Capítulo 374
Elton cuidadosamente odou–o na cama e cobriu–o o len?ol.
“à noite, eu cuidarei do Galeno, n?o se preocupe.”
“Já está tarde, você também deve descansar cedo.”
?ng disse isso e, depois de beijar a bochecha rosada do seu filho Dudu, saiu do quarto.
Ao abrir a porta e virar–se, percebeu um vulto vermelho passar pelo canto do corredor.
se assustou, recuou instintivamente para o quarto, pálida.
“O que houve?” Elton perguntou apressadamente.
“N?o… n?o é nada.” engoliu em seco, tentando manter a calma, provavelmente foram seus olhos
pregando pe?as.
Eltonn?ou–lhe um olhar significativo, espiou pelo corredor o olhar varrendo o ambiente. Estava
silencioso, sem ninguém.
“Quer que eu te panhe até o seu quarto?”
“N?o precisa, eu moro logo aodo. Cuide bem do Galeno, ele gosta de chutar as cobertas à
noite.”
?ng sorriu, reunindo coragem para sair novamente.
Elton ficou na porta, observando–a entrar no quarto antes de fechá alívio.
Nesse momento, Felipe estava sentado no sofá, folheando uma revista de negócios casualmente.
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Nilo já havia adormecido sozinho no quarto da’s crian?as.
Ao ver ?ng entrar, Felipergou a revista e a abra?ou p cintura fina. “Vamos tomar um banho
juntos?”
?ng, ainda assustada, deu–lhe um leve empurr?o. “Estou um pouco cansada, quero dormir cedo.”
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Percebendo que n?o estava bem, Felipe soltou–a. “Será que você está resfriada? Vou preparar a
água para você tomar um banho quente e rxar.”
acenou a cabe?a.
Depois que Felipe preparou a água, se deitou na banheira de hidromassagem, n?o conseguindo
tirar da cabe?a a imagem daqu sombra vermelha fantasmagórica.
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Seria ilus?o d ou estaria vendo fantasmas?
Era apenas sua imagina??o, ou estava realmente vendo coisas?
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Felipe teria visto também?
Conhecendo–o, mesmo que tivesse visto, n?o diria uma pvra.
Após sair do banheiro, foi até o quarto das crian?as, deu uma olhada no filho, que dormia
profundamente.
Beijou a bochecha do filho e voltou para o seu próprio quarto.
Felipe já havia tomado seu banho e estava encostado na cabeceira da cama esperando por
.
Tinha vestido um robe de seda azul–royal, o peito musculoso e sensual levemente exposto, era
extremamente sedutor, parecendo um dem?nio tentador, capaz de fascinar alguém até a morte sem
que se importasse, uma constante tenta??o.
?ng deitou–se aodo dele, n?o resistiu e admirou-o discretamente.
Um homem t?o magnífico que até as almas no além se encantariam por ele, voltando secretamente
das profundezas apenas para lhen?ar mais um olhar.
Felipe tocou sua testa, verificando que a temperatura estava normal, e ent?o se tranquilizou um
pouco, cobriu–a até o pesco?o e disse, “Durma cedo.”
“Ah.” respondeu baixinho e fechou os olhos.
Felipe também se deitou, deu–lhe um beijo carinhoso na testa e a abra?ou.
Seus bra?os eram quentes e seguros, e em pouco tempo, adormeceu.
à meia–noite, uma brisa marinha assobiou p jan.
acordou do sonho, levantou–se silenciosamente e foi verificar o filho no quarto aodo.
Ele dormia profundamente, apenas um pezinho para fora das cobertas.
puxou as cobertas, cobrindo bem o pézinho dele, e saiu.
Chegando ao bebedouro, serviu–se de um copo de água e foi até a jan panoramica, bebendo
enquanto contemva o mar agitado ao longe.
Tudo estava em silêncio lá fora, todos imersos em seus sonhos, a luz da lua espalhando um brilho
solitário e frio na areia da praia.
De repente, a sombra vermelha reapareceu sob uma palmeira.
A luz da lua iluminou ramente o rosto pálido e trágico da mulher.
?ng estremeceu, derramando água quente da m?o em panico.
Ent?o, uma voz grave soou por trás: “N?o consegue dormir?”
virou–se e viu Felipe se aproximando.
“Apenas sede, tomando um pouco de água.” colocou o copo dedo, pegou um
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guardanapo para secar as m?os e, olhando novamente para debaixo da árvore, a sombra já havia
desaparecido.