Capítulo 412
Felipe mexeu os lábios,o se quisesse dizer algo, mas engoliu as pvras e se virou. caminhando
para fora.
Ang Alves puxou o cobertor sobre a cabe?a, as lágrimas rodando nos seus olhos.
Se n?o fosse pelo erro médico no passado, talvez ainda fosse apenas uma pequenal assistente de
design, lutando para se estabelecer no trabalho, e jamais teria cruzado caminhos ele. Quem diria
que uma vida t?o ordinária poderia também ser uma fonte de felicidade?
No dia seguinte, Le foi até a GM.
pensou durante toda a noite, n?o podia simplesmente esperar que ele se divorciasse, tinha que
fazer algo para solidificar sua posi??o.
“Felipe, você n?o pode continuar me deixando dedo, eu quero ser sua mulher, e quero ter um
filho.”
Com um filho, ele jamais poderia pensar em se livrar d. iria grudar neleo chiclete,
para sempre.
Um arrepio de frieza passou pelos olhos de Felipe.
Ele já esperava por esse pedido, n?o era uma surpresa.
A sua ganancia iria custar caro.
From N?velDrama.Org.
“Esta noite, mandarei alguém te buscar.”
Le sorriu triunfante, rebndo enquanto saía.
à noite, na V no meio da montanha, a luz era tênue e sombria.
Quando a mulher entrou, o homem que a esperava estava sentado no sofá, vestindo um robe.
parecendo pregui?oso e encantador.
Ele serviu duas ta?as de vinho tinto, entregando uma a .
“As luzes est?o t?o baixas,” entou, tomando um pequeno gole.
“Isso é que é romantismo,” ele respondeu secamente.
sorriu. “Eu adoro romance.”
Esvaziou a ta?a de vinho ee?ou a se despir.
“Felipe, esta noite, vou fazer você se sentir nas nuvens.”
sabiao fazer isso.
Secretamente, ativou a camera do celr, nejando dar um ‘presente‘ a ?ng Alves.
A meia–noite, o vento trio sobrou p jan entreaberta.O homemn?ou um olhar para a mulher
adormecida ao seudo, somriu maliciosamente, levantou–se da cama, vestiu o robe e
salu
No sal?o parou diante do espelho e acariciou levemente o próprio rosto bonito.
Soba luz fraca era quase impossivel distinguir entre ele e Felipe.
? Grupo Zeus, fundado por Felice, tinha a mais avan?ada tologia global e criar uma máscara de
“pele humana” era brincadeira.
Quando Le acordou o homem ja tinha ido embora.
Olhando ao redor, para o caos pos–batalha no quarto, n?o pode conter um sorriso furtivo.
Finalmente, se tomara a mulher de Felipe.
Na noite anterior, ele tinha sido selvagem, gritara até ficar rouca, quase desmaiando.
Vestiu–se e pegou o celr, um toque suave, enviou o video gravado.
Nesse momento. Ang Alves estava tomando café da manh?.
Ao ver o video, sentiu–se atordoada,o se um trov?o a tivesse atingido.
Felipe, você é incrivel eu adoro isso, n?o pare, ah…”
Uma onda de nausea subiu do est?mago de Ang Alves, e quase vomitou o leite que acabara de
beber.
Embora a imagem de Felipe outra mulher frequentemente invadisse seus pensamentos. ver
os próprios qlhos foi mil vezes mais chocante.
Erao se um balde de ferro fundido tivesse sido derramado em seu peito, o metal quente
queimando seus órg?os e cada cél.
Uma dor aguda emanava do seu cora??o, tirando–lhe o f?lego e fazendo–a se curvar, lutando para
n?o cair.
fechou os olhos lentamente, o desespero a envolvendoo uma corrente suja, apertando–a sem
deixar espa?o para esperan?a, seu cora??o transformado em cinzas.
“Mam?e, o que aconteceu? Você está se sentindo mal?” Uma vozinha infantil e suave veio dodo.