Capítulo 28
Para evitar que Caterina se sentisse humilhada e também para se livrar logo daqu garota
impertinente, sem que a avó soubesse, os dois esconderam as informa??es d na Rede de Ajuda.
Finalmente, um dia, a família da impertinente ligou dizendo que viria buscá.
Quando a avó descobriu, teve um grande choque no cora??o e acabou no hospital.
Com a avó fora de casa, Isabe foi “expulsa” da Família Dias sucesso.
“Será que a avó tá ficando velha e confusa? trata uma estranha melhor do que a própriaa!” -
Ynda remou disso e n?o p?de deixar de se preocupar: “Agora tenho medo de que Isabe n?o
vá embora e tenha pensamentos tortos,o tentar roubar o Aaron de Caterina…”
A família Duarte tinha mais do que o dobro da renda da família Dias!
Aaron era um rapaz t?o amável epreensivo, era visívelo ele valorizava Caterina e a tratava
bem…
E Caterina, por sua vez, se destacava, n?o apenas p sua beleza, mas pelo seu temperamento
gentil e doce, de modo que conseguisse conquistar firmemente o cora??o de Aaron!
“Wilson, por que n?o vamos até o Dr. Mário mais tarde e pedimos a transferência?” – sugeriu.
“é, n?o tem outro jeito” – suspirou Wilson Dias.
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“Vamos lá.” – Isabe seguiu Célio, o celr em uma das m?os, respondendo mensagem após
mensagem.
à tarde, depois da cirurgia do av? e do leil?o, ainda havia muitas mensagens sem resposta.
Naquele momento, alguém quase esbarrou n uma cadeira de rodas ao virar a esquina.
Célio a puxou para seudo assim que p?de: “Cuidado“.
“…” – Isabe corou novamente ao perceber o que havia acontecido.
No carro, Célio, vendo a falta de interesse da menina, dirigiu até a metade do caminho e parou o
carro.
“Me espera um pouco.”
Ele saiu do carro e entrou numa doceria.
Pouco tempo depois, ele saiu algumas sacs.
Haviam cupcakes, p?o, leite, suco e outras coisas dentro, além de alguns doces fofinhos.
Ele as entregou: “Dizem que as meninas gostam dessas coisas.”
Depois de um dia longo cuidando do av?, imaginou que a menina estaria fome.
Isabe olhou para toda aida à sua frente e estava prestes a dizer algo quando Célio se
aproximou novamente e abriu uma garrafa de leite para primeiro, colocando um canudo.
Isabe ficou sem pvras.
“Eu n?o estou fome.”
“Come um pouco” – insistiu Célio, passando–lhe o leite.
aceitou e bebeu um pouco, surpresa ao notar um doce sabor no puro leite.
Do outrodo…
“Dr. Mário,o assim você n?o pode aprovar?” – Ynda foi até Mário para fr sobre a
transferência, e a express?o dele imediatamente se fechou.
“A senhora Dias está melhor aqui no Hospital Ventoso.”
“N?o tem um hospital melhor?” – Wilson Dias n?o p?de evitar perguntar.
“O Hospital Ventoso é o melhor do país.”
“Sim, sim, todos sabemos da qualidade do hospital, mas…” – Wilson Dias foi interrompido por
Ynda, que apressou–se em dizer: “Dr. Mário, n?o há nada que possamos fazer, se n?o
transferirmos a senhora para outro hospital, temo que alguém a importune e afete sua recupera??o…”
Márion?ou um olhar frio para . Será que estava se referindo à Isabe?
Que ingratid?o.