Capítulo 221
deu de ombros: “Ent?o, cada um faz o que quer, n?o importa o outro, n?o é? Afinal de contas, n?o
se pode permitir que apenas os poderosos fa?am o que querem sem deixar que as pessoas acendam
suas próprias luzes.”
Felipe segurou seu queixo firmeza, olhando–a intensidade, mas sem raiva. Em vez disso,
um sorriso ir?nico apareceu em seu rosto: “Você está ciúmes?”
riu: “Sr. Martins, eu já lhe disse que mesmo que você fosse o último homem na Terra, eu n?o
gostaria de você. Estou fndo sério! O senhor n?o atende aos meus critérios de escolha, sou uma
pessoa prática e n?o desperdi?o meus sentimentos facilmente.”
A boca de Felipe se apertou e ele sentiu uma pontada inexplicável no cora??o,o se uma b o
tivesse atingido.
“De quem você gosta? Do Elton?”
?ng Alves ficou cda.
gostava de estar Elton. Ele era bonito, talentoso, gentilo água e engra?ado. N?o tinha a
arrogancia e a pretens?o típicas dos filhinhos de papai.
Ele a aquecia nos dias frios, ajudava–a quando precisava e a encorajava nas derrotas. Ele era
tudo o que imaginava em um parceiro.
Infelizmente, n?o era a alma gêmea que ele procurava, ou n?o teria desaparecido sem deixar
rastros três anos atrás.
O ar estava repleto de um silêncio semelhante ao da morte.
Um silêncio que torcia cada nervo do corpo de Felipe.
“Por que você n?o f?”
Por que ele n?o disse,o antes, que eles eram apenas amigos?
Será que ele estava aceitando a situa??o?
Um sorriso estranho e mncólico apareceu no rosto d: “N?o há nada a dizer, tanto faz. Pense o
que quiser. De qualquer modo, n?o me importo o que você pensa.”
fva tanta calma, desinteresse e despreocupa??o que parecia que ele era apenas um
estranho sem importancia.
Felipe sentiu uma dor aguda no cora??o,o se tivesse sido espetado por um espinho afiado.
Ele moveu os lábios, querendo dizer algo, mas n?o conseguiu pronunciar uma pvra,o se algo
estivesse bloqueando sua garganta.
Aproveitando o momento, ?ng Alves rapidamente escorregou para fora de seus bra?os e
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Capitulo 221
entrou no quarto,
Quando salu do banho, viu Felipe na varanda, imóvel,o um fantoche sem alma.
*Sr. Martins, estou pronta para dormir. Vai dar uma a de música para o bebé?” A voz d soprou
como um vento frio, fazendo–o tremer. Quando ele se virou, já estava no quarto,
deitada na cama.
Ele se sentou aodo da cama e pegou um livro no criado–mudo.
Com os olhos fechados, estava t?o tranqu,o se já estivesse dormindo.
Ele a olhava fixa e profundamente, seu belo rosto sem express?o, frioo sempre. Mas ao fundo,
como um mar agitado por um furac?o, ondas turbulentas estavam se formando.
Naquele momento, no entanto, percebeu de repente que estava muito distante, t?o distante que
ele n?o conseguia tocá,o uma pipa no céu que poderia voar para longe e desaparecer a
qualquer momento se a linha se rompesse.
Um medo inexplicável brotou de dentro dele, espalhando–se por seu corpo.
Do que ele tinha medo? Com o que ele estava preocupado?
era apenas uma mulher sem importancia. Por que ele deveria se preocupar sua existência?
こ
Ele pegou um copo e bebeu toda a água, afastando as emo??es indesejadas ee?ou a ler.
Ele só se importava a crian?a.
Sim, apenas a crian?a, é ro!
Na manh? seguinte, ao acordar, ?ng Alves descobriu que seu irm?o estava nos trending topics por
toda a inte.
sabia que alguém iria explorar a história dele Rebeca.
[A produ??o fez de propósito pra nos fazer shippar o casal antigo?]
[Eles terminaram há dois anos, será que v?o voltar?]
(Foque na carreira, n?o namore. ]
[Se ele voltar , eu deixo de ser f?. ]
As f?s adolescentes saíram em protesto, n?o permitindo que seu ídolo namorasse.
From N?velDrama.Org.
Isso era algo que ?ng Alves já esperava; todo ídolo que anuncia um rcionamento perde f?s da
noite para o dia.
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