Capítulo 541
Ao ver o paparazzo ferido, Aida ficou o cora??o apertado e, em silêncio, apagou o vídeo que
havia postado no NNOE.
“Enzo, a culpa é minha por n?o ter pensado direito, quem diria que paparazzi apareceriam para nos
espionar, você acha que eles v?o morrer?”
Enzo Alves passou a m?o p cabe?a d, “Isso n?o tem nada a ver você, eles s?o
imprudentes, sabendo das vespas e ainda assim n?o tomam nenhuma medida de prote??o, pelo
menos deveriam usar uma t de prote??o contra vespa.”
“O veneno dessas vespa é muito forte, né? Parecem aqueles vesp?es assassinos dos filmes.” Aída
tremeu, aliviada por n?o ter sido picada, n?o queria estragar sua aparência.
Enzo Alves ligou para ?ng para sabero estavam as coisas e só se tranquilizou ao confirmar
que todos estavam bem.
“?ng, de dia a gente encontra uma cobra, à noite s?o as vespa, é muito estranho, pois n?o?”
?ng também achava, e ficou ainda mais convencida de que era uma opera??o de assassinato da
AK.
“Felipe, vir para o Vale das Borboletas foi uma decis?o de última hora ou já estava nejado?”
“Foi decidido só depois de voltarmos ontem à noite.” Felipe disse seriamente.
“Ent?oo eles sabiam onde estávamos?”
?ng mostrou um olhar confuso.
Na noite anterior, depois da liga??o de Felipe, havia chamado o irm?o e Aída para nejar as
férias.
Era tudo um arranjo de última hora, e ainda assim as pessoas da AK sabiam, isso era impossível,
n?o?
Felipe co?ou o queixo, pensativo, “Já é tarde, leve as crian?as para dormir, amanh? a gente f sobre
o resto.”
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?ng assentiu e levou as crian?as para o quarto, ambos estavam exaustos.
Na manh? seguinte, bem cedo, eles partiram do Vale das Borboletas em seu trailer.
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Capitulo 541
Já havia policials no Inicio da trilha, bloqueando o acesso à montanha.
Os paparazzi enviados ao hospital, um havia morrido após tentativas de reanima??o falhas, e o outro
ainda estava na UTI lutando p vida.
Logo, o instituto de pesquisa blológica também trouxe notícias.
Eles testaram as vespas e descobriram que ham sofrido uma muta??o, seu veneno era dez vezes
mais forte, e um único inseto poderia matar uma pessoa.
Suspeitavam fortemente que esses marimbondos fossem invasores estrangeiros, possivelmente soltos
por alguém.
As equipes de controle de pragas de Cidade Mar foram totalmente mobilizadas para realizar uma
buscapleta no Vale das Borboletas, tentando eliminar todas as vespas assassinas mutantes para
manter o equilíbrio ecológico do vale.
Ang estava furiosa, esses loucos, o Vale das Borboletas era t?o lindo e eles soltaram essas vespas
assassinas apenas para atingi–los, colocando em risco todas as pequenas criaturas inocentes, era um
verdadeiro desastre ecológico.
Se n?o fosse p seguran?a do trailer de Felipe, que erapletamente fechado, eles teriam tido um
destino terrível.
Os marimbondos poderiam entrar ps frestas do veículo.
A polícia do País H havia ssificado a AKo uma organiza??o terrorista de alto nível e formado
um esquadr?o especial para capturá–los a todo custo.
Ramalho ligou para ?ng, convidando–a para ir brincar.
?ng queria testá–lo, ent?o levou consigo uma vespa.
ro, era uma vespaum.
“Anjinha, as Liras e os Bebês floresceram.”
“Que lindo.” ?ng sorriu, “As Liras e os Bebês s?o incríveis. Ontem no Vale das Borboletas, vi os
parentes deles, acho que s?o primos de segundo grau. A casa deles é linda, cheia de borboletas,
libéls, abelhinhas e vaga–lumes.”
“Uau.” Ramalho arregalou os olhos, “Esses s?o os insetos bons.”
“Sim, s?o os amigos das flores.” ?ng disse, suspirando, “Infelizmente, alguém soltou vespas
assassinas venenosas no Vale das Borboletas, s n?o só matam as
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abelhinhas adoráveis, mas também podem ferir as pessoas.”
tirou do bolso um frasco contendo a vespa.
“Olha só, era esse tipo de vespa que eu peguei no Vale das Borboletas. Eles s?o muito malvados,
verdadeiros assassinos da natureza, até as flores n?o gostam
deles.”