Capítulo 25
“Essa sopa leva ‘Aerossol Cora??o‘?” – Isabe levantou seu olhar sereno e indagou Ricardo, que
estava ao seudo.
Ricardo congelou e se apressou em dizer: “Sim, a pessoa que trouxe a sopa mencionou que o
‘Aerossol Cora??o é muito eficaz para o cora??o e n?o interage negativamente nenhum outro
medicamento…”
“De fato, n?o interage.” – Isabe finalmente percebeu qual era o problema: “Mas o estado de saúde
atual do senhor está t?o frágil que ele n?o pode se fortalecer a sopa. Na verdade, isso só piora as
coisas.”
“Ent?o, a sopa está boa, mas é a condi??o do senhor que n?o épatível?” – Ricardo n?o esperava
que essa jovem tivesse tal habilidade. Foi capaz de saber qual era o problema só de sentir o cheiro.
Nesse instante, a porta da s de cirurgia se abriu e uma enfermeira correu para fora, ansiosa.
“Sr. Célio, é muito bom vê–lo! Poderia, por favor, assinar os papéis de cirurgia …”
Célio olhou para a ca e o papel na m?o d e, em vez de pegá–los, perguntou uma voz fria:
“Como está o estado do Vov??”
“N?o está nada bom… Por favor, Sr. Célio, confie em nós, faremos tudo o que pudermos para salvar o
Sr. Mauro! Mas também precisamos que o senhor assine.”
“…” – Célio baixou o olhar para a jovem ao seudo: “O que você acha?”
“A condi??o do senhor n?o chegou a esse ponto ainda.” – Isabe naturalmente sabia o que
significava assinar aqueles papéis, olhou para o relógio: “Me dê um momento“.
tirou a bolsa de ombro que estava carregando e a entregou a Célio, que a aceitou naturalmente.
Vendo a silhueta de Isabe afastar–se, todos ficaram perplexos.
“Jovem mestre, quem é essa garotinha?” – Ricardo estava confuso,o o Sr. Célio poderia carregar
a bolsa d? “Esta n?o é a dire??o da s de cirurgia?” Vicente também estava perdido: “Para onde
a Sra. Isabe está indo?”
“Sr. Célio, a condi??o do seu av? é muito grave, por favor, decida rápido.” – A enfermeira estava
ficando desesperada, sem entender o que a menina estava nejando. Nesse momento crítico,
ainda estava atrasando o resgate do paciente. Isabe foi até o escritório de Mário para pegar um kit
de seringas e, depois, pediu para a enfermeira levá para trocar a roupa cirúrgica.
“Sr. Célio, isso significa…?”
O que está acontecendo aqui?
A enfermeira ficou chocada, olhando para Célio. Será que essa mo?a estava louca, mesma iria
operar o Sr. Mauro?
ainda n?o era de maior, n?o é? n?o vai entrar lá para fazer bagun?a?
“Fa?am o que disser.”
Com essas pvras, Célio deu suporte total a Isabe.
“Ο
que
mandar, vocês fa?am.”
A enfermeira entendeu e, sem se atrever a dizer mais nada, apressou–se em levar Isabe para
dentro.
“Sr. Célio, vamos esperar na s de observa??o? Pelo menos poderemos ver o progresso da
cirurgia.”
“Sim.” – respondeu Célio. Segurando a bolsa de Isabe, saiu na frente.
Na s de cirurgia, quando o Dr. Ronaldo viu que se tratava de Isabe, sentiu um peso saindo de
seus ombros,o se ele estivesse aliviado, e rapidamente cedeu o lugar de cirurgi?o–chefe para
.
Desde a última vez que presenciou a habilidade médica d, ele ainda a admira profundamente…
As enfermeiras estavam at?nitas…
A menina tinha tanto prestígio assim?
Será que era a ‘Menina Médica Divina‘ que foi alvo de rumores em todo o hospital ontem. Aqu
que operou o Sr. Mauro? Se for esse o caso, isso n?o é de se surpreender…
Afinal de contas, até o renomado cardiologista Dr. Ronaldo havia sido superado por suas
habilidades…
Depois que Isabe terminou o resto da cirurgia, a respira??o do Sr. Mauro ainda estava fraca e as
coisas n?o pareciam bem.
