Capítulo 147
Era meia-noite e meia quando Isabe finalmente voltou para a V Costa.
“Irm?, você voltou?”
Mariana Neves, que estava prestes a descer as escadas, viu Isabe subindo as escadas quando
soprou uma brisa revndo vários beijos em seu pesco?o bem na frente dos
olhos de Mariana.
O cora??o de Mariana Neves sentiuo se tivesse sido atingido por um objeto contundente, a dor a
invadiu, incréd.
“Irm?, por que você voltou t?o tarde? Estava o cunhado?”
Mesmo sabendo que era muito provável que estivesse Célio, quando viu as marcas no
pesco?o de Isabe, Mariana Neves simplesmente n?o aceitou!
Célio, homem t?o decentes,o p?de beijar uma mulher tanta intensidade?
Com certeza foi Isabe quem o seduziu!
“Irm?, embora nossa família n?o tenha regras estritas, você deveria voltar mais cedo. Caso contrário,
as pessoas v?o fr que nossa educa??o é falha.”
Isabe ergueu o olhar, perguntou indiferente, Você gosta do Célio?”
“Eu, eu ro que n?o…” Mariana Neves baixou os olhos negando, evitando seu olhar.
N?o era medo d, mas sim de que contasse aos pais. Mesmo gostando de Célio, nunca admitiria
na frente d…
“Ent?o mantenha distancia dele.” A voz de Isabe era desinteressada, sem mostrar emo??o.”Cuide
menos da vida dos outros.”
“Irm?…”
Mariana Neves viu Isabe subindo os degraus e n?o p?de evitar apertar os punhos.
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era apenas uma garota selvagem, criada em lugar pequeno,o ousava fr assim ?!
Achava que por ser a legítima herdeira retornando à família Neves era algo grandioso?
Isabe chegou ao seu quarto e o celre?ou a vibrar, era uma liga??o de Benito.
“Chefe, resolvi o assunto S e, além disso, você me pediu para investigar o incêndio no Hospital
Rio há dezoito anos, em 10 de setembro. Encontrei algumas pistas.”
“Aqu faxineira Flávia, que adotou Caterina Dias, disse uma vez à sua amiga que naqu noite
chovia torrencialmente. Naqu época, as estradas n?o eram boas, e
a chuva forte, muitos pontos de gamento precisavam ser gerenciados.”
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Capitulo
“Era por volta das duas da madrugada, Flávia e alguns outros trabalhadores estavam limpando a rua e
ao redor dos bueiros, ajudando no escoamento da água, quando de repente ouviram um som de
explos?o ensurdecedor.”
“Logo depois, as explos?es continuaram, uma após a outra. No início, Flávia n?o se atreveu a se
aproximar, mas quandoe?aram a resgatar pessoas, notaram vários carros pretos sem ca
cido no sentido contrário”.
“Naqu época, naquele lugar, pouquíssimas pessoas tinham carro… Acredito que o incêndio deve
ter alguma r??o esses veículos.”
Os olhos de Isabe escureceram,”Quem seria, e por que motivo, quereria destruir o hospital inteiro?”
“Eu também acho estranho… Naquele momento a Flávia só estava preocupada em salvar as pessoas,
n?o pensava muito nisso. Se tivesse focada nas pessoas dentro do carro ou em algum detalhe
distintivo, teria sido muito mais fácil de investigar.”
“Mas essa Flávia agora também está numa situa??o difícil.”
“Ah?” Isabe arqueou uma sobrancelha.
n?o era a m?e adotiva de Caterina Dias?
Mesmo que Caterina Dias já tivesse voltado para a família Dias,o , que a criou tanto
esfor?o por tantos anos, poderia acabar t?o mal?
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