Capitulo 578
pero que você entenda quem você é e pare de tirar férias meu marido sem avisar Le disse e
salu raiva.
Ang ficou ainda mais furiosa. Se n?o fosse por seu no de atrair a cobra para fora do buraco e
eliminar AK, nunca teria saido Felipe.
Se n?o fosse p tirania de Felipe, que restringia todos os seus movimentos na vida, proibindo–a de
ter rcionamentos outras pessoas, já teria se casado novamente, em vez de se tornar
apenas uma amante para ele.
No jantar, cinco pessoas sentaram–se à mesa em uma atmosfera estranhamente tensa.
Le, naturalmente, sentou–se aodo de Felipe: “Felipe, que talermos separados? Quero jantar
a sos você.”
Galeno then?ou um olhar desdenhoso: “Tio Felipe veio se divertir conosco, você só apareceu de
última hora. Quem deveriaer sozinha é você.”
Le o encarou irritada: “Eu sou a esposa do seu tio Felipe, sua Ang, e nós somos uma
familia.”
Com calma, Galeno respondeu: “Meu tio Felipe nunca considerou esposao familia, e ele adora
trocás. A qualquer momento, ele pode trocar você
Felipe levou a m?o à testa, sentindo uma revoada de urubus negros passar diante de seus olhos.
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Isso era ajuda ou uma ofensa?
Le quase engasgou, furiosa a lingua afiada do rapaz.
“Seu tio Felipe trocou de mulher antes porque n?o gostava ds, mas ele me ama. N?o vamos nos
divorciar, vamos envelhecer juntos“.
Galeno fez uma careta: “Tia, você n?o é bonita e n?o tem um corpo bonito. Meu tio Felipe n?o é cego,
como ele pode gostar de você?”
Ramalho retomou o assunto: “ n?o é bonitao a Anjo. A Anjo é a garota mais… mais bonita do
mundo.”
Le estava prestes a explodir de raiva.
“Sou considerada a mais bonita de Cidade Mar, e agora estou assim porque estou grávida e n?o
posso usar maquiagem. O corpo de toda mulher muda durante a gravidez, mas depois volta ao
normal.”
Galeno sorriu ironicamente: “Uma garota bonita n?o precisa de maquiagem. S?o as pouco atraentes
que precisam ser maquiadas. Minha m?e nunca usa maquiagem.”
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Ramalho assentiu vigorosamente aodo: “Galeno, você está certo.”
Ang tomou um gole de suco sem demonstrar rea??o.
Apesar de serem crian?as, quanto a língua afiada, ele era segundo a ninguém.
Le, frustrada, virou–se para Felipe, esperando que ele a defendesse, mas ele permaneceu em
silêncio, olhando para o celro se n?o tivesse ouvido nada.
respirou fundo e olhou para ?ng: “Você poderia cuidar do seu filho? Ele é muito mal–educado.”
Calmamente, ?ng respondeu: “As crian?as sempre fm a verdade, sem rodeios. Como adulto,
você realmente se importa o que uma crian?a de três anos diz?”
Ramalho cruzou os bra?os e zombou: “Realmente um adulto… irracional, brigando crian?as“.
“Certo, irracional.“– Galeno concordou, bn?ando a cabe?ao um pintinho bicando o gr?o.
Só ent?o Le percebeu que havia algo estranho em Ramalho; um homem t?o grande fndo de
forma infantil e gaguejante.
“Ang, ele é seu parente? Ele tem algum problema mental?”
Com calma, ?ng explicou: “Ele é primo do Sr. Martins, um grande cavalheiro da família Valentim.”
Le estremeceu, percebendo que havia dito algo errado, e rapidamente fechou a boca.
Galeno se levantou da cadeira, colocou as m?os na cintura d e a encarou: “Tia, meu primo tem
quatro doutorados e três mestrados. Quantos você tem?”
Le queria estrangulá–lo!
“Eu só estava brincando.”
“N?o teve gra?a nenhuma.” – Galeno bateu no ombro de Ramalho: “Primo, vamos embora. N?o
precisamos d.”
“Hum.” – Ramalho assentiu.
Felipe olhou para Le e percebeu que sua rea??o n?o era fingida. ramente n?o conhecia
Ramalho, ou melhor, n?o conhecia aqu face.
Afinal, Ramalho e Zito eram idênticos.