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Cap铆tulo 4

    Capítulo 4


    Antes que o médico pudesse terminar de fr, Isabe arremessou um pequeno frasco, sem tirar os


    olhos da senhora idosa.


    “Comprimidos Benefícios do Cora??o?” Mário Lopes reconheceu o objeto em suas m?os e n?o p?de


    esconder sua surpresa. “Isabe, onde você conseguiu isso?“-


    N?o era aqu a nova maravilha que estava causando uma tempestade no Mercado Negro?


    Diziam que tinha um efeito mgroso no tratamento do cora??o, e só uma píl já custava milh?es…


    O pre?o era o de menos; o mais importante era que esses pequenosprimidos eram extremamente


    raros, vendidos em leil?o apenas uma vez por mês!


    Como Isabe tinha conseguido algo t?o raro?


    “A família Dias já fez tanto por você, eu diria que já fez o bastante p família Dias, realmente n?o é


    necessário…”


    Mário foi interrompido antes de terminar sua frase, recebendo um olhar de aviso de Isabe.


    “O que foi? N?o estou certo? Nem o filho deles é t?o atencuisoo você…”


    Seis meses atrás, Mário havia se formado na melhor universidade de medicina do país ee?ou a


    estagiar no Hospital Ventoso.


    Chegou arrogancia, confiando no prestígio da família médica da qual vinha.


    Mas foi só quando conheceu Isabe que ele percebeu que havia sempre alguém melhor…


    Uma vez, enquanto estudava um casoplicado por várias noites seguidas, sem conseguir dormir,


    Isabe deu apenas uma olhada e sugeriu uma solu??o incrivelmente eficaz em poucas pvras.


    Outra vez,  identificou um cancer de pulm?o apenas examinando uma radiografia e uma tomografia


    do paciente, enquanto ele havia diagnosticado uma pneumonia grave.


    E houve muitos outros casos…


    O que mais o impressionou foio avó Dias, à beira da morte e já considerada morta por ele, foi


    salva repetidas vezes por Isabe na beira da morte!


    Isabe


    –


    essa estudante de ensino médio aterrorizante que quando aparece quebra seu ego e sua arrogancia,


    for?ando ele a abaixar cabe?a!


    Durante o estágio de seis meses, Mário também testemunhou a formao a família Dias


    desprezava . Mais tarde, eles se tornaram amigos.


    Ele sabia que o melhor para avó Dias seria um transnte cardíaco.


    Mas sua idade avan?ada, press?o alta e insuficiência cardíaca…  n?o podia ser operada.


    Isabe deu ele Comprimidos Benefícios do Cora??o na esperan?a de melhorar seu estado, para que


    n?o estivesse t?o frágil quanto um peda?o de papel, morrendo antes mesmo de chegar à mesa de


    opera??o.


    Mas a família Dias n?o sabia disso e pensava que apenas pagando para manter avó Dias em uma


    VIP estava tudo bem…


    “Se fosse alguém da família Días, certeza n?o gastaria milh?es nisso.”


    “Tudo bem, você cuida bem da vovó.” Isabe olhou para avó Dias relutancia e disse: “Eu tenho


    que ir.”


    n?o podia ficar alí por muito tempo; se a senhora acordasse e visse , ficaria ainda mais agitada.


    Se a doen?a piorar, seria mais problemático lidar .


    Mário olhou para  e disse baixinho: “Pode deixar que eu cuido daqui.”


    “Mhm.”


    Isabe olhou uma última vez para a senhora da cama, querendo dizer muitas coisas, mas no final


    n?o disse nada e saiu do quarto 301.


    Enquanto isso, do outrodo…


    Alguns médicos andavam apressados e express?es ansiosas.


    “O que aconteceu? Como o estado do Sr. Mauro piorou de repente?”


    “Dizem que ele se recusou a tomar os remédios só para for?ar o Sr. Célio a aparecer…”


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    Capitulo 4


    “Eles s?o foucos!”


    Isabe tinha acabado de sair do quarto 301 do hospital quando, de repente, um dos médicos


    esbarrou em seu ombro.


    viu a pressa que se dirigiam ao quarto 306 e, ao passar por lá, notou que o idoso na cama já


    tinha um pé na cova.


