Capítulo 23
Isabe aproximou o celr do ouvido e ouviu a voz magnética do homem.
“O av? sofreu um acidente, gostaria que você viesse.”
Isabe ficou confusa, o estado de saúde do Sr. Mauro estava ramente melhorando.
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Como isso aconteceu?
“Onde você está?” – A voz sedutora de Célio soavao um violoncelo, grave e envolvente: “Eu vou
buscar você.”
“Ent?o venha até a Igreja Holtz nos arredores.”
A Igreja Holtz n?o ficava longe da propriedade e se Isabe pegasse um atalho, chegaría em poucos
minutos.
Célio ficou um pouco surpreso: “Você está nos arredores?”
“Sim.”
A Igreja Holtz era uma constru??o antiga deixada p década de oitenta, já n?o havia mais fiéis
orando ali, e o lugar estava tomado pelo mato. O que uma garotao estaria fazendo lá?
Depois de desligar o telefone, Isabe disse a Francisca: “Vou dar uma passada na Igreja Holtz, tenho
algo para resolver”
“Tudo bem.” – Francisca sabia que tinha muitos recursos e n?o perguntou mais nada: “Depois te
levo suas coisas.”
Ainda havia uma série de processos a serem seguidos depois que o material fosse arrematado, e
Isabe, apressada, assentiu: “Ok“.
Na entrada da Igreja Holtz.
A Sra. Isabe deveria estar aqui para uma sess?o de fotos, certo? Com tanta beleza…
é um desperdício n?o fotografar um rosto t?o bonito e de primeira qualidade!
Célio n?o disse nada. Seus olhos escuros se fixaram ao longe, até que uma figura apareceu.
“é a Sra. Isabe!” – observou Vicente também: “Eu sabia! A Sra. Isabe veio para uma sess?o de
fotos.”
Isabe estava usando um vestido branco naquele dia, e sob o brilho do p?r do sol, a igreja inteira
parecia se transformar em uma pintura.
Isabe parecia uma fada saída de um quadro, seu vestido branco dan?ando ao vento e seus
longos cabelos flutuando.
Vicente ficou hipnotizado e demorou um pouco para sair do carro e abrir a porta: “Sra. Isabe, por
aqui, por favor.”
Os olhos de Isabe brilhavam, uma aura própria, e seu olhar leve recaiu sobre o homem no
banco de trás. assentiu sutilmente antes de sentar aodo dele sem nenhum sinal de desconforto.
“Qual é a situa??o atual do Sr. Mauro?”
Célio olhou para o rosto delicado d e falou fracamente: “Ele tomou uma sopa enviada por outra
pessoa e agora está na s de cirurgia para reanima??o“.
“Sopa de um conhecido?”
“Sim.”
Isabe lembrou–se da condi??o do idoso no dia anterior e, mesmo que ele tivesse tomado a sopa,
n?o deveria ter acabado na s de cirurgia.
Havia algo de errado aqu sopa.
“Sra Isabe, posso perguntar sua idade?” – Vicenten?ou um olhar pelo retrovisor e n?o p?de evitar:
“Você ainda deve estar estudando, n?o é?”
parecia t?o jovem,o uma menina menor de idade.
“Dezoito” disse Isabe casualmente. “Acabei de fazer o vestibr.”
Dezoito?
Realmente multo jovem
Vicenteentou impressionado – Com apenas dezoito anos e já é t?o habilidosa na medicina Seus
ancestrais eram médicos?
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Capítulo 23
“N?o.”
“Ent?o você é… – Vicente nem havia terminado de fr quando o carro subitamente deu um tranco
forte.
Isabe n?o estava sentada firmemente e todo o seu corpo calu em dire??o de Célio.
No momento seguinte, Célio instintivamente a segurou.
estava vestida um modelo sem mangas naquele momento, e agora a m?o de Célio repousava
sobre seu ombro, fazendo que seu rosto inexplicavelmente corasse.
E Célio, ao se deparar a pele delicada e macia da garota, também pareceu um pouco
desconcertado.
O perfume suave e elegante da garota invadiu seu olfato, uma fragrancia agradável.
“Desculpa, Sr. Célio, Sra. Isabe, eu…” – Antes que Vicente pudesse terminar sua explica??o, o
carro sacudiu novamente.
Estava t?o envolvido na conversa a Sra. Isabe que n?o notou esse pequeno trecho de estrada
irregr….
Enquanto o carro bn?ava violentamente, Célio protegeu a garota delicada e perfumada em seus
bra?os,n?ando um olhar de alerta para a pessoa à frente: “Concentre–se na dire??o.”
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