Capítulo 342
Ang Alves soltou um sorriso ir?nico,o se pensasse: “Que mulher seria t?o azarada de se casar
em uma familiao essa!“.
“Bem, se Ema estiver disposta a vir até mim e pedir a Lazaro que interceda, eu meprometerei a
contratar um advogado para tirá–lo da pris?o.”
Valéria tremia de raiva. Agora que a mulher havia se mudado os dois filhos, que n?o estavam
fazendo nada além de dar prejuízo, definitivamente n?o queria ter que implorar a ?ng.
“Por que tem que vir?”
“Porque é a que se dá melhorigo“, respondeu ?ng serenidade.
Valeria murmurou baixinho: “ se mudou os filhos sem saber o que fazer,o voul encontrá–
la? Isso é só para me deixar em maus len?óis, n?o é?”
O olhar de Ang endureceu: “Tia, você também é uma mulher, você se considera uma perda?“.
Joana zombou: “Só tem prejuízo quem n?o sabe ganhar dinheiro. Lázaro tem mais de trinta anos e,
além de gastar, o que mais ele sabe fazer? Se um dia você ficar doente e acamada, ele conseguirá
tirar um centavo do bolso para salvá?”
Valeria estava furiosa de vergonha. Para , seu filho era o melhor, insubstituível.
“Sua garota insolente, cale–se! N?o é sua vez de fr. N?o pense que ser uma influenciadoral digital é
uma grande coisa. O Lázaro é o primogênito da familia Alves, ele tem mais a dizer aqui do que você“,
esbravejou.
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?ng calmamente tomou um gole de seu caldo e disse: “De qualquer forma, eu já estabeleci as
condi??es. Se você quiser aceitar, è você“.
Valéria estava pronta para responder, mas foi interrompida por Belmiro Alves: “Chega, vá convencer a
Ema e pe?a a que traga as crian?as de volta“.
Valeria lhen?ou um olhar severo e se calou.
A matriarca da familia andou p s e, quando voltou, olhou para o segundo filho um brilho nos
olhos: “Lourival, seus filhos s?o muito bem–sucedidos, eles sabemo ganhar dinheiro. Vocês
vivem em uma mans?o espa?osa empregados para servi–los, uma
verdadeira vida celestial. Seu pai eu estamos sozinhos aqui em Cidade R, e a saúde
dele falhando, talvez nem nos vejamos uma última vez…”
as eu ainda amo você,
e?ou a chorar: “Eu posso ter sido negligente antes, filho. Você sempre será um peda?o de
mim.”
Ouvindo isso, Ke entendeu o recado: “Olha só, se você é pans
querem se mudar para
Cidade Mar, venham. A casa de Lazaro foiprada o dinheiro de vocês. Será que meu
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irm?o e minha cunhada teriam a coragem de recusar? Mesmo se eles se mudassem, ainda teriam que
deixar vocês dois morarem lá.”
Essas pvras foram um tapa na cara do casal mais velho.
Valerian?ou um olhar gdo para : “Nossa pequena casa n?oporta tanta gente. Sual grande
mans?o pode odar vinte pessoas, por que n?o deixar os pais morarem você?”
Ke respondeu: “Nossa mans?o foiprada por Enzo Alves, a casa de vocês foiprada pelos
nossos pais. N?o me diga que eles n?o podem morar na própria casa?”
Valeria sentiu–se profundamente provocada e irada.
Ent?o, o genro que permanecera em silêncio até aquele momento se pronunciou: “Vó, sendo Enzo
Alves uma figura pública, ele deve sempre manter a privacidade. N?o seria conveniente para vocês
morarem aqui. Que tal se euprar uma mans?o separada para os senhores neste mesmo
condomínio e contratar dois empregados para cuidar de tudo? O que a senhora acha?”
Ao ouvir isso, a avó quase pulou do sofá de excita??o e concordou rapidamente: “Ah, seria
maravilhoso!”
?ng ficou surpresa por um momento e olhou para ele: “Bem…“.
queria recusar, mas Felipe a interrompeu: “Se a vovó concordou, ent?o está decidido“. ?ng
segurou a testa, pensando que ter dinheiro realmente lhe dá poder.
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acrescentou apressadamente: “Tenho mais dois pedidos. Primeiro, a mans?o é apenas para os
dois idosos, nenhum outro pode morar lá. Em segundo lugar, suas pens?es devem ser administradas
por minha m?e. Se precisaremprar alguma coisa, fará aspras“.
Valeria ouviu e logo ficou descontente: “E a pens?o, você ainda tem que pagar a hipoteca do Lázaro,
como vai conseguir?”
?ng respondeu: “Seus avós já pagaram por ele durante três anos, agora é hora de ele assumir a
hipoteca“.