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Cap铆tulo 15

    Capítulo 15


    “David, hoje você se deu ao trabalho de vir pessoalmente,” agradeceu Nair, virando–se em seguida.


    “Alexandre, por favor, trate nosso convidado aten??o.”


    “Com certeza, Sr. Torres, por favor, venhaigo.”


    David Torres sabia que a família tinha assuntos pendentes a discutir. Trocou um olhar Isabe e,


    após algumas pvras de cortesia, seguiu Alexandre.


    “Vamos sentar e conversar.”


    Nair Pires segurou a m?o de Isabe e chamou Mariana Neves para se sentar.


    Para Mariana Neves, assistir a essa cena erao ter um espinho cravado no cora??o.


    “Mariana, deixe–me apresentá novamente. Esta é Isabe Neves, a filha que eu e seu pai


    deixamos para trás.”


    Ao ouvir isso, Mariana sentiuo se fosse atingida por um raio.


    sempre pensou que a garota era uma parente distante vinda para pedir dinheiro, mas descobriu


    que era a própria filha de seus pais…


    N?o é de se admirar que eles a tratassem t?o bem!


    “A história é a seguinte. Naquele ano, eu e seu pai passamos por uma pequena cidade. Minha bolsa


    estourou, e n?o tivemos escolha a n?o ser procurar a maternidade mais próxima para o parto.”


    Nair Pires percorreu as memórias daquele dia.


    ”


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    “A maternidade que encontramos n?o tinha quartos individuais disponíveis, ent?o a enfermeira me


    colocou temporariamente em um quarto triplo, onde havia mais duas mulheres grávidas.”


    “No meio da noite, por algum motivo, o posto de saúde pegou fogo.”


    “Com a fuma?a, era impossível ver a dire??o…”


    “Na confus?o, peguei uma crian?a, pensando que era Isabe…”


    “Na verdade, você era filha de outra mulher grávida. N?o é meu sangue e o de seu pai.”


    “Foi um engano.”


    Essas pvras desmoronaram as últimas defesas de Mariana Neves.


    n?o podia acreditar que n?o tinha?os de sangue a família Neves!


    “Isabe foi levada p família Dias, a crian?a da família Dias foi adotada por uma faxineira, e você


    veio para a família Neves… Se n?o fosse um anúncio de busca por parentes que vi por acaso na


    inte outro dia, nunca teríamos sabido que as famílias trocaram as crian?as!”


    Mariana estava at?nita.


    “Quanto à sua m?e biológica…” Nair Pires hesitou, mas decidiu contar a verdade. “Investigamos e


    descobrimos que  n?o sobreviveu ao incêndio após um sangramento pós–parto.”


    O quê???


    Sua m?e biológica havia morrido na noite em que  nasceu?


    Mariana ficou pálida, incapaz de acreditar no que estava ouvindo.


    “Seu pai biológico desapareceu sem deixar rastros.” Nair Pires disse, olhando para Isabe, fndo


    com benevolência, “Conversamos Isabe e decidimos deixá continuar a morar aqui. De agora


    em diante,  é sua irm?, e você deve se dar bem , entenderam?”


    “Devemos muito à Isabe por todos esses anos, faremos tudo ao nosso alcance parapensá.


    Embora você n?o seja nossa filha de sangue, sempre a consideramoso tal. De agora em diante,


    vocês devem se dar bem, respeitar uma à outra, passar mais tempo juntas, entende?”


    Quvindo as pvras tendenciosas de seus pais, Mariana Neves n?o podia aceitar!


    Desde quando uma irm? mais nova tinha que cuidar da mais velha?


    sempre se orgulhara de sua origem, um pai que era um magnata nacional, uma m?e famosa


    por sua beleza, e cinco irm?os bem–sucedidos em suas carreiras.


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    ps a manavamoradavam e bajvam…


    Quando for que chegou a hora de  mimai, agradar e bajr os outros?


    tanta Marta avaliou


    Que o estou


    decidiu agir dignidade. Essa noticia é muito repentina para mim, seria


    anos nester, um dia, meus queridos pais me disseram, suas próprias pvras, que eu n?o era


    sua filha


    Atasan As abaixo suas ngas pestanas, parecendo perdida e triste, despertando uma imensa


    compaix?o.


