Capitulo 207
O sangue jorrava do pulso d, causando–lhe tremores por todo o corpo.
realmente temia a dor, mas Ang Alves dizia que para atuar, devia–se ir até o fim; sem ver
sangue, n?o teriao desfazer as inten??es de Felipe.
Eloisa ficou aterrorizada, gritou e atirou–se sobre , tentando arrancar o caco de vidro de
suas m?os.
“Menina t, o que você está fazendo? Se algo acontecer você,o eu vou viver?”
A senhora mais velha rapidamente mandou a empregada buscar o kit de primeiros socorros para
estancar o sangue de Tina.
Chorando de dor e desonra, Tinamentou: “M?e, se Felipe n?o me quiser, eu n?o conseguirei viver.
Vou procurar meu tio, ele sempre foi quem mais me amou, certeza ele tomará uma decis?o por
mim.”
Eloisa tambéme?ou a chorar: “Se você for para lá, n?o poderá mais voltar. E mesmo que ele tome
uma decis?o, de que adiantaria?”
Avó Gabri suspirou: “Eu decido esta quest?o agora, daremos outra chance a Tina. Chega. ninguém
mais T sobre isso.”
Felipe estreitou os olhos, fixando–se em Tina um brilho gélido, intimidador: “Esta é a última vez.
Se você ousar fazer algo impróprio novamente, nem procurar a morte lhe servirá.” Deixando suas
pvras no ar, ele virou–se e saiu.
Tina suspirou aliviada interiormente, tendo escapado por pouco.
Depois de Eloisa e a senhora mais velha tratarem de seus ferimentos, s a levaram ao hospital.
Vasco observava aodo, bn?ando a cabe?a em desalento.
Mulheres… sempre choram, fazem escandalo e amea?am fazer loucuras.
Quando Felipe entrou no apartamento, ?ng Alves estava assistindo a uma nov
Bruna.
Ao vê–lo chegar, Bruna conscientemente levantou–se e foi para o quarto.
Felipe sentou–se no sofá e acariciou a barriga d,o se cumprimentasse os filhos. dizendo–lhes
que o pai chegara.
Ang Alvesn?ou–lhe um olhar furtivo; seu rosto atraente parecia adornado uma máscara de
gelo, imperceptível em emo??es.
13
11:15
Provavelmente, o rompimento do noivado n?o deu certo, n?o é?
Caso contrário, ele n?o estaria all, mas sim correndo para a mans?o da sua querida. celebrando
champanhe.
estendeu para ele um prato de cerejas, um olhar de quem quer agradar.
N?o queria ser um peixe inocente queimado pelo fogo alheio.
“Senhor Martins, estas cerejas est?o fresquinhas e doces. Prove.”
Felipeeu uma cereja e olhou para a TV: “Você gosta de nov?”
Ang Alves fez uma careta: “Novs fazem a gente sonhar o amor. O presidente na nov e
na realidade s?o t?o diferentes. Na nov, ele é dedicado e fiel; na vida real, é um conquistador
volúvel, um mestre na arte de gerir o tempo.”
A express?o de Felipe escureceu um pouco: “Você está insinuando algo?”
?ng Alves torceu a boca: “Estou fndo daqueles homens casados que traem.”
Um brilho cortante passou rapidamente pelos olhos de Felipe; era melhor n?o haver mal–entendidos.
Depois deer as cerejas, ?ng Alves levantou–se para tomar um banho.
Felipe pegou o celr ee?ou a verificar os e–mails.
Nesse momento, o celr de ?ng Alves, que estava sobre a mesa de centro, tocou uma
notifica??o do WhatsApp.
Ele deu uma olhada involuntária e viu que era uma mensagem de Tina.
“Por sorte, sua estratégia de beira de abismo funcionou, e Felipe desistiu de romper o noivado. Só que
meu pulso dói muito, espero que n?o fique cicatriz…”
Uma fúria avassdora tomou conta de Felipe.
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Ele percebeu de imediato que Tina estava encenando, uma manobra desesperada.
Mas nunca imaginou que por trás de tudo estivesse ajudando Tina a manipulá–lo. O que passava
p cabe?a d?
Ang Alves saiu do banheiro vestindo um confortável pijama térmico.
Ligou a caixa de som inteligente e p?s uma música de piano para tocar.
Era hora da a para os bebês.
Mas Felipe já n?o estava a cabe?a ali; só queria dar uma li??o.
Seu semnte estava sombrio,o se nuvens escuras o encobrissem.
?ng Alves percebeu a mudan?a imediatamente.
11:15
Ué, por que o grande chefe mudou tanto depois de um banho?