Capítulo 474
matriarca ordenou que se ajoelhasse em frente à cap da familia e pediu que a empregada
trouxesse o instrumento de disciplina da casa.
O instrumento dos Martins era um chicote feito de um material especial.
A cada golpe, a dor era imensurável.
Vitória Martins chorava copiosamente: “N?o fiz nada de errado, Ang disputou Henriqueigo, eu
n?o a matei, apenas desfigurei seu rosto ácido sulfúrico, até fui gentil,”
A matriarca, frustrada por n?o ver progresso, deu–lhe um tapa que a fez ver estrs,
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Henrique já havia anunciado socialmente que, mesmo que Vitória Martins fosse a última mulher do
mundo, ele n?o lhe daria uma segunda chance.
“O Henrique n?o é seu namorado, ele é livre para ir atrás de quem ele quiser. Se n?o fosse a ?ng,
seria outra mulher. Será que você n?o pode ter um pouco de dignidade e n?o insistir esse homem
como se n?o houvesse amanh??”
“Eu amo Henrique, e n?o permitirei que ele se case outra pessoa além de mim. Quem ele gostar,
eu eliminarei!” – Vitória Martins derou uma convic??o imcável.
Um arrepio mortal brilhou nos olhos de Felipe, que avan?ouo um raio, segurou os cabelos de
Vitória Martins e, um movimento brusco, atirou–a ao ch?o, fazendo–a rr duas vezes: “Se você
ousar machucar um fio de cabelo de ?ng, eu a expulsarei da familia Martins e a farei menos que
um c?o semr.”
Os ossos de Vitória Martins pareciam estar se desmanchando enquanto se deitava no ch?o
tentando recuperar o f?lego: “Você enlouqueceu? Você já se divorciou dessa mulher. por que ainda a
está brotegendo?”
“Porque é minha m?e.”
Nilo entrou, olhando furiosamente para : “Ninguém pode machucar minha m?e!”
Os olhos de Vitória Martins se encheram de um vermelho sangue, nunca admitiria estar errada.
No campo do amoro em uma batalha, quem tentasse tirar seu homem merecia morrer. Além
disso,o uma herdeira de alto escal?o, uma verdadeira dama, ?ng n?o tinha o direito de
competir ,o ousava?
“ é que violou a moralidade, n?o seportou; você deveria se envergonhar de ter uma m?e
assim.”
“Eu me envergonho é de ter uma tiao você” – respondeu Nilo friamente.
A matriarca ordenou que a empregada aplicasse o castigo.
Capitulo 474
Vitória Martins se arrastou até os pés, agarrando–se à bainha da cal?a.
“Mam?e, eu n?o quero ser espancada e, se ficar marcas,o vou mostrar meu rosto para a
sociedade?”
A matriarca endureceu seu cora??o e a afastou.
“Você tem medo de cicatrizes? Se você desfigurou alguém ácido sulfúrico,o essa pessoa
mostrará seu rosto? Você arruinou a vida d para sempre. E você ainda é obstinada, sem remorso,
Vitória Martins chorou descontrdamente: “Desde pequena você nunca cuidou de mim. Desde que
Felipe nasceu, você e minhas irm?s mais velhas, todas vocês só tinham olhos para ele, protegendo–o,
temendo que algo the acontecesse. Mesmo que eu caísse e quebrasse a perna, ninguém me
confortaria. Só porque sou uma menina, você me ignorou.”
A matriarca suspirou sem esperan?a.
realmente havia sido negligente em sua educa??o.
Desde que era pequena, Vitória sempre teve um parafuso a menos e, em várias ocasi?es, até
duvidou que Vitória fosse realmente sua filha biológica, sem herdar sua sabedoria.
“Quando o ninho cai, n?o se salvam os ovos! Fidelia Bezerra, confiante por ter dado à luz a Elton,
vigiava–nos todos os dias. Se n?o fosse a sorte de eu ter tido Felipe, que futuro teriam tido vocês
quatro meninas? Suas irm?s mais velhaspreendem o que você n?o consegue? N?o somos uma
famíliaum; a mans?o dos Martins tem sido palco de lutas abertas e secretas por mais de cem
anos, sem nunca parar. As lágrimas das filhas dos Martins poderiam inundar a casa inteira. Você vive
bem agora, trinta anos de idade e ainda sem responsabilidades, tudo gra?as ao seu irm?o, que
se tornou o Líder.”
As famílias tradicionais sempre deram mais valor aos homens do que às mulheres, especialmente a
família Martins.
Antes dos Martins se tornarem a família mais influente, as filhas eram vistaso pe?as num jogo de
alian?as matrimoniais, privadas da liberdade de escolher quem se casar, submetendo–se apenas
aos nos e arranjos familiares. Mesmo que a vida os sogros fosse insatisfatória, o divórcio era
inadmissível se houvesse qualquer interesse financeiro em jogo. A situa??o continuava a mesma,
mesmo quando enfrentavam situa??es adversas, sem perspectiva de mudan?a.