Capítulo 280
A única raz?o p qual havia iniciado o processo era porque n?o queria esperar pelo dia em que
ele jogaria os papéis do divórcio na cara d nojo e a obrigaria a assiná–los.
queria preservar sua dignidade, frágil e patética.
“Mam?e, estou um pouco cansada, quero tirar um cochilo.”
“Certo, tome a sopa de galinha primeiro.” – Ke suspirou, sabendo que a filha sempre fora teimosa
desde pequena e precisaria de muita paciência para que visse as coisas de outra
maneira.
Um casamento que muitas mulheres só poderiam sonhar, a filha tinha encontrado, e isso era resultado
da familia Alves acumndo boas a??es por gera??es. n?o poderia assistir a destrui??o desse
futuro p própria filha.
à noite, Elton foi à casa da tia Eloisa.
“Tia, você teve alguma coisa a ver o que aconteceu a ?ng?”
“O que aconteceu ?” – perguntou Eloisa.
“ foi atropda quando voltava do trabalho para casa, o bebê nasceu prematuro e um deles n?o
sobreviveu.” – O cora??o de Elton estava apertado.
Ele n?o via Ang Alves há dias, pois havia sido levada por Felipe. Ele n?o tinhao procurá
e também n?o sabiao estava, se ainda estava sofrendo p perda do
bebê.
Eloisa suspirou:
suspirou: “ foi muito descuidada, eu n?o tive nada a ver isso, nem tive tempo de pensar em um
no antes d dar à luz!”
As sobrancelhas grossas de Elton se ergueram ligeiramente algumas perguntas: “N?o foi
mesmo você?”
“N?o!” – Eloisa bn?ou a cabe?a: “Provavelmente foi um acidente. N?o fique t?o desconfiado. sou
sua tia que te acolhe desde pequeno. Você duvidar de mim assim me magoa!”
“Tia!” – Elton a olhou seriamente, “A senhora é a pessoa mais próxima que eu tenho no mundo. e
?ng Alves é a pessoa que eu mais amo Ao machucá, você está me machucando.”
Eloisa fechou os cantos da boca em um sorriso presun?oso: “Ent?o devo ajudá–lo a roub? do
Felipe?”
“N?o é necessário, eu tenho meus próprios meios. Desta vez, eu n?o vou perder para o Felipe!“– disse
Elton determina??o.
Eloisa deu um tapinha em seu ombro: “Tia te apoia.”
Capitulo 260
No dia em que o bebêpletou um més, a avó Gabri velo e trouve presentes.
pegou oo no colo, t?o feliz que n?o queria mais soltar. O rostinho do bebé era quase idêntico
ao do pai quando pequeno.
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“Nilo, é a vovó, a vovó está aqui para ver você.”
O nome do bebê foi escolhido p matriarca, que já tinha pensado em nomes para dois bebés, mas
n?o esperava que um n?o sobrevivesse.
Ang Alves preparou a mamadeira e passou–a para que alimentassem o bebé.
O filho era tranquilo, raramente chorava e n?o exigia ser carregado. Após se alimentar, brincava um
pouco no ber?o e depois dor tranqumente.
suspeitava seriamente que ele tinha herdado o tra?o de indiferen?a do pai.
A matriarca sentia pena doo por n?o ter leite materno, tendo que se alimentar de leite artificial.
n?ou um olhar para Ang Alves, que já havia recuperado sua figura esguía: “Você está muito
magra, mal ganhou peso durante a gravidez, n?o é de admirar que n?o tenha leite.”
áng Alves apenas sorriu, sem dizer nada.
Ke se apressou em dizer: “Acho que puxou a mim, meus dois filhos cresceram leite
artificial.”
A matriarca falou: “Ke, você terá muito trabalho p frente.”
“é justo que eu cuide de minha própria filha e de meuo” – Ke sorriu.
A matriarca brincou oo em seus bra?os: “Embora papai n?o seja o primeiro filho, você é o
neto primogênito. No futuro, a familia Martins será sua.”
Ke ouviu isso e se alegrou secretamente.
tinha ouvido Bruna dizer que na familia Martins, a posi??o do filho e doo primogênito eram as
mais prestigiosas, destinadas a herdar os negócios da família, e ninguém poderiapetir ele.
Ao pensar que a riqueza da familia passaria para seuo, seu cora??o se enchia de alegria.
Era um futuro próspero para a Familia Alves. As gera??es passadas devem ter acumdo muitas
ben??os para que sua filha encontrasse tal sorte!
cuidaria muito bem desse preciosoo.
“Matriarca, um Ang dará a você maisos.”
Ang Alves engasgou levemente, tosslu baixinho e pensou que, a partir de agora, isso n?o seria
mais sua responsabilidade, mas sim de Helena.