    “Ele parou de tomar os remédios por conta própria. Isso n?o é brincar a própria vida?”


    “E agora, já avisaram a família?”


    “A família já está a caminho, por enquanto só podemos esperar que cheguem para decidir sobre a


    cirurgia…”


    Isabe parou na porta do quarto 306 e, casualmente, advertiu: “Se esperarem p família, ele vai


    morrer.”


    Os médicos, atarefados e agitados, olharam na dire??o da voz.


    Na porta estava uma jovem menina, que parecia ter apenas dezesseis anos, mas que exva uma


    aura de maturidade.


    Seus olhos brilhavam reza e suas pernas longas e brancas davam pontos ao seu


    temperamento.


    “O que você sabe, menina?” Doutor Afonso, ao ver que  era uma crian?a, n?o discutiu, “A condi??o


    desse senhor é muitoplicada, se tivéssemos certeza, o hospital certamente faria o possível para


    salvá–lo imediatamente.”


    A demora era devido à espera p família.


    Isabe arqueou as sobrancelhas, curiosa, e perguntou leveza, “Cardiopatia reumática, é grave?”


    “Você consegue perceber isso?” Doutor Afonso ficou surpreso.


    Uma diretora mais velha também ficou surpresa a pergunta d, “Essa menina entende de


    medicina?”


    “Se você sabe que é uma cardiopatia reumática, certamente também deve saber que precisa de uma


    cirurgia de troca de válv


    e que n?o é a primeira vez que esse senhor passa por esse procedimento!” explicou Doutor Afonso.


    A garota ergueu seu rosto delicado e pálido, seus olhos encantadores brilhavam desdém.


    “Se ele precisa de outra cirurgia de troca de válv, isso só mostra que vocês n?o realizaram o


    tratamento antibióticos apropriadamente, o que levou a uma infec??o e vazamento ao redor da


    válv.”


    Ao ouvir suas pvras, os médicos do quarto ficaram perplexos.


    “ realmente entende de medicina?”


    “ sabe até mesmo sobre vazamento perivalvar…”


    Content ? N?velDrama.Org.


    O idoso parou os antibióticos por conta própria, o que causou a infec??o e o vazamento.


    “Por que est?o discutindo uma garota? Quanto tempo falta para a família chegar?” A voz vinha de


    Ronaldo Rodrigues, o mais renomado cardiologista do hospital, mais de cinquenta anos e fndo


    com autoridade.


    “Doutor Ronaldo.” Todos mostraram respeito ao ouvi–lo, e um deles respondeu, “Pelo ritmo anterior,


    no mínimo vinte minutos.”


    Vinte minutos era tempo demais.


    Doutor Ronaldo calculou rapidamente em sua mente; o Sr. Mauro ramente n?o podia esperar.


    O Sr. Mauro já tinha passado por uma cirurgia de substitui??o da válv mitral no exterior e, pouco


    depois, sofreu de vazamento perivalvar. Viajou novamente para o exterior para uma nova substitui??o


    da válv cardíaca.


    Mas, n?o muito tempo após a cirurgia, ele teve uma infec??o e um vazamento perivalvar e estava em


    uma situa??o muito crítica, e n?o havia mais tempo para voltar ao exterior, tendo que ser salvo no


    Brasil.


    O departamento de cirurgia cardíaca do Hospital Ventoso era famoso no país inteiro, e a habilidade


    médica do próprio Doutor Ronaldo era excelente.


    Naqu noite, enfrentando press?es de todos osdos, Doutor Ronaldo realizou uma cirurgia


    impossível, criando, de certa forma, um mgre!


    }


    Mas, n?o muito tempo depois, o Sr. Mauro teve outra infec??o e teve que passar por outra cirurgia.


    Agora, sua condi??o era ainda mais grave, uma infec??o no trato respiratório superior que evoluiu


    para pneumonia. Após a pheumonia ser contrda dificuldade, surgiram sintomas de


    insuficiência cardíaca…


    Doutor Ronaldo descobriu que o Sr. Mauro estava novamente endocardite infiosa da válv


    artificial e vazamento perlyalvar…


    A situa??o era muito grave.


    Sob essas circunstancias, a cirurgià tinha menos de 10% de chance de sucesso.


    A única op??o agora era esperar p família!


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