Capítulo 317
Ang Alves baixou os olhos, e suas longas pestanasn?aram sombras de lágrimas tristes nas
palpebras. “Minha perna já está quase curada, é hora de voltar e acabar o passado. O Felipe
rasgou o acordo de divórcio, ainda n?o estamos divorciados. Desta vez, quero finalizar os
procedimentos do divórcio, e depois disso, n?o terei mais nada a ver ele.”
Essas pvras deram a Elton um vislumbre de conforto. Ele segurou a m?o d e disse: “Ang
Alves, depois que você se divorciar, casaigo, seja minha esposa, pode ser?”
“Sim.” assentiu, a imagem de Felipe passando por sua mente.
Ele nunca a amara de verdade, apenas a tratavao uma propriedade sua.
n?o lhe devia nada.
Mas devia muito a Elton. Sem ele, teria morrido na ilha deserta, tornando–se apenas ossos
esquecidos por todos.
A amizade dele, o favor de salvar sua vida, provavelmente teria que passar a vida toda para
retribuir!
A porta do quarto abriu–se um pouco.
Nilo espiava furtivamente para fora.Ele tinha ouvido o nome do pai, ent?o era realmente
sua m?e!
queria se divorciar do pai?
Por que n?o queria mais o pai, n?o queria o Nilo?
Foi quando o telefone de pulso tocou, e ele rapidamente trancou a porta para atender.
Era Galeno ligando.
“N?o é bom, seu pai está voltando para Cidade Mar, e ainda n?o trocamos de lugar, o que
faremos?“Nilo: “N?o se preocupe, seus pais também est?o indo para Cidade Mar. Vamos esperar até
chegarmos lá para encontrar uma oportunidade de trocar.”
Galeno: “Tudo bem, lembre–se de levar o Dudu mam?e e papai.”
Nilo: “Quem é Dudu?”
Galeno: “Noe, da nossa casa, é um papagaio.”
Nilo: “…”
Galeno desligou o telefone e seguiu Felipe até o carro.
Na noite anterior, Felipe n?o havia voltado para casa até agora, e só agora ele o tinha visto.
Ele parecia muito sério, frio, provavelmente n?o era fácil de lidar.
Elee?ou a sentir falta da mam?e e do papai.
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Esperava que a mam?e e o papai chegassem logo em Cidade Mar.
Felipe se encostou no assento, massageando as temporas doloridas.
Sua cabe?a d, seu cora??o também!
Havia uma serpente verde no seu peito, soprando veneno e mostrando suas presas adas. roendo
continuamente seu cora??o, causando dores agudas.
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Ang Alves ainda estava viva, n?o tinha morrido.
Mas ele ainda estava prestes a perdê.
Assim que ele a soltasse, assim que lhe desse a liberdade, iria embora para sempre,
Galenon?ou um olhar furtivo para ele e pensou, “Tio…”
N?o, deveria chamar de pai.
Era hora de interpretar o papel, ele tinha que parecer mais auténtico.
“Pai, está procurando p mam?e?”
Felipe levantou a m?o e acariciou sua cabe?a, “A mam?e logo estará de volta.”
Galeno sentiu um aperto no cora??o. Mam?e tinha só uma, e se ele a levasse embora, o que ele e o
papai fariam?
“E se a mam?e n?o quiser voltar?”
“ vai voltar.” Felipe disse convic??o. Assim que ele a encontrasse, n?o tinha esperan?a de
fugir.
Galeno fez uma careta. Mam?e era dele e do papai, ele nunca deixaria que ele a levasse
ria que ele a levase
embora.
“Mam?e certeza n?o gosta de você, por isso que foi embora.”
e
Essas pvras foramo espetar uma faca na ferida de Felipe, e ainda jogar sal.
Uma dor aguda no peito o fez apertar os dentes.
Kevin, no banco do motorista, deu uma olhada em Galeno pelo retrovisor. O senhor estava estranho
hoje, por que diria algo assim?
“Nilo, quem te disse isso?”
“Eu adivinhei.” Galeno mostrou a lingua.
Kevin ficou ligeiramente surpreso, a express?o do senhor hoje parecia mais rica. Normalmente, ele e o
Sr. Felipe eram sempre sérios, n?o sorriam ou fvam muito, onde havia espa?o para tantas pvras
e caretas?
Felipe fechou os olhos, perdido na própria dor, sem prestar aten??o ao filho.
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so de pensar que a pessoa amada por Ang Alves era Elton, suas entranhas se contorciam em um
no,o se milhares de formigas estivessem a roer por dentro, causando um
desconforto imenso,