Capitulo 336
Ao avistar Felipe, os olhos de Odin imediatamente brilharam um fulgor apaixonado.
“E ai, sou Odin, irm? da Lisa, agora somos praticamente familia, né?” – acariciava seus cachos
castanhos sobre os ombros, sorrindo enquanto o cumprimentava.
Felipe permaneceu impassivel, t?o frio quanto um iceberg.
“Vamos subir“, disse ele secamente, e caminhou em dire??o ao elevador Ang em seus
bra?os.
Ang percebeu que alguém estava interessado nele.
O homem era simplesmente deslumbrante, capaz de uma sedu??o mortal, atraindo olhares e suspiros
a cada minuto.
O cora??o de Odineia gelou. era a deusa nacional de Myanmar, o rosto de um anjo e o corpo
de uma mulher–diabo; todos os homens cm a seus pés, mas ele nem sequer a olhava!
Tina, sempre perspicaz, logo percebeu os sentimentos de Odineia.
queria eliminar Ang, mas temia que acabasse fazendo a cama para outros participantes.
Se alguém estivesse disposto a entrar na batalha por , seria perfeito.
“Desista, enquanto ?ng estiver no jogo, o Felipe n?o vai olhar para mais ninguém“, pensou Odineia
com amargura.
Mas ainda n?o havia jogado suas cartas. Na arte de seduzir homens, tinha muitos truques na
manga.
Quando ng entrou no quarto, recebeu uma mensagem de WhatsApp de Elton, que havia retornado
ao Brasil mais cedo.
Felipe viu a mensagem e, autoridade, tomou o celr das m?os d.
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“Você n?o vai“, ele ordenou.
Ang levantou o olhar, séria: “Nesses três anos em que fiquei fora, houve outro motivo para n?o
voltar. Eu machuquei minha perna, fiquei paralisada e os médicos disseram que eu poderia ficar na
cadeira de rodas para sempre. Foi Elton que cuidou de mim, me incentivou a me levantar novamente.
Devo muito a ele, uma divida que n?o posso pagar nesta vida. Isso também é culpa sua. Se você
tivesse sido francoigo, eu n?o teria ido para o Pais A arriscar tudo.”
Suas pvras foramo uma lamina, cortando a ferida ainda aberta no cora??o de Felipe.
Era, de fato, culpa dele, e por isso ele havia sido punido, perdendo–a por três anos!
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Ele queria dizer algo, mas n?o sabiao expressar, mexeu os lábios, mas permaneceu em silêncio.
Ang recuperou seu celr e disse: “Como te disse, sou prática e n?o desperdi?o meus
sentimentos. Quando você pediu o divórcio, eu n?o hesitei em ir embora. Agora que Elton se casou
com outra, eu terminarei ele também. Sempre soube lidar as chegadas e partidas, sem me
arrastar. Agora, preciso me despedir dele.*
Felipe a puxou para si: “N?o vou te deixar ir de novo, daqui para frente serei sincero, um bom marido.”
n?o respondeu, stou–se calmamente, pensativa, e depois disse: “N?o sei o que o futuro
nos reserva, vamos ver o que acontece.”
n?o estava certa do que restava entre eles.
Havia muitas coisas, muitas pessoas mais importantes para ele do que em seu cora??o, e n?o
queria ser deixada para trás novamente.
Quando Elton chegou ao Apartamento Baía, ?ng havia preparado um banquete e aguardava
Galeno.
Assim que entrou, Galeno correu para seus bra?os: “Papai, você finalmente voltou, mam?e e eu
sentimos muito a sua falta.”
Elton o ergueu, beijando seu rostinho carinhosamente: “Papai também sentiu saudades.”
Durante seu tempo em Mianmar, seu cora??o jamais esteve em paz, temendo que Felipe pudesse
aproveitar a oportunidade para tomar ?ng, ent?o assim que Fidelia saiu da UTI, ele correu para
casa.
?ng sorriu levemente: “Deve estar fome. Vávar as m?os e trocar de roupa, vamos
Elton olhou para , notando sua serenidade habitual, e se sentiu um pouco mais tranquilo.
Os olhos de Elton percorreram o rosto d e, ao ver que estava t?o calma quanto sempre, ele se
sentiu um pouco mais aliviado.
Dudu chamou do cercado: “Papai está de volta, vamoser.”
?ng n?o p?de deixar de lembrar da casa em Cidade Misteriosa, onde Dudu sempre dizia essa frase
quando Elton voltava para casa.
Eles eram uma família, eram os quatro. Pena que logo se tornaria uma coisa do passado.