Capítulo 304
Quando Felipe chegou à Pra?a da Liberdade, Elton e todos os seus seguran?as já estavam
procurando Ang nobirinto.
Drones sobrevoavam obirinto, mas Ang havia desaparecidoo fuma?a ao vento.
Irritado, Felipe derrubou Elton um soco, dizendo: “Se você n?o conseguiu protegê, n?o deveria
tê trazido para cá!”
Elton n?o revidou. Ele estava desesperado e se culpando terrivelmente.
O inimigo era mais astuto do que ele havia imaginado.
Felipe sentiuo se todos os seus nervos estivessem a ponto de estourar, esse era o seu pior
pesadelo se tornando realidade.
“Deve haver uma passagem secreta aqui, procure os detectores subterraneos imediatamente.” “Sim,
senhor“, respondeu Kevin.
No Brasil, o dinheiro abre muitas portas, n?o há nada que você n?o possa fazer ele.
Logo, o detector chegou.
De fato, havia um passagem secreta sob obirinto, armadilhas escondidas.
Ang tinha caido justamente sobre uma ds!
Felipe e seus homens desceram p passagem, mas ?ng já havia sido levada.
O dia já estava ro.
Ang acordou de um desmaio e se viu em uma cabana o som das ondas ao fundo. parecia
estar na praia.
Uma mulher entrou, carregando um bebê.
?ng reconheceu imediatamente que era seu filho, Noe, que era a cara de seu irm?o, Nilo.
“Devolva meu filho!”
saltou da cama, correu até a mulher e arrebatou a crian?a, abra?ando–a apertado.
bebé acordou assustado ee?ou a chorar.
?ng apressou–se em acalmá–lo: “Noe, n?o tenha medo, é a mam?e, a mam?e está aqui, a mam?e
finalmente te encontrou!”
Parecendo reconhecer sua voz, o bebê parou de chorar e olhou para os olhos arregdos.
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Ang beijou a cabe?a dele dor: “Noe, a mam?e nunca mais vai deixá–lo“.
A mulher aodo d olhou amea?adoramente e, em um portugués quebrado, disse: “Se você n?o se
comportar, seu filho vai morrer“,
Depois que salu, Ang foi até a porta e espiou lá fora.
Era uma
fugir.
a cercada por água por todos osdos, sem uma embarca??o, seria impossivel
Todos os seus equipamentos haviam sido confiscados pelo inimigo, exceto pelo anel em sua
m?o.
Eles eram mais astutos do que imaginava.
Do outrodo da cidade do Rio de Janeiro.
Os irm?os de Felipe ja haviam avisado a policia e mobilizado for?as do bem e do mal para encontrar
Ang.
Elton estava à beira de um cpso. Ele havia perdido a Ang, havia subestimado o inimigo!
Felipe olhou para ele frieza e disse: “Pode ir embora, minha esposa, eu mesmo a salvarei“. Ja era
sabido por Elton sobre ele e Ang, n?o havia mais o que esconder.
Com um riso de escarnio, Elton disse: “Sua mulher? Você n?o ia se casar a Helena? Se
realmente fosse sua mulher, n?o precisaria se arriscar vindo a este lugar infernal para salvar o filho!”
Depois de deixar essas pvras, ele partiu furioso.
Felipe socou a mesa de centro, e o vidro se quebrou, formando um padr?o de estr.
Ele serviu um copo de uisque, adicionou cubos de gelo e tomou de um gole só, deixando o álcool forte
e gdo ajudá–lo a se manter calmo.
“Organizem uma busca de helicóptero por todas as ilhas ao redor do Rio de Janeiro imediatamente.”
O Rio de Janeiro n?o era t?o grande assim: se o inimigo quisesse esconder alguém. certamente seria
em uma das ilhas locais.
“Sim, senhor“, organizou Kevin imediatamente.
Elton foi direto para a mans?o de Eloisa.
Ele tinha certeza de que poderia conseguir algumas pistas !
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Naquele momento. Wilma estava sentada em seu pavilh?o tomando chá quando viu Elton chegar e
ficou surpresa: “Elton, o que você está fazendo no Rio de Janeiro?”
eu estou
Elton n?o estava animo para rodeios: “Pode parar de fingir, tia, você sabe que eu
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aqui.”
Wilma pousou a xicara de café que segurava: “O que você quer dizer isso?”
“Onde está a Ang?” – Elton perguntou, sem ms pvras.