Capítulo 21
No final da queimada, todo o centro de saúde estava em cinzas.
Sempre parecia que alguém estava deliberadamente provocando o incêndio.
Tom disse: “Se eu descobrir que o incêndio naqu época foi intencional e que isso te fez passar por
tantas dificuldades na família Dias, eu n?o vou deixar barato!”
Depois de conversar um pouco, Isabe percebeu que já estava na hora e que Francisca devia estar
chegando ao localbinado. desceu as escadas e falou: “M?e, vou sair um pouco.”
“Ah, tá bom…” – Nair Pires queria perguntar à filha para onde estava indo, quem estava se
encontrando e o que iria fazer, mas temia iodá. Apenas perguntou um sorriso: “Quer que
o Lucas te leve?”
“M?e.” – Mariana interveio: “Acabei de dizer ao Lucas para me levar a um lugar,binei uns
amigos…”
Nair Pires franziu um pouco a testa: “O Ivo pode te levar?”
“O Tio Ivo tem o hábito de tirar uma soneca à tarde, se ele se levantar agora, temo que ele n?o estar
bem para dirigir…” – Mariana disse isso e olhou gentilmente para Isabe: “Irm?, se você tiver algo
urgente, eu posso ligar para os meus amigos e desmarcar, assim você pode ir o Lucas.”
“N?o precisa, eu sei dirigir.”
Mas o Rolls–Royce havia sido danificado por um caminh?o e ainda n?o tinha voltado do conserto.
Isabe pensou por um momento e perguntou: “Ainda temos outros carros em casa?”
Nair Pires surpreendeu–se: “Como assim n?o temos carros? Vou pedir para o motorista te levar até a
garagem, escolha o carro que você quiser!”
Escolher à vontade?
Foi a vez de Isabe ficar surpresa.
Nair Pires acionou o sistema de inteunica??o instdo na parede para entrar em contato direto
com o motorista: “Lucas, vem aqui, por favor. Leve a Isabe até a garagem.”
A garagem tinha três andares! →
Uma am variedade de supercarros de luxo, carros de edi??o limitada e sed?s premium uma
variedade de cores.
“Nossa família faz o quê?” – Isabe finalmente perguntou, chocada o carro de luxo à sua frente.
“A Sra. Isabe n?o sabe?” – O motorista também ficou surpreso, pensando que todos reconheceriam
Carlos Neves pelo rosto. Quem n?o conheceria o homem mais rico do país?!
“O patr?o sempre foi o homem mais rico do país…”
Ele estava no topo da lista de bilionários por doze anos consecutivos!
“Desde que o antigo mestre anunciou sua aposentadoria no ano passado e o filho mais velho assumiu
o controle do grupo, ele se tornou o homem mais rico do país.”
N?o importava quem era o rico, era sempre alguém da família Neves.
Isabe entendeu. Antes, Wilson Dias e Ynda haviam dito que seus pais estavam
desempregados…
Era esse tipo de desemprego.
N?o demorou muito para que o som de um carro esportivo bacana saísse da família Neves e seguisse
para a estrada principal.
Para encobrir seus rastros, Isabe dirigiu o Bugatti Veyron até uma garagem subterranea próxima,
onde Francisca já a esperava há algum tempo.
Quando saiu do carro, os olhos de Francisca se arregram, fixando–se no carro de luxo por três
segundos, antes de perguntar at?nita: “Esse carro é da sua família?”
Um Bugatti Veyron, edi??o personalizada cinco nove em sequência, único no mundo…
Embora soubesse que Isabe havia retornado à sua familia ancestral e estava morando na V Costa
da Cidade Ventoso, um carro t?o caro n?o era algo que uma famíliaum possuisse…
Francisca cobriu o cora??o,o se tivesse sofrido um grande choque: “Qual é o sobrenome do seu
pai?”
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“Neves.”
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irlos Neves??” Francisca arregaldy os olhos, incrivelmente chocada.
>cê o conhece?”
