Capítulo 7
Após um longo silêncio, Dr. Ronaldo finalmente falou, “Vou dar uma olhada para vero essa garota
está se saindo na cirurgia.” Quando Dr. Ronaldo se afastou, os outros médicos tambéme?aram a
segui–lo, “Dr. Ronaldo, você n?o pode só ficar olhando, antes que o Seu Célio chegue, pense em
alguma coisa…”
Lisa Gomes ordenou a uma enfermeira aodo, “Pe?a para eles ativarem todas as cameras da s de
cirurgia, quero gravar tudoo prova e vero vai passar vergonha!”
Os médicos do hospital, ao ouvirem fr de uma cirurgia muitoplexa liderada por uma jovem
estudante do ensino médio, correram para assistir.
Como é que uma garota poderia ter uma solu??o para um caso que nem mesmo Dr. Ronaldo
conseguia resolver? N?o podia ser uma chat?, podia?
Isabe vestiu a roupa esterilizada e estava prestes a entrar na s de opera??o quando Lisa Gomes
chegou, “Depois n?o diz que eu n?o te avisei, o pericárdio do velho foi danificado na cirurgia anterior, e
seu cora??o está quase cdo ao esterno. Se n?o tiver cuidado ao abrir o tórax, o cora??o pode se
romper e ele morrerá na hora, e será seu fim!”
“Eu n?o sou você,” respondeu Isabe as sobrancelhas levantadas e um olhar ro e cativante,
“Eu n?o voueter um erro t?o básico.”
“Você…” Lisa Gomes estava furiosa, “Tudo bem, ent?o estou esperando por seu primeiro corte!”
saiu irritada para a s de observa??o.
A s já estava cheia de médicos, e quando viram uma jovem entrando na s de cirurgiao
cirurgi?–chefe, ficaram boquiabertos.
“Dr. Ronaldo, de onde veio? Você realmente vai deixar fazer isso?”
“ é t?o jovem, parece que nem terminou o ensino médio… E o paciente na cama é o av? do Seu
Célio…”
“Se alguma coisa der errado, n?o será só você, todos nós vamos sofrer as consequências.”
“Se quer se mostrar e o Mário quer apoiar , por que vocês est?o preocupados?” Lisa Gomes
cruzou os bra?os e, através do grande vidro, observou a garota desdém.
Isabe colocou a máscara cirúrgica, seus olhos encantadores brilhavam reza, e tinha
realmente a aparência de uma cirurgi?–chefe.
“Posicione o paciente.”
“Anestesia.”
“Assepsia da pele.”
“Bisturi.”
Isabe deu as ordens de forma organizada ao seu assistente Mário.
Os médicos da s de observa??o estavam surpresos.
“ realmente entende de medicina?”
“Esses procedimentos est?o corretos…”
“ poderia realmente salvar o Seu Mauro?”
Lisa Gomes riu friamente, “Aposto que aprendeu vendo TV, n?o criem muitas expectativas.”
Se essa garota pudesse mesmo salvar vidas, mesma engoliria um bisturi ao vivo.
Alguns ainda tinham uma esperan?a na habilidade médica de Isabe, mas quando viram a m?o
que segurava o bisturi, ficaram nervosos.
“O que essa garota está fazendo? Uma cirurgia t?o grande e está usando a m?o esquerda? é
canhota?”
“Os canhotos n?o s?o t?o estáveis quanto os destros.”
“Se é destra e está usando a m?o esquerda de propósito, deve estar louca!”
“ n?o está levando a sério essa cirurgia.”
“Talvez nem sabe operar, Dr. Ronaldo,o você pode acreditar em uma garota assim? Já era!”
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Uma cirurgia t?o importante, e ninguém se atreve a fazer a m?o esquerda!
Mário ficou surpreso ao ver a garota segurando o bisturi a m?o esquerda; ele se lembrava de que
era destra.
Teria se machucado e agora estava sendo for?ada a usar a m?o esquerda?
Como o velho já havia passado por várias cirurgias de troca de válv cardíaca, a estrutura do
cora??o já n?o era maiso a de uma pessoa normal.