1/2
Capitulo 25
“Srta. Isabe, o que fazemos agora?“– Os outros médicos estavam ramente sem saber o que
fazer.
Após anos de pratica, eles sempre souberam lidar os desafios, exceto p condi??o do Sr.
Mauro, que os levava a um beco sem saida, vez após vez.
“Esperem.”
Quando Isabe pronunciou essa pvra de forma definitiva, os outros médicos se revoltaram.
“A respira??o do velho está ficando mais fraca, e você diz para esperar? Esperar pelo qué?
“Este é o momento critico para o salvamento, cada segundo é valioso!”
Vendo Isabe parada diante da mesa de opera??o, sem se mover, a ansiedade tomou conta dos
outros médicos.
Capítulo 25
“De você n?o tem outta solu??o, é mettor n?o forcar a cama. Deva o Dr. Ronaldo jemier de nord”
“Afinal, é 180 jovem, onde já viu algo asom?-Dr. Ronaldo, o senhor pode pensar em algi peme n?o
pode ficar
“De você n?o der conta….”
“Quem disse que eu n?o dou conta?-tab ergueu o olhar confame encarando quem tv2.
A pessoa recuou a sua postura. Você da conta em?o tome uma atitude
A respira??o do velho senhor estava cada vez mais fraca….
O respirador emitia constantes bipes de alerta….
Ao ouvir esse som, Isabe abriu ágil e deadida, o seu emojo de agulhas
Todos ficaram boquiabertos, o que estava pensando? Acupuntura 773
“Esta é uma s de cirurgial Você vai aplicar acupuntura no pacieme aqul?
“O paciente está por um fio. N?o vai aguentar se você ficar brincando assim
“Se você n?o tem nenhuma outra solu??o, por favor, abre caminho e n?o desperdice o precioso tempo
de todos aqul”“”
Isabe inseriu agulhas de prata no cérebro, no cora??o e nos bra?os do velho sentor
A jovem enfermeira ficou apavorada, essa garotinha é t?o ousada. Como você se atreve a transformar
o velho senhor em uma peneira?…
“N?o venha esse seu negócio de medicina tradicional aqui enganar ninguém
Finalmente, um médico n?o se conteve e estava prestes a interrompé quando o Dr. Ronaldo o
repreender e chega”.
A enfermeira também se apressou em : ‘ajudar: “Célio acabou de dizer – o que mandar, a geme
fat. E so segur as ordens d.”
Com essa afirma??o de Célio, os outros se atreveram a fr, deixando apenas um ousado: “Ok.
Ent?o, vê se cura”
As agulhas foram inseridas nos Principais pontos vitais do velho senhor e, pouco depois, o idoso
cuspio um bocado de sangue p boca…
Todos ficaram atónitos.
Até mesmo Ricardo, observando da s aodo, ficou horrorizado: “O velho senhor está bem? Parece
que está piorando…
Como assim, cuspiu sangue?
Depois de expelir um bocado de sangue p boca, a condi??o do St. Mauroe?ou a estabilizat
O respirador também parou de emitir sons agudos.
Todos os médicos congram, olhando para Isabe incredulidade.
Vendo que já era hora, Isabe retirou as agulhas uma a uma, dizendo casualmente: “Pronto, pode
leve–lo de volta ao quarto.”
Todos os médicos a olhavam um misto de admira??o e surpresa.
“Se vocês n?o tivesseme?ado a cirurgia por conta própria… essas agulhas teriam resolvido o
problema.”
Isabe guardoy seu estojo e, essa última observa??o, virou–se para sair.
Todos ficaram atónitos, entre eles o Dr. Ronaldo, que foi o primeiro a reagir às pvras d,
lembrando–se do processo e dos pontos de acupuntura nos quais havia acabado de enfiar a
agulha. Ele se lembrou por um momento e ent?o percebeu “Genial, realmente genial, era isso…”
Ele tinha estudo em medicina chinesa e conhecia a tica de Isabe…
Mas os outros médicos ocidentais n?o entendiam a profundidade daquilo, e se aproximaram
perguntando:
“Dr. Ronaldo, você entendeu? Explica para a gente…”
“Como fez isso?”
“Como isso melhorou alguns pontos de acupuntura?”
“Sr. Célio… Srta. Isabe …” – Vicente estava chocado demais para dizer uma frasepleta.
1/2N?velDrama.Org owns all ? content.