Capítulo 254
“Uau, ouvi dizer que em Malta só se pode casar mas n?o se pode divorciar, Joanaentou um
toque de inveja na voz
“Eu sempre achei que o Elton fosse um pássaro livre, desfrutando da vida sempromissos, jamais
imaginaria que se amarraria t?o rápido, e ainda por cima a Ang Alves, que tem talento, Vasco
disse, levantando o polegar para Ang Alves Ang Alves sentiu um suor frio por dentro, apesar da
distancia de uma mesa, podia sentir ramente uma onda de frio vindo em sua dire??o,
assustadora, fazendo seu cora??o disparar!
Os olhos de Felipe acumvam uma frieza cortante, escondendo uma aura sinistra de amea?a, mas
sem demonstrar nenhuma emo??o no rosto,o se tivesse colocado uma máscara de gelo,
congndo todos os sentimentos num segundo, escondidos atrás da
fachada.
Erao se uma serpente verde tivesse deslizado por sua espinha e se enroscado em seu cora??o,
abrindo as presas e sibndo veneno, pronta para atacar a qualquer momento.
As m?os de Felipe sob a mesa estavam cerradas, os nós dos dedos pálidos de tens?o. Ele levou o
copo de caipirinha aos lábios e deu um pequeno gole, tentando acalmar os nervos.
Helena virou a cabe?a e olhou para ele um olhar carregado de emo??o, desejando poder
completar o que faltava entre eles.
Vasco mordeu um peda?o de fruta e suspirou, “Hoje só falta o Elton, se ele estivesse aquí seria
perfeito.”
Ang Alves ajeitou uma mecha de cabelo atrás da orelha, sentindo–se repentinamente. deslocada,
todos panhados e ali, solitáriao um holofote de mil watts no meio
da s.
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Mas isso n?o era o mais embara?oso. O pior era que era a esposa secretamente casada de
alguém e estava um belo par de chifres na cabe?a.
“Na próxima semana, o Elton deve estar de volta.”
falou calmamente, pegando um prato de salgadinhos ee?ando aé–los.
Felipe estreitou os olhos, observando–a, um brilho negro e gélido em seu olhar.
“Está ansiosa para que ele volte?” Perguntou, um tom desinteressado que mal conseguia
esconder a raiva que só ?ng Alves podia perceber.
optou por ignorar, lutando para manter a calma.
Mordendo um pastel de bacalhau, for?ou um sorriso, “Sim, especialmente quando vejo o Sr.
Martins e a Sra. Araújo t?o apaixonados, entrou uma saudade do Elton.”
Enquanto fva, passou a m?o sobre a barriga saliente, tanto o tom quanto o gesto
carregados de provoca??o.
Os lábios de Felipe se apertaram e um brilho frio passou por seus olhos.
“Uma vez
casada, a mulher deve ser fiel até o fim Jamais deve ter um cora??o dividido.”
Era um aviso para , que n?o tinhao n?opreender.
Homers podiam ser livres enquanto mulheres deveriam ser fiéis? Que ideia!
pegou um copo de suco tranquilidade, bebeu um gole e olhou para ele, desafiadora, “Pode
ficar tranquilo, Sr. Martins. Além do Elton, n?o tenho olhos para mais ninguém.”
Cada pvra erao uma b perfurando as defesas de Felipe, atingindo–o profundamente.
Seu cora??o se contorceu, a serpente em seu peitoe?ou a devorá–lo voracidade.
Por um momento, ele quis levá para fora e puni severamente, para que n?o tivesse mais
for?as nem para pensar.
Mas ele se conteve, pegou o copo sobre a mesa e virou o resto da bebida de uma só vez.
“Vou ao banheiro.”
Ele precisava se acalmar, para n?o perder o controle.
?ng Alves baixou a cabe?a, saboreando os petiscos no prato. Era uma mistura de sabores
salgados e doces, mas podia jurar que sentia um gosto azedo, talvez fosse por causa da gravidez.
Helena a observou, um sorriso enigmático, “Foi uma gravidez acidental ou nejada?”
“Acidental,” respondeu Ang Alves secamente. “Você n?o estava tentando engravidar? Alguma
novidade?”
O cora??o de Helena afundou. Felipe havia dito que queria que engravidasse logo, mas nem a
tocava. Como poderia engravidar sozinha?
engoliu em seco e abriu um sorriso exagerado, “Justamente nestes últimos dias é o meu periodo
fértil. Quem sabe até já estou grávida, quem sabe.”