nica em dúvida.
Vários pontos de interroga??o surgiram na mente de M?nica.
Essa garota n?o era durona? Como se acovardou t?o rápido?
Será
que sabia que os bandidos eram perigosos, ou estava tentando seduzir o irm?o d?
n?o pensará que, sua beleza, poderia se envolver a Família Cardoso, né?!
Que ilus?o!
Isabe chegou ao terreno, onde o mato já alcan?ava a altura dos joelhos, e olhou para trás, para
Cristiano Cardoso,”Pode ser aqui.”
Cristiano Cardoso n?o esperava que a mo?a soubesse escolher o lugar; ali, deitados,
estariam fora de vista dos outros.
Que vergonha, hein.
“Só você?”, Isabe arqueou as sobrancelhas, olhando para os bandidos atrás dele, e perguntou
desinteressadamente, “Os outros n?o v?o entrar na briga?”
Como ele poderia deixar que seus subordinados se aproveitassem de uma garota t?o
atraente?
Quando Cristiano Cardoso estendeu a m?o, ainda sem tocar nas roupas de Isabe, rapidamente
o imobilizou e, antes que ele percebesse, já estava jogado no meio do mato, o rosto enterrado na
terra, boca cheia de terra!
“Maldita seja.” M?nica sabia que essa garota n?o era fácil,”O que vocês est?o esperando? V?o
ajudar!”
Essa garota estava pedindo para se meter em problemas por ousar tocar no seu querido
irm?o?
Afinal, seu irm?o era o tesouro da família!
Aproximadamente uma dúzia de bandidos avan?ou em dire??o a Isabe, quen?ou um olhar frio e,
com a velocidade de um relampago, chutou um deles para longe, golpeou o
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ést?mago de outro um soco rápido.
Um bast?o veio voando em sua dire??o, e Isabe agarrou o pulso do agressor, usando o bast?o para
atingir sua própria cabe?a, e depois o chutou para longe.
Cercada por outros oito ou nove bandidos, atacaram-na simultaneamente. Isabe pegou um deles
para usaro escudo humano e os derrotou um por um. Um dos bandidos sacou uma facaprida
e tentou acertá, mas Isabe n?o apenas se esquivou agilidade, mas também colocou a lamina
no pesco?o do homem, assustando-o.
M?nica assistia, boquiaberta, enquanto Isabe derrubava um após o outro, até que o último, já
tremendo de medo, ergueu as m?os em rendi??o.
Ele mesmo se acertou o bast?o, desmaiando e caindo no mato… Muito conveniente. O olhar de
Isabe ent?o se voltou para M?nica.
M?nica estava assustada, maldi??o, agora só restava !
“Cristiano Cardoso… Cristiano Cardoso!!!”, chamou várias vezes, mas seu precioso irm?o n?o saía
do mato, estava medo, n?o conseguia entendero alguém assim poderia existir no mundo!
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