Capítulo 95
Você acha que já viu o máximo da habilidade d em design? Sem o saberem, quando n?a um
novo produto, os vossos olhos voltam a ficarpletamente maravilhados !!
O talento d parece inesgotável; cada nova cria??o é uma prova de seu progresso contínuo!
é, de fato, incrível!
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Isabe observava a menina que fva sem parar à sua frente, e um sorriso discreto despontou em
seus lábios. “ é t?o boa assim?”
“Sem dúvida!”
Com admira??o na voz, Emília Cardoso disse, “Tudo o que desenha, assim que én?ado, vira
objeto de imita??o por inúmeros designers! Até os estilistas das grandes marcas buscam inspira??o
em suas obras.”
“As cria??es d me inspiram infinitamente e, do mesmo modo, me ensinam a n?o seguir cegamente
as tendências, mas a desenvolver um estilo próprio. Se o design for realmente bonito, vai abrir
caminho no mundo da moda!”
Enquanto Emília Cardoso fva de suas aspira??es e expectativas, Isabe pegou uma ca e
come?ou a explicar calmamente, “Aqui pode ser alterado assim…”
Rapidamente, sob a orienta??o de Isabe, uma dúzia de esbo?os se transformou em cria??es
deslumbrantes.
Emília Cardoso estava boquiaberta. Como Isabe tinha sido capaz de identificar e aprimorar todos os
pontos fracos em t?o pouco tempo? Esbo?os que pareciamuns, nas m?os d, viraram pe?as
únicas e luxuosas.
Foi ent?o que a voz de Raul Fonseca ecoou dodo de fora.
“Rafael, você n?o pode entrar…”
“Um mero funcionário tenta barrar meu caminho?” Rafael Costa olhou para Raul Fonseca
desdém. “Quem você pensa que é? Um nada se aproveitando dos outros!”
De repente, a porta do escritório foi empurrada para abrir.
Raul Fonseca se desculpou profundamente, “Desculpe, Diretora Isabe, eu… eu n?o consegui detê-
lo…”
Rafael Costa entrou ostentando arrogancia, ramente desconsiderando os demais. Ele foi
diretamente até Isabe e disse, “Um imprevisto e tive que vir dessa maneira abrupta, mas a senhora,
Diretora Isabe, é generosa e certamente n?o se importará…”
Isabe levantou os olhos e encarou o visitante indesejado, interrompendo-o sem
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Capítulo 95
ésperar que terminasse, “N?o sabe bater na porta?”
“A situa??o é urgente, diz respeito ao futuro da empresa…”
Isabe, sem paciência para ouvi-lo, o dispensou friamente, “Saia.”
“Diretora Isabe, o que tenho para fr n?o envolve apenas o futuro da empresa, mas…” “N?o quero
repetir a mesma coisa uma terceira vez.” Isabe mostrou desinteresse pelo assunto, “Suponho que o
Rafael n?o queira ser retirado p seguran?a, certo?”
Emília Cardoso, aodo, ficou chocada. Que situa??o era aqu? Rafael Costa era t?o presun?oso! E
o mais impressionante era que Diretora Isabe parecia n?o temê-lo…
Que demais!
“Rafael, por favor.” Raul Fonseca fez um gesto convidativo.
Engolindo sua fúria, Rafael Costan?ou um olhar fulminante para ele, fechou a porta for?a e
ficou batendo na porta dodo de fora.
N?o houve resposta do escritório.
Rafael Costa continuou batendo por um bom tempo, descontando sua raiva em Raul Fonseca, “Ficou
mudo? Seu patr?o faz de conta que n?o ouve e você nem para avisar? A empresa te contratou para
ser uma estátua aqui?”
Raul Fonseca só p?de murmurar dodo de fora, “Diretora Isabe, Ra… Rafael precisa fr a
senhora…”
“N?o se vê.” A resposta veio ra e direta do escritório.
Rafael Costa n?o conseguiu mais conter a raiva e empurrou a porta for?a, dizendo, “Ent?o pra
que você quis que eu batesse na porta?”
“Eu disse que lhe deixava entrar se batesse à porta?”
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