Capítulo 131
Ele realmente era um avarento, nunca conseguia tirar o dinheiro da cabe?a, já fazia cálculos até para
N anos no futuro.
“Você ainda quer ser a futura rainha?“ imediatamente negou a cabe?a, bn?ando–ao
um chocalho.
Se se tornasse imperatriz, n?o seria o fim do jogo para ele?
“N?o, n?o, eu n?o quero ser a futura rainha, eu desejo que você tenha uma vida longa e próspera, de
verdade! E depois que o filho nascer, nós vamos nos divorciar,o eu poderia ter direito a ser
imperatriz?”
Os lábios de Felipe se contraíram levemente, e ele os rxou lentamente, sem saber por que, mas a
segunda metade da frase o deixou um tanto iodado.
“Você está certa, depois que o filho nascer, ele n?o terá mais r??o você.”
?ng Alves baixou a cabe?a, tocando inconscientemente sua barriga, e um sabor agridoce
indescritivele?ou a surgir em seu cora??o.
O filho também era d, carregava seu sangue, ficaria nove meses em seu ventre, e naturalmente
haveria uma certa relutancia em deixá–lo ir.
“Estou cansada, hora de dormir.
tirou o casaco, deitou–se e puxou o cobertor, digerindo silenciosamente suas emo??es
conflitantes.
Felipe sentou–se ao seudo, abriu um livro de educa??o pré–natal ee?ou a ler em voz
baixa.
ficou surpresa, n?o esperava que ele de repentee?asse a contar histórias antes de dormir
para o filho.
Sua voz era suave e profunda, sem o frio que normalmente carregava.
Embora soubesse que aqu gentileza n?o era para , ainda assim sentju um calor suave
em seu cora??o.
adormeceu rapidamente.
Felipe virou a cabe?a e a observou profundamente, seus olhos negros e gélidos brilhavam um
lampejo de ternura que passouo uma estr cadente, silenciosa e imperceptivel, até para ele
mesmo.
Nesse momento, seu celr tocou. Era Kevin ligando, rtando que um gar?om que derramou sopa
tinha algo a dizer, foi instruido por alguém.
Um brilho frio e sinistro passou pelo fundo dos olhos de Felipe,: “Eu sei.”
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13:16
No dia seguinte, na Mans?o Martins, Eloisa trouxe Tina consigo.
estava muito insatisfeita oportamento de Felipe na noite anterior.
“Felipe, na frente de tantas pessoas, você abra?ou Helena e a levou embora, deixando Tinal sem face.
val se tornar a da de toda a alta sociedade.”
Os olhos de Felipe varreram friamente Tina. “Quem causou toda essa confus?o?”
Eloisa ficou atónita, “O que você quer dizer isso?”
Felipe abriu um video, nele estava o gar?om que derramou a sopa, chorando desconsdamente, “Foi
uma senhorita usando um vestido lilás ro que me pediu para fazer isso, estava de máscara, n?o
consegui ver seu rosto, só vi que havia um bordado de uma flor de pe?nia em seu vestido, muito
bonito. me deu duzentos mil, e eu, cego p ganancia, concordel.”
Tina reconheceu que era o seu próprio vestido.
Era um exclusivo da Prada, a única pe?a em toda a Cidade Mar.
Sua face empalideceu ligeiramente. “Isso é uma calúnia, isso n?o tem nada a verigo.”
Felipe riu desdém: “N?o é isso que você costuma fazer?”
Eloisa olhou para a filha, que realmente gostava de fazer “pegadinhas“, mas na noite anterior havia
perguntado especificamente e Tina garantiu que n?o era .
nunca mentiria para , ent?o acreditava n.
“Embora Tina tenha sido um pouco travessa no passado, tem sido muito bemportadal
ultimamente, tenho certeza de que isso n?o tem nada a ver , deve ser alguém tentando
incriminá.”
Os olhos de Felipe estavam frioso gelo. “Quem iria incriminá?”
“As pessoas que n?o gostam da Helena n?o s?o apenas Tina.” Disse Eloisa.
Tina mordeu o lábio, seus olhos giraram, e pareceu pensar em algo, elevando a voz: “N?o pode
ser ?ng Alves, n?o é? estápetindo Helena pelo cargo de diretora, e Helena está
usando seu rcionamento você para oprimir . ?ng, ressentida. subornou o gar?om para
queimar Helena. Com medo de você descobrir, me incriminou para carregar a culpa.”
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Felipe nunca suspeitou de ?ng Alves, podia ter seus truques, mas nunca teve más inten??es.
“Seu vestido é o único em toda Cidade Mar, Ang Alves, uma mera empregada, mesmo todas
as suas economias, n?o poderiaprá–lo.”