Capitulo 147
St. Martins um homem ocupado, n?o pode vir todo dia, mas quando tiver um tempinho e quiser ver as
crian?as, serà sempre bem–vindo.”
Uma onda de ita??o cruzou a festa de Felipe,
Essa mulher o mantinha a uma distancia Iria, estaria brincando de seduzir e repetir?
“Se eu venho ou n?o, n?o e da sua conta.”
“Eu sei Ang Alves sempre foi muito lúcida, ele vinha para ver as crian?as, n?o a .
Para Bruna, o Senhor ver as crian?as era o mesmo que ver Ang Alves, n?o havia diferen?a.
voltou para o quarto para continuar sua maratona de séries, deixando–os a sós.
Um breve silêncio se instalou na s de estar.
Ang Alves tomou um gole de canja de galinha e disse, em tom de brincadeira: “Sr. Martins, mesmo
que eu n?o seja a m?e que você esperava para seus filhos, eu tenho uma vantagem.”
“Que vantagem?” Felipe arqueou uma sobrancelha.
acariciou o ventre e disse: “A probabilidade de ter gêmeos é muito baixa. Com outra mulher, talvez
você n?o tivesse essa sorte, n?o é?”
, afinal, havia permitido que sua única semente saudável desse frutos em dobro. Ele n?o deveria
agradecê por isso?
Felipe n?o tinha argumentos contra isso.
“E ent?o?” Ele perguntou.
“Ent?o você é o maior beneficiado, sem nenhuma perda. E eu, pobre de mim, tenho que sacrificar
minha forma fisica, minha castidade, e me tornar uma mulher divorciada. Que tristeza!” baixou a
cabe?a e fez bico, mostrando uma cara de sofrimento.
Seu semnte fez Felipe sentir–se tanto irritado quanto divertido, “Você n?o conseguiu o que mais
queria?”
Ficar rica da noite para o dia n?o é o sonho supremo de um avarento?
levantou os olhos para ele, “Você n?o está fndo de dinheiro, está? Embora o dinheiro seja bom
e indispensável, ele n?opra tudo. Há coisas que o dinheiro n?o podeprar.”
Ele a encarou profundamente, seus olhos escuros e gdos brilhavam levemente, “Como o quên
“Amor. Por mais dinheiro que se tenha, n?o sepra o amor verdadeiro de alguém.” falou
seriamente.
A cor dos olhos de Felipe se aprofundou,o um po?o antigo cujo fundo n?o se pode ver.
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estava insinuando algo?
Imaginar que poderia obter algo mais do que dinheiro dele era um delirio!
“Devemos ser gratos pelo que temos, a ganancia nunca tem um final feliz.”
Ang Alves fez uma careta, “Desejar amor é a necessidade mais básica do ser humano,o isso
pode ser chamado de ganancia? Você n?o gostaria de ter alguém que ama ao seudo, para
envelhecerem juntos?”
Assim que as pvras sairam, se arrependeu.
Falou justamente do que n?o devia; o amor de Felipe já havia partido.
Felipe ficou em silêncio.
Na verdade, ele nem sabiao era se apaixonar de verdade.
Embora fosse superinteligente, a área do amor era umpleto mistério para ele.
De qualquer forma, na sua vis?o, ele jamais teria qualquer sentimento por alguém t?o manipdora.
De repente, ele levantou a m?o e deu um leve toque na testa d, “N?o fique pensando em
bobagens, isso pode afetar as crian?as.”
Ang Alves torceu a boca. N?o é possível que um simples desejo por amor faria as crian?as se
apaixonarem cedo demais, certo?
Esse sujeito certamente estava pensando em seu amor perdido, por isso detestava fr de
amor.
pegou o controle remoto e ligou a televis?o.
Melhor voltar para a série, para consr a solid?o de sua eterna solteirice.
O ar foi gradualmente envolvido por um clima de tens?o.
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Depois de terminar a canja, ?ng Alves suspirou satisfeita e se odou no sofáo um
pregui?oso leit?ozinho.
“O Sr. Dem?nio é t?o incrível! Dizem que no mundo dos artistas, uma pequena chama é alimentada
pelo apoio, mas um grande fogo é uma quest?o de destino. Se um dia nosso Enzo também
conseguisse um papel desses que estouram…” acariciou a barriga, fndo consigo mesma.
Felipen?ou um olhar para , “Você já fez o suficiente por ele. O resto ele terá que conquistar
sozinho.”
?ng Alves suspeitava que,o seu irm?o havia sido rude Felipe anteriormente, ele guardava
certo ressentimento.
“Nosso Enzo é muito ingênuo. Se você for bom para ele, ele será bom você.”