Capitulo 352
“ro.” – Nilo concordou a cabe?a.
Sueli bateu palmas de alegria: “Nilo é muito legal! Sueli ama mais o Nilo do que tudo.”
Manu mostrou a lingua, já estava na esc primária e se considerava uma mocinha, n?o brincava
mais bonecas Barbie.
gostava de “Mundo Convexo e Concavo“!
Ang Alves deu uma olhada nas crian?as e segulu Felipe para a s de estar para
cumprimentar os parentes.
Felipe passou o bra?o em volta dos ombros d: “Já que o Elton cancelou o casamento, vamos
adiantar o nosso. Já escolhi a data, seis de fevereiro é um bom dia, vamos marcar para ent?o.”
?ng Alves tremeu violentamente e ficou olhando para ele os olhos arregdos, sem saber o
que fazer..
A matriarca também se surpreendeu, o filho nunca tinha mencionado isso a .
O tio riu: “Felipe e Ang Alves se reconciliando merecem uma segunda celebra??o do casamento,
para animar, Nossa familia Martins terá uma du felicidade este ano.”
Os outros também concordaram.
O cora??o de ?ng Alves parecia um tsunami,o se cavalos selvagens estivessem galopando.
Saindo da s de estar, puxou Felipe para o jardim: “Por que casar agora, se ainda n?o nos
reconciliamos?”
Felipe segurou a m?o d e a envolveu: “Quer você queira ou n?o se reconciliar, eu vou te dar um
casamento.”
Seus olhos brilhavam ternura, e ent?o, ele rapidamente tirou unt anel de diamante do bolso e
colocou no dedo anr d, sem dar chance para escapar.
O anel era muito especial, desenhado por ele mesmo, um raro diamante vermelho em forma de
cora??o embutido no centro.
Vermelho é a cor mais rara em diamantes, tornando esta pe?a verdadeiramente única.
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Ang Alves sentiu o peso do anel no dedo e tentou tirá–lo, mas percebeu que n?o conseguia. Ele
sorriu maliciosamente e segurou a m?o d novamente: “Agora que o anel está no dedo, você n?o
pode tirá–lo.”
“Felipe…” – tentou dizer algo, mas ele a silenciou o dedo indicador nos lábios d. “?ng
Alves, eu quero te dar um casamento, quero que você use o meu anel, n?o me rejeite.”
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“Mas…”
“Sem ‘mas‘.”
Ele inclinou a cabe?a e a beijou.
Seu cora??o estava em desordem.
sabia que ele havia definido o casamento na frente de todos para que n?o tivesse a
chance de recusar.
E conhecendo–o, estava tudo decidido.
n?o podia mudar nada.
Manu surgiu do nada, viu os dois e cobriu a boca, rindo: “Tio Felipe e Ang se beijando.”
Felipe soltou ?ng Alves e foi até Manu, bagun?ando o cabelo d: “Sua pestinha, onde est?o
seu irm?o e sua irm??”
“Eles já subiram, vamos assistir a um desenho animado juntos.” – Manu mostrou a língua e correu
de volta para o sal?o.
?ng Alves estava um pouco envergonhada, empurrou Felipe e seguiu Manu para dentro.
Na s de chá, Lisa sentou–se no sofá perto da jan e viu toda a cena.
estava muito invejosa, gostaria que Elton fizesse o mesmo .
Odineia sentou–se aodo d, também viu e ummpejo de inveja brilhou em seus olhos.
Nos últimos dias, só conseguia pensar emo Felipe era lindo, e imaginavao seriam os
músculos firmes e sensuais escondidos sob suas camisas de grife.
queria passar uma noite ele, se divertir juntos.
?ng Alves parecia t?o sem gra?a, Odineia tinha certeza de que poderia levá–lo às nuvens de
prazer, muito além do que ?ng jamais poderia.
“N?o entendo o que ?ng Alves tem de especial, é t?o sem gra?a eum, nem para nos servir
serve. Por que meu cunhado e Felipe gostam tanto d?”
Lisa olhou para desdém: “Odineia, cuidado o que f, n?o deixe que estranhos ou?am e
manchem o nome da nossa familia Santiago.”
Odineia torceu a boca e disse seu jeito direto característico: “Eu sempre falo o que penso, sem
rodeios. Por acaso, uma filha da família Santiago vai ser inferior a uma mulher do povo?”