Capítulo 46
Naquele instante, o celr de Isabe vibrou algumas vezes, era uma liga??o de Mário. “Desculpe,
preciso atender um telefonema “Isabe se levantou e saiu do quanto do hospital “Isabe, ouvi dizer
que você veio ao hospital? A voz de Mario vinha do outrodo da linha
Isabe apenas sussurrou em confirma??o, “Algum problema?”
Content held by N?velDrama.Org.
“A vó Dias acordou hoje por um momento “Mano falou suavemente, “Embora tenha sido so por uns
quinze minutos, falou de você o tempo todo
“ queria te ligar, mas eu a impedi
“Você sabeo é fragil, qualquer emo??o forte pode ser perigosa, ent?o tive que interromper”
A pessoa mais importante para vo Dias era isabe, ao acontar, sua primeira preocupa??o era a
situa??o atual de Isabe Mesmo que Isabe n?o fsse dos esquemas de Wilson Dias e Ynda,
só de ouvir a voz de Isabe, vo Dias certamente se emocionana.
E qualquer agita??o poderia piorar seu estado, desfazendo todo o progressa feito
“Você anda está no hospital? Venha v, e confira também o rtório medico de hoje “Está bem”
“Acabei de sair de uma reuni?o, agora vamos nos encontrar para eu te pa
passar o rtón
“Cento. “Após desligar o telefone, Isabe se dingiu ao quarto de
??
vo Dias
Vo Dias ainda estava inconsciente, mas segurava firmemente uma pulseira, presente que Isabe the
tinha dado o primeiro dinheiro que ganhou
isabe gentilmente pegou a m?o fragil d, e a paciente pareceu sentir sua presen?a, mexendo
levemente os dedos
Foi quando a porta do quarto se abriu
Ynda, ao ver isabe, ficou surpresa e logo depois chateada, “O que você está fazendo aqui de
novo? Quem permitiu sua entrada? Parece uma c que n?o desgruda, será que voce fica de nt?o
aqui? Esperando a senhora acordar para te levar de volta para a familia Dias? Melhor n?o sonhar
Wilson Dias, no ver Isabe, tambem parecia confuso, n?o esperava que fosse t?o perspicaz,
visitando o hospital diariamente para se manter na Cidade Ventoso enquanto eles n?o estavam
N?o tinha necessidade
nem era da familia Dias de verdade!
“Wilson, deve estar se passando por nossa filha para ter acesso livre aqui, depois f as
enfermeiras que n?o tem nenhum parentesco conosco, nossa filha é a Caterina, n?o deixem
entrar mais,
Wilson Dias também pensava assim, sen?oo podena entrar e sair livremente? Com certeza
disse as enfermeiras que era filha da familia Dias, aa querida da senhoral
Ynda, vendo que Isabe n?o pretendia ir embora n?o se contes e gatou, “O que ainda está
fazendo aquí? N?o vai embora? Quer
que eu te expulse?”
tempo, a senhora logo
“O paciente precisa de silencio Isabe respondeu calmamente, levantando–se. Já n?o pretendia ficar
muito te acordaria e sua presen?a apenas iria plorar a condi??o d.
Ynda observou Isabe se afastar, cada vez mais chateada, segurou firme a al?a da bolsa que
havia trazido e, num movimento brusco, tentou acertar Isabe nas costas
Mas num instante, uma m?o puxou isabe para trás, fazendo que a bolsa errasse o alvo.
Ao reconhecer quem era, Ynda e Wilson Dias ficam surpresos, “Mário?”
“é assim que vocês retribuem a quem salvou a vida da nossa m?e?“No rosto bonito de Mário, naquele
momento, transparecia uma freza, até seus olhos frios pareciam congr tudo ao redor
1/1