Capítulo 439
Ang Alvesn?ou the um olhar profundo.
As pvras dele tornavam–se cada vez mais ininteligíveis para , e já n?o conseguial discernir o
verdadeiro do falso. Seu peito descia lentamente para um abismo sem fim, uma névoa de dúvida se
enraizava em sua mente, causando ondas tumultuosas de emo??o.
n?o se importava em gostar de uma fofoca, só tinha medo de ver o pior resultado..
“N?o faz diferen?a, afinal, quem deve estar nervoso n?o sou eu. Se o documento final estiver ok, vou
voltar ao trabalho.”
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se virou em dire??o à porta, prestes a abri, quando o homem se levantou abruptamente de sua
cadeira de escritório,o um furac?o que se aproxima. Com um movimento brusco. fechou a porta e
a encurralou contra a parede num gesto impetuoso.
“Você realmente n?o se importa?”
Ele estava t?o perto que a sensa??o opressiva a envolvia, dificultando sua respira??o.
“Com quem você dorme ou quantos filhos você tem, isso é da sua conta, n?o tem nada a verigo.
No máximo, eu estaria só de olho na situa??o. Por que eu me importaria?”
Felipe segurou seu queixo firmeza, encarando–a sem piscar, um olhar pranteo o de
uma águia, “E o que explica esse azedume de agora,o se estivesse mergulhada em vinagre?”
?ng, por dentro, de fato sentia uma acidez,o se tivesse sido for?ada a engolir um jarro de suco
de lim?o puro.
Mas se esfor?ava ao máximo para manter a calma e n?o dar pistas de seus sentimentos.
“Tudo bem, eu admito, me importo um pouco, mas n?o tem nada a ver você. Eu nem gosto de
você,o poderia estar ciúmes? Eu só estou preocupada o meu Nilo, medo de que,
com outros filhos, você o negligencie,o o Sr. Domingos fez você.”
Suas pvras eram cortantes e atingiam Felipe em cheio.
Um pux?o agudo atingiu seu cora??o, causando–lhe uma dor sutil.
A ideia de que n?o o amava, de que ele n?o tinha lugar em seu cora??o, o deixava irascível e ele
perdia o controle de seu temperamento.
“Eu também n?o gosto de você, você éo um porco–espinho, cheio de espinhos, muito
desagradável.”
?ng sentiuo se tivesse sido atingida por um golpe surdo, seu ombro tremendo levemente.
sempre soube que ele n?o a valorizava, n?o precisava ser lembrada a todo momento.
10-10
Cecinulo 43
“Na verdade, está bom assim, todos est?o livres. Você casou seu amor tónico, e eu posso
encontrar alguém que realmente me ame. disse, ch de rancor
Essas pvras acenderam a fúria nele, um brilho de raiva passou por seus olhos. “Goste de mim ou
n?o, você será minha mulher para toda a vida, n?o pence em mais ninguém.
Seu dominio tirano e sua arrogancia despertavam todo o ressentimento que mantinha reprimido.
“Por qué? Após o divorcia, eu n?o tenho nada a ver você n?o espere poder me contrro
antes. N?o sou sua boneca, nem sua escrava. Mesmo que amanh? eu case ás pressas outro
homem você n?o pode fazer nadal
Felipe a pegou no colo e a jogou no sofá, sobrepondo–se a . “Tenho meus meios para te contrr,
n?o provoque apenas espere eu voltar.”
Ang estava envergonhada e irritada.
Voltar? Com sua amante e filhos ilegitimos?
pensou que era alguma Santa dos desamparados?
*O que está feito está feito. Eu n?o quero mais você, seu traidor indigno.”
“Se sou indigno ou n?o, você verá o tempo.”
Ele se inclinou e a beijou for?a.
Era a única maneira de fazê lembrar quem realmente a possuía.
lutou for?a, tentando empurrá–lo, mas ele segurou seus pulsos firmemente acima de sua
cabe?a.
Sua respira??o quente rapidamente a consumia, deixando–a ofegante e frágilo um tufo de
algod?o, sem for?as para resistir, submissa à sua invas?o.
Diante do poderoso tirano, era apenas um cordeirinho fraco, incapaz de se defender.