Capítulo 74
“O quê?” Wilson Dias achou que tinha ouvido errado.
Com ar de superioridade, Rebeca derou, “O grupo Medeiros e o grupo Afonso já avisaram: quem se
meter nesse assunto vai se dar mal.”
Rebeca jamais colocaria em risco tudo o que a familia Duarte construiu por causa de um capricho
momentáneo de seu filho ou por uma alian?a matrimonial que n?o iria trazer
nenhum beneficio!
Caterina Dias n?o conseguia acreditar que Rebeca rejeitou a proposta tanta firmesa, e seus
punhos se apertaram sob a mesa.
Aquilo era ramente um desrespeito à familia deles!
Aaron também chamou baixinho, “M?e!”
Hugo Duarte tentou amenizar a situa??o, “Precisamos pensar calma sobre isso Vamoser
agora, aida está esfriando. Podemos conversar mais tarde!”
“Com certeza…” Wilson Dias levantou um brinde a Hugo Duarte, “Esqueci de agradecer por ter
reservado
aqu suite VIP para a vovó Caterina no Hospital Ventoso e por pedir aos médicos que dessem
aten??o especial a …
Ao ouvir isso, Hugo Duarte se surpreendeu, “Que nada,o poderíamos conseguir uma reserva no
Hospital Ventoso? E n?o conhecemos ninguém importante lá dentro.”
A familia Dias ficou perplexa: ent?o, quem teria feito a reserva? Quem teria pedido aos médicos para
cuidarem bem da idosa?
De repente, Wilson Dias e Ynda lembraram-se do que Mário Lopes havia dito… Seria possível que
fosse Isabe?!
Impossível, n?o é?!
Enquanto isso.
Depois de jantar seus pais, Isabe estava prestes a sair quando seu celr vibrou duas vezes,
sinalizando que havia algo a resolver.
“Pai, m?e, podem ir na frente, vou ao banheiro e logo alcan?o vocês.”
“Tudo bem, sem pressa!” Nair Pires, depois que saiu, sussurrou para Dona Maria, “Espere aqui por
, para fazer panhia!”
“Sim, senhora.” Maria ficou esperando no sal?o privado e, ao ver Isabe voltar do banheiro,
apressou-se em sua dire??o, dizendo respeitosamente, “Senhora Isabe, o carro de seus pais está à
sua espera lá fora!”
“Vamos, ent?o.” Isabe, ocupada respondendo algo em seu celr, caminhou para a
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saida.
Mal haviam saído da s privada, algumas pessoas apareceram na mesma dire??o que . Maria
rapidamente puxou a manga de Isabe, alertando, “Senhora Isabe,
cuidado!”
Eram os membros das familias Duarte e Dias.
Ynda, ao ver Isabe saindo daquele sal?o exclusivo, e a velha servente chamando de
“Senhora Isabe”, ficou surpresa.
“Espere… Ynda, ainda surpresa que ouviu, perguntou a Maria, “O que você
acabou de chamá? é a jovem senhora de vocês?”
“Quem s?o vocês?” Maria perguntou caut, porque era evidente que n?o tinha boast inten??es.
Como se referia à sua senhora era da conta d, n?o deles.
Caterina Dias, entre o choque e o embara?o, tentou explicar um sorriso for?ado, “ cresceu na
nossa casa.
Oh, ent?o vocês s?o os pais adotivos da Senhora Isabe?”
Maria entendeu, ainda n?o sabendo dos abusos que sua senhora havia sofrido nas m?os daqus
pessoas no passado, e disse educadamente, “Os meus patr?es aindaentaram outro dia, por que
vocês n?o aceitaram os presentes, aqueles trinta bilh?es
de reais em dinheiro…”
“0
que, o que você está dizendo?” Ynda ficou chocada, pensando ter ouvido errado.
*Refiro-me à gratifica??o que o motorista entregou em nome dos meus patr?es outro dia! As trinta
lojaserciais est?o todas nas melhores localiza??es do centro da cidade, além das trinta mans?es
com vistas deslumbrantes e os trinta bilh?es em dinheiro…!
As familias Dias e Duarte ficaram surpresas, sem entender uma pvra do que a velha
servente dizia.
“Além disso, aqus iguarias que nem mesmo se encontrar nos mercados,o o
ginseng milenar e o cogumelo do sol… eram todos um gestoo o
e da patroa! Vocês n?o aceitaram, foram muito educados!”
Ao ouvir isso, Ynda sentiu sua cabe?a prestes a explodir!
do nosso patr?o
Naquele dia, aqus caixas simples continham tantos itens valiosos? Como é que of motorista n?o
explicou direito?!
Mas espera, a familia biológica da Isabe n?o era do interior?Property belongs to N?vel(D)r/ama.Org.