Jem n?o conhece o homem mais rico do país? Você tem um bom … é bom demais para ser verdade,
n?o é?” – Francisca mou admirada: “Aquele idiota dos Dias agora deve estar se mordendo de
arrependimento.”
ntro de uma luxuosa mans?o particr nos arredores do campo, as luzes brilhavam intensamente
naqu noite.
via um total de trinta e duas entradas para essa mans?o e, vista de cima, parecia um desenho infantil
do sol.
da carro entrava por um port?o diferente, rumo a uma garagem particr. Depois de estacionar, os
convidados pegavam um vador exclusivo até o camarote preparado especialmente para eles.
rante o evento, n?o se cruzava outros licitantes e, até mesmo após o término, era raro encontrar
alguém nos corredores. vido à privacidade e seguran?a do local, os ingressos eram disputados a peso
de ouro.
ncisca, a princesinha queridinha da Família Carvalho, naturalmente, sempre conseguia convites.
e Isabe já eram clientes conhecidas do lugar.
pois de estacionar o carro, pegaram o elevador para o camarote número 3, onde bebidas e petiscos
estavam à disposi??o.
riana Neves estava ali p primeira vez e, se n?o fosse p orienta??o de sua melhor amiga, nem
imaginaria que além das ntanhas, haviam montanhas ainda maiores que por trás da fachada
imponente da fazenda, havia um mundo subterraneo de jes.
rinda,o você conhece um lugar desses?” – Mariana perguntou, impressionada.
só tinhaentado Florinda ao meio–dia que n?o sabia o que dar ao Sr. Mauro, que estava
doente, e Florinda sugeriu
dessem uma olhada ali.
panhei meu irm?o até aqui algumas vezes, e há todos os tipos de tesouros aqui! Daqui a pouco,
você escolhe algo do to do velho e leva para ele. Vai adorar.”
inda também vinha de uma família rica e sup?s que presentesuns n?o impressionariam o velho,
mas as raridades do io eram outra história,
que n?o vejo outros clientes por aqui?” – Mariana Neves estava curiosa.
s est?o nos outros camarotes. Esse sal?o tem trinta e dois camarotes ao redor de um círculo, e o que
está no centro é o
co.”
s n?o há anfitri?o para o palco, tudo é automatizado.”
cé sabe por que cada s tem uma enorme parede de vidro? Para facilitar a visualiza??o dos itens.”
quí dá para ver lá fora, mas de lá n?o dá para ver aqui dentro.”
íana ouvia atentamente as pvras de sua melhor amiga e n?o p?de deixar de sentir um pouco de
inveja, se ao menos seus co irm?os estivessem dispostos a trazê aqui para conhecer o mundo
antes de …
camarote número 1, Vicente fva respeitosamente aodo de Célio: “Sr. Célio, o Ervas Cora??o, que
é a grande atra??o do jo, será apresentado no final.”
m,” – respondeu o homem sentado no sofá, uma voz grave e emanando uma elegancia natural.
do ouvido fr que o Ervas Cora??o tinha efeitos mgrosos no tratamento do cora??o, queria
arrematá–lo para estudo por s médicos especialistas.
eil?o vaie?ar.”
iso do palco à direita, no meio, se abriu lentamente e um item preciosoe?ou a subir.
oz do sistemae?ou a descrever a origem e o valor do item…
enormes paredes de vidro eletr?nico ampliavam a forma do item, mostrando cada detalhe ramente.
um pequeno frasco de Aerossol Rxante para o Cora??o. Dizia–se que, quando utilizado por
pacientes cardíacos, trazia uma sa??o refrescante e confortável ao cora??o. Poderia ser usado em
sopaso ingrediente regr. Em casos de crise, leria ser dissolvido em água para alivio rápido da
dor.
Compatível qualquer medicamento, sem efeitos cterais.
ante a introdu??o do sistema, a Aerossol Cora??o se deslocou ao longo dos trilhos do piso até as
paredes de vidro de cada
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AI???I ??
camarote para que todos pudesserver de perto.
“Isabe, isso n?o é o que sobrou dos seus Comprimidos Cora??o?” – Francisca brincou
“Sim“– Isabe admitiu sem rodeios: “Isso se chama tirar o melhor proveito do que você tem“.
Embora n?o fosse t?o eficaz quanto os Comprimidos Cora??o, ainda tinha valor medicinal e n?o
deveria ser desperdi?ado.
Capítulo 22