    Quem dia que minha m?e biológica morreu no fogo no dia em que nasci, e ineu pai biológico


    desapareceu sem deixar rastros,


    A


    Neves mal terminou de fr e as lágrimase?aram a cair, incontroláveis.


    AnugaNias a m?o, contrndo o amargo, o arrependimento e a tristeza precis?o.


    Pais, sou grata por me acolherem e permitirem que eu fique nesta casa, estou satisfeita. Fiquem


    tranquilos, daqui para frente, you me dar bem a minha irm?!”


    Soa express?o era sincera, e seus olhos,vados ps lágrimas, brilhavam honestidade.


    Mas Isabe, que cresceu na familia Dias, estava acostumada a todo tipo de pessoas extraordinárias


    e, um só olhar, percebeu que Mariana Neves fva contra sua vontade.


    m?, seja bem–vinda de volta à nossa casa, Mariana Neves abriu os bra?os, querendo encenar um


    momento de afeto entre irmás


    Mas, diante do olhar esperan?oso dos pais, Isabe respondeu friamente, “Entendi, a inten??o é o que


    conta, mas vamos deixar o abra?o para


    Mariana Neves ficou paralisada.


    “N?o gosto muito de contato fisico, me desculpe.


    Isabe sempre foi reservada, e essa rea??o, para Mariana Neves, parecia um desdem intencional,


    uma forma de embara?á e rebaixá!


    “Isabe é um pouco distante noe?o, mas vai melhorar o tempo. Agora somos uma familia,


    Mariana, n?o precisa ser formal”


    Ao ouvir isso, Mariana Neves corou e empalideceu, mas finalmente respondeu submiss?o, “Tudo


    bem.”


    “Chega de fr disso, vamos jantar!” Nair Pires olhou o relógio. “Isabe, você deve estar fome,


    n?o é? Ficamos conversando e esquecemos do jantar!”


    “O jantar de hoje foi feito por mim e sua m?e, experimenta e vê se está bom?” Carlos Neves disse a


    Isabe um sorriso. “Se tiver algo que n?o goste, nos avise para que possamos ajustar.”


    A mesa estava cheia de pratos deliciosos, feitos ps m?os de Carlos Neves e Nair Pires…


    Mariana Neves sentiu uma pontada de ciúme.


    Afinal, na casa havia quatro cozinheiros, n?o havia necessidade de Carlos Neves e Nair Pires


    cozinharem pessoalmente.


    Mas hoje, eles fizeram uma exce??o por Isabe!


    Carlos Neves e Nair Pires serviam Isabe sem parar, e logo o prato e a tig d estavam cheios.


    Embora também servissem Mariana Neves, era evidente que Isabe recebia mais aten??o.


    Isso tornou aida sem gosto para Mariana.


    “Isabe, você sofreu nesses anos! Beba mais sopa, para fortalecer o corpo.”


    “Coma mais carne também, olhao está magra…”


    Cam, assistindo dedo, sentiu pena de Sra. Mariana ser negligenciada.


    Felizmente, Isabe subiu após o jantar sem demorar, dando a Mariana Neves a chance de conversar


    com os pais.


    Depois de dar voltas por um tempo,  perguntou cautelosamente: “Pai, m?e,o vocês viram o


    anúncio de busca online e decidiram que Isabe è realmente a filha de vocês? Houve algum objeto


    pessoalo prova?”


    O que  queria dizer era, e se fosse uma impostora?


    Capitulo 15


    Afinal, quem n?o gostaria de ser fi do homem mais rico do pais…


    N?o se pode confirmar um parentesco só por uma semelhan?a fisica, certo?


    Carlos Neves ficou momentaneamente surpreso a pergunta, mas rapidamente explicou sorrindo:


    “N?o há objeto pessoal, apenas vimos que a experiência da noite do nascimento de Isabe era


    idêntica à nossa memória daqu noite.”


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    Capitulo 16
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