Capítulo 476
Vitória Martins chorava convulsivamente: “M?e, você n?o pode me bater, se eu ficar uma cicatriz
nas costas,o vou me casar no futuro?”
“A sua conduta n?o me deixa esperar que você fa?a um bom casamento. Quando chegar a hora, você
vai acabaro sua tia solteirona, arranjando um genro obediente e levando uma vida tranqu.”
A matriarca já havia decidido procurar para um homem de família simples, mas de bom caráter,
cujos pais fossem intelectuais e bem–educados. N?o podiam mais permitir que fizesse o que bem
entendesse.
Um arrepio percorreu a espinha de Vitória Martins.
Era tudo culpa de ?ng, aqu desgra?a. Se tivesse sido desfigurada, Vitória teria aceitado a
puni??o, mas estava ilesa, o que a deixou furiosa.
Existem pessoas assim no mundo.
s n?o agradecem a sua generosidade; pelo contrário, acham que você é fraco e pode ser
facilmente pisoteado.
Vitória Martins era esse tipo de pessoa.
nunca perdoaria ?ng. Se n?o a destruísse, n?o descansaria.
?ng caminhou até o quintal seu filho Nilo.
acariciou o rosto do menino e o aconselhou: “Seu tio–av? e Le s?o muito próximos, e é bem
possível que eles fa?am algo para te machucar. Seja cauteloso e mantenha distancia d.”
“Eu sei” – respondeu Nilo, assentindo: “M?e, você também deve ter cuidado. Sempre saia
seguran?as.”
“Querida, desde que você esteja bem, nada aconteceráigo. Sou adulta e posso me proteger. Na
família Martins, além de seu pai, da vovó e da tia Bruna, n?o confie em ninguém.”
?ng abra?ou o filho. n?o estava preocupada mesma, mas a seguran?a dele. Ele
ainda era muito pequeno e, apesar de sua inteligência excepcional, ainda era uma crian?a que
precisava de prote??o.
Nilo,o um pequeno adulto, deu–lhe um tapinha no ombro de formapreensiva e
“Mam?e, n?o se preocupe, eu seio cuidar de mim mesmo.”
?ng beijou o rosto dele gentilmente, sentindo uma dor aguda no cora??o.
Seu filho era seu limite. Qualquer um que ousasse tocar em seu filho pagaria caro, sem
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Capitulo 476
piedade.
Felipe deixou o oratório.
“Eu te levo para casa.”
“N?o é necessário, eu tenho um carro” – disse indiferen?a.
Ele sorriu maliciosamente: “Hoje é fim de semana. N?o deveriamos nos reunir em família?”
“Eu e você já n?o somos mais uma família. Além disso, hoje eubinei minha prima. Vou direto
para o Apartamento Baía.”
?ng despediu–se e entrou no carro seu filho.
Nilo observou o carro se afastar, virou–se e deu um tapa no ombro de Felipe antes de entrar
em casa.
Esse gesto foi discreto, mas carregado de significado.
Felipe segurou a testa.
Quando Ang estava chegando ao Apartamento Baía, Aida ligou.
tinha uma nova descoberta.
?ng decidiu encontrá e juntas foram para V Rosa.
Depois de dias de vigilancia, Aída descobriu que Le se disfar?ava e ia ao Clube LUNA todas as
noites de sábado.
Joana imediatamente mostrou uma express?o de entusiasmo. LUNA era um lugar que todos em
Cidade Mar conheciam.
“Uau, que bomba! n?o estaria insatisfeita, traindo Felipe às escondidas, n?o é?”
Aída fez uma careta: “Mas n?o está grávida? Ainda assim procurando modelos masculinos?”
“é verdade, quase me esqueci” – disse Joana, jogando o cabelo para trás: “Será que o filho que
está esperando n?o é do Felipe, mas de alguma modelo?”
áng pegou sua xícara de café na mesa de centro e mexeu pensativamente: “Talvez o cúmplice d
esteja escondido no LUNA.”
Joana bateu na mesa: “Ent?o, vamos investigar o LUNA esta noite.”
“ótimo” – disse Aída, bn?ando a cabe?ao um pica–pau. adorava aventuras
emocionantes.
?ng acariciou sua cabe?a: “N?o s?o permitidas crian?as lá. Você está encarregada da vigilancia,
com equipamentos de espionagem. é um trabalho muito importante, e só você pode fazê–lo.”Content is property ? N?velDrama.Org.