Isabe fez o corte precis?o e abriu o esterno, deixando todos at?nitos.
“N?o é qualquer um que tem a coragem de operar dessa forma, nem mesmo os médicos experientes
com décadas de carreira se atreveriam a fazer o que fez. Esse ar de tranquilidade, será que
realmente veio de uma garota t?o jovem? Até duvido dos meus próprios olhos!”
“A precis?o do primeiro corte d foi impressionante…”
“Dizer que foi rápido, preciso e imcável n?o é exagero.”
Até mesmo Lisa Gomes ficou paralisada, murmurando: “Como é possível…”
Como conseguiu fazer aquilo?
P aparência, n?o parecia uma novata.
Quando Isabe abriu o esterno, descobriu que o cora??o do senhor estava cheio de cicatrizes,
com as veias todas fora do lugar, quase impossíveis de diferenciar, e o cora??o estava quase aderido
ao esterno por falta de prote??o do pericárdio. Mário deu uma olhada e percebeu a gravidade da
situa??o, inicialmente preocupado que n?o soubesse por ondee?ar, mas mostrou que era
competente e estava tranqu, tratando cada detalhe perfei??o.
“Aumente o zoom nos detalhes.” Dr. Ronaldo, chocado, n?o p?de deixar de querer sabero
lidaria o próximo passo.
Isabe estava meticulosamente separando as aderências entre o cora??o e a parede posterior do
esterno, uma das partes mais difíceis da cirurgia.
Considerando a condi??o atual do senhor, até mesmo um médico experiente levaria horas para fazer
isso.
Mas para Isabe, meia hora foi suficiente.
, de cabe?a baixa, tinha um par de olhos encantadores que brilhavam uma luz ra,
mostrando que estava confiante.
Todos os médicos prenderam a respira??o, sabendo que o procedimento era delicado e que qualquer
erro poderia danificar o tecido cardíaco ou alguma veia, o que seria desastroso!
Enquanto isso, umaitiva poderosa apareceu!
O homem à frente parecia ter pouco mais de vinte anos, mas exva uma presen?a poderosa.
Com sobrancelhas marcantes, nariz reto, tra?os finos e uma aparência nobre e distante.
Ao vê–lo, todos abriam caminho, vozes cheias de medo e reverência: “Sr. Célio, o senhor
chegou?”
Observando os sete ou oito cardiologistas de elite que o panhavam, cada um altamente
respeitado em seu campo, era ro que ninguém além de Sr. Célio poderia ter convocado tal grupo
em t?o pouco tempo.
“A condi??o de Sr. Mauro pioróu novamente, mal conseguimos contrr a pneumonia e agora ele
apresenta sintomas de insuficiência cardíaca, disse Dr. Ronaldo rapidamente, curvando–se
respeitosamente. “Hoje, durante o exame, descobrimos que Sr. Mauro tem endocardite infiosa em
uma válv protética e vazamento ao redor da válv…”
“Quem é ?” Célio Franco olhou para a cirurgi?–chefe na s de opera??o, um olhar frio e
distante.
usava uma máscara cirúrgica, revndo apenas um par de olhos brilhantes, mas era evidente que
era muito jovem.
“, é..” Dr. Ronaldo, seguindo o olhar, sentiu seu cora??o disparar, pensando se iria conseguir
ver o sol do dia seguinte depois de fr a verdade.
Vicente, aodo dele, n?o p?de conter sua indigna??o: “N?o é possível que o hospital contrate uma
médica t?o jovem. No caminho para cá, ouvi que uma estudante do ensino médio queria operar Sr.
Mauro. Est?o fndo d? Desde quando o Hospital Ventoso se tornou t?o irresponsável? N?o
importa se o médico tem ou n?o as qualifica??es ou experiência suficiente, desde que tenha coragem,
pode operar Sr. Mauro? Parece que vocês est?o todos cansados de viver!”
“Assistente de Célio, n?o é o que você está pensando,” Dr. Ronaldo, tremendo de medo, gaguejou,
incapaz de explicar mais nada.
Os médicos no observatório estavam aterrorizados, medo do que poderia acontecer a seguir.
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