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Cap铆tulo 219

    Capítulo 219


    Após um longo momento de silêncio,  respondeu de forma sucinta: “Comi fora, volto depois de


    terminar aqui.”


    Na verdade,  n?o queria voltar, n?o gostava do cheiro de Helena nele.


    N?o há nada mais triste para uma mulher do que se casar um homem que n?o a ama.


    Um mar de sofrimento sem fim, mas há sempre uma margem para voltar.


    Felizmente, faltavam apenas três meses.


    Depois do jantar, Elton a levou para passear de carro p B.


    A jan estava entreaberta, e a brisa da noite entrava, bagun?ando seus cabelos escuros. Porém,


    essa desordem só adicionava ao seu charme, conferindo–lhe uma atra??o rebelde irresistivel!


    O olhar de ?ng Alves se fixou nele por um momento. Ele era, sem dúvida, o segundo homem mais


    bonito do mundo, depois de Felipe. N?o era de se admirar que as supermodelos


    estivessem apaixonadas por ele, amando–o até a morte, sonhando em ser a última mulher de sua


    vida.


    ?


    Quando o carro parou no semáforo, Elton se virou e olhou para , perguntando: “Está frio? Quer que


    eu feche a jan?”


    “N?o precisa“,  assentiu, um pouco de vento era bom.


    O canto da boca de Elton se curvou em um sorriso encantador: “Da próxima vez, eu a levarei a algum


    lugar onde possamos ver as estrs de verdade.”


    “ro“,  sorriu em concordancia: “Por fr em estrs, eu me lembro do céu estrdo do


    Pantanal. Era t?o lindo… Foi a primeira vez que vi tantas estrs.”


    Elton passou a m?o pelos cabelos d, afastando uma mecha da testa: “Ver as estrs deve ser


    alguém que gostamos… ou um bom amigo. Só assim podemos apreciar verdadeiramente a


    beleza do céu noturno. Caso contrário.” – Ele parou, seu olhar perdido através da jan, caindo sobre


    algum lugar distante, e sua express?o foi se tornando sombria.


    Ang Alves percebeu a mudan?a sutil em sua express?o.


    “Eu vi as fotos das estrs que você tirou na Antártida. Eram lindas, mas também solitárias e tristes.


    Naquele momento, você estava sozinho, certo?”


    Sua voz estava baixa,o uma brisa noturna, mas suficiente para agitar ogo em seu cora??o.


    foi a primeira e única pessoa a perceber o estado emocional dele a partir de suas fotos.


    “Naqu época, meu pai tinha acabado de morrer. Eu estava muito triste e me juntei a uma


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    Capitulo 219


    expedi??o científica na Antárticao fotógrafo. Sozinho sob o céu estrdo da Antártica, eu


    realmente me sentio se estivesse sozinho no mundo,”


    arregalou os olhos, olhando para ele seriedade: “Até você encontrar alguém de quem


    realmente goste, posso observar as estrs você. Porque sou sua amiga e estarei ao seudo,This belongs to N?velDrama.Org - ?.


    ent?o você nunca se sentirá sozinho.”


    A luz amarda dos postes de ilumina??o pública iluminava seu rosto delicado e puro, belo e


    radiante.


    Ele ouviu seu próprio cora??o bater Incontrvelmente.


    No fundo, era por  que seu cora??o chamava.


    Mas ele manteve todos os seus sentimentos reprimidos.


    Comparado Felipe, ele tinha mais medo de perdê.


    Quanto mais tempo passavam juntos, menos certeza ele tinha de conquistar seu cora??o, medo


    de perder para Felipe, medo de que  se tornasse a marca indelével de arrependimento em seu


    cora??o.


    Ele levantou a m?o repentinamente e segurou a d: “?ng Alves, você podería prometer que, n?o


    importa o que aconte?a, sempre estará ao meudo e nunca se afastará?”


    Os dedos d tremeram levemente, a musctura tensa, mas logo se rxaram, e  sorriu para


    ele: “Eu prometo, seremos sempre os melhores amigos, confidentes um do outro. Sempre que


    precisar de mim, estarei ao seudo, n?o importa o que aconte?a, nunca me afastarei.”


    Sua voz suave acariciou seu cora??o, trazendo um conforto.


    “Obrigado“, disse ele: “ter um amigo verdadeiro já é uma grande conquista na vida!”


    “Sinto a mesma coisa“,  sorriu, os olhos curvadoso duas luas.


    Quando  saiu do carro, Felipe estava na varanda. Ele reconheceu imediatamente que aquele era o


    carro de Elton. Suas sobrancelhas se contraíram em súbita irrita??o e a raiva se espalhou.


    Ang Alves entrou um sorriso satisfeito no rosto. Sempre que estava Elton, sentia–se


    rxada e feliz, porque elespartilhavam os mesmos interesses, a mesma linguagem, uma


    ressonancia de almas… e sem perceber, esquecia de todas as preocupa??es. Esse sorriso erao


    um espinho nos olhos de Felipe, prando em sua carne e agitando–se dolorosamente.
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