Capitulo 234
Felipe levantou a m?o e envolveu os ombros de Helena. Instantaneamente, Helena sentiu umal onda
de emo??es inundando seu cora??o. Era a primeira vez que ele a tocava dessa forma.
“Tia, que bom que você veio. Hoje trouxe a Helena para anunciar nosso noivado. Já conversei
minha m?e, e a cerim?nia será marcada para depois do Natal,” disse ele, uma voz grave e ra.
O cora??o de Helena deu um pulo, quase explodindo de pura alegria.
Felipe queria se casar ?
Meu Deus, ele nem tinha fdo nada antes.
A felicidade chegou t?o de repente, nem estava preparada!
“Felipe!” olhou para ele olhos cheios de amor, um rosto envergonhado..
Eloisa estava furiosa. Enquanto sua filha sofria em casa, ele n?o podia esperar para casar
Helena, estava querendo matar sua própria filha de desgosto?
“Segundo as tradi??es da familia Martins, você deve respeitar três anos de luto antes de se casar!”
“Se a Helena estiver grávida, isso n?o será necessário.” A m?o de Felipe deslizou até o ventre de
Helena, um sorriso travesso e frio apareceu em seus lábios, “Quem sabe, talvez já esteja grávida.
Helena, quase desmaiando de excita??o.
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Felipe já estava pronto para ter um filho ?
Só de pensar em passar uma noite de amor ele, todas as céls de seu corpo gritavam de
entusiasmo.
Um espasmo agudo atravessou o cora??o de Eloisa, “Você já está recuperado?”
Felipe pegou uma cereja e a colocou na boca de Helena. “Talvez seja porque eu estou de bom humor
desde que Helena voltou, ent?o meu corpo mgrosamente se recuperou mais rápido.”
Eloisa tremia, seu mundo interno estava em turbulência.
Antes era Le, agora Helena, as sedutoras da família Araújo realmente tinham esse poder, de deixá–
lo t?o atordoado a ponto de esquecer tudo?
Agora, nem se lembrava mais do problema ?ng. Se Felipe estivesse recuperado, sua
própria filha n?o significaria nada.
“Você vai ser t?o cruel a Tina assim?”
“Fique tranqu, eu continuarei tratando a Tinao uma prima.” A frieza na voz de Felipe eral
indescritivel.
Nesse momento. Joel se levantou do sofá, decidido a mediar a situa??o, deu um tapinha no ombro de
Eloisa. “Sandra, n?o se pode for?ar a barra. Vá para casa e de um bom conselho para a Tina,
encontre um bom partido para .”
A matriarca assentiu. “Tina é inteligente e bonita. Vai ter uma f de pretendentes querendo entrar p
sua porta afora. Se você n?o quiser que case fora, pode muito bem trazer um genro para casa. O
dote que o senhor deixou para ainda está válido, n?o importa quem se case. o dote é
d.”
Eloisa respirou fundo, nenhum dote poderia superar a posi??o da Sra. Martins.
n?o conseguia engolir essa. Se Tina n?o pudesse ser a Sra. Martins, ninguém mais poderia!
“Cunhada, Elton, preciso ir cuidar da Tina, vou–me embora.”
Ao dizer isso, seus olhos varreram Helena um olhar sombrio e cheio de amea?a.
Helena n?o tinha medo. A posi??o de Sra. Martins já era d.
Após alguns dias de descanso, ?ng se recuperou e voltou para a empresa.
O andar do departamento de design teve a seguran?a refor?ada, Justina liderando uma equipe de
seguran?as em patrulhas diárias.
A assistente que Felipe designou para ?ng era Bebel, uma mulher robusta de 182 cm de altura,
que sentava na mesa aodo de ?ng.
?ng n?o esperava que o primeiro boato que ouviria na empresa seria sobre o noivado do
chefe Helena.
Ele provavelmente escolheu propositalmente a data do noivado para depois do Natal.
Porque o prazo para o nascimento do bebê d era na mesma época, esperando que desse à luz
para que ele pudesse se divorciar, voltar para a solteirice e depois se casar seu amor de
juventude, voando juntos para um futuro feliz.
tomou um gole de suco, sentindo um pouco de acidez.
Helena estava sentada na frente doputador, imersapletamente em sua felicidade. Quando
pensava que em breve se tornaria a Sra. Martins, n?o conseguia conter um sorriso furtivo.
Ema se aproximou eentou, “Sra. Araújo, por que o chefe designou uma assistente paral ?ng,
mas n?o para você? Afinal, você é a noiva dele!”