Capítulo 443
olhava para Dudu seus grandes olhos brilhantes, soltando gargalhadas sem parar, e de vez
em quando esticava suas m?ozinhas rechonchudas, tentando tocar nele.
Toda vez que quase alcan?ava Dudu, ele agitava as asas e dizia: “N?o me toque sem
permiss?o.”
Narcisa ergueu a m?o e deu um tapinha na m?ozinha d, dizendo: “N?o toque no Dudu, ele
n?o gosta.
Florinda fez um biquinho, os olhos cheios de lágrimas, quase chorando.
Galeno,o um pequeno adulto, acariciou sua cabe?a e disse: “N?o chore, eu vou pedir para o
Dudu cantar uma música para você.”
Dudu bn?ou a cabe?a ee?ou a cantar: “Dududu,Dududu…”
Florinda secou as lágrimas ee?ou a rir, audindo Narcisa, batendo palmas
entusiasmo.
Dudu, orgulhoso, ergueu a cabe?a e desfilou na mesa um passo que dizia: “Eu sou o escolhido
do mundo dos pássaros.”
Ang Alves observava as crian?as da porta, um sorriso indulgente no rosto.
estava pensando em ter uma filha.
Mas ainda faltava o pai da crian?a.
Apenas de pensar em Felipe, sentia um aperto no cora??o.
Ele a abandonara e ainda queria mantê sob seu controle,o se fosse fácil de ser dominada.
Lazaro tinha sumido por aí, e n?o nejava voltar para o almo?o de familia, deixando um ar sombrio
no rosto de Ema.
?ng Alves deu um tapinha em seu ombro e sussurrou: “Eu pedi uma casa para você na política de
habita??o da empresa, depois do Ano Novo deve ser aprovada, e você e as crian?as podem se mudar
para lá. Sem a sua contribui??o financeira, Lazaro n?o vai conseguir levar uma vida fácil por muito
tempo.”
Ema assentiu a cabe?a. Os sogros tinham usado toda a aposentadoria para pagar o
financiamento da casa, e Lazaro n?o dava um centavo para casa, todos os gastos eram por conta
d.
A sogra era astuta; a casa estava registrada em nome d e do sogro, n?o tendo nenhuma r??o
com Ema e Lazaro. Ema havia se tornado uma mera pagadora de contas, sustentando uma familia
inteira sozinha.
?ng Alves tinha pensado que era forte, mas percebeu que n?o era páreo para
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Capitulo 443
Valeria, que a estava consumindo até n?o sobrar quase nada.
N?o há nada mais triste para uma nora do que ser tratadao uma estranha pelo marido e p
familia dele, nunca sendo realmente parte d.
No dia seguinte, é o dia em que os genros visitam e cumprimentam os pais e sogros.
Logo cedo, Ke já estava sentada no quintal, suspirando.
agora estava sem genro, e isso inevitavelmente a deixava um pouco abatida.
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Enzo Alves se aproximou, ele tinha voltado no dia anterior: “M?e, minha irm? está aqui você para
passar o ano novo, n?o é bom? Você preferiria que se casasse de novo e fosse jantar na casa de
outras pessoas, só podendo voltar aqui no segundo dia?”
Ke suspirou: “No passado, todo segundo dia do ano, Felipe vinha Nilo, e eu ficaval esperando
por eles aqui no quintal, virou um hábito.”
Enzo Alves torceu a boca: “Melhor esquecer dele, ele é um verdadeiro traidor, nem separa
meu irm?o Elton.”
Ke mostrou uma express?o triste: “Elton também casou outra. Parece que os irm?os Martins
estavam destinados a ter apenas um breve encontro ?ng.”
Enquanto fva, viu um Bentley se aproximando e parando na porta.
Um homem alto e atraente saiu do carro.
Enzo Alves o reconheceu, era Henrique, o filho da familia Dias.
“M?e, n?o fique triste, um possível futuro genro veio nos visitar. Minha irm? é um p?ozinho quente,
quem se preocuparia n?o se casar?”
Os olhos de Ke brilharam e rapidamente o convidou para entrar e chamou a filha, depois abriu o
grande port?o do quintal..
Henrique sorriu levemente e se apresentou educadamente: “Tia, meu nome é Henrique, sou amigo de
?ng Alves, estava passando por aqui e decidi vir lhe desejar um feliz ano novo.
“Você é muito educado, entre e fique à vontade.”
Ke sorriu, seus olhos quase n?o podiam ser vistos de t?o felizes.
Esse filho da família Dias também n?o era nada mal, elegante e distinto, n?o deixando nada a desejar
empara??o aos genros anteriores.
?ng Alves estava diante da jan do quarto quando avistou Henrique, e seu cora??o deu um pulo
de surpresa, pois jamais esperava que ele fosse aparecer em sua casa.