Capítulo 79
?ng Alves era uma mulherum que jamais teria chamado a aten??o dele se n?o fosse por
aquele acidente médico.
Porém, surgiuo uma variável desconhecida numa equa??o fixa, imprevisível e capaz de
escapar a qualquer controle a qualquer momento.
O mais surpreendente era sua habilidade de romper facilmente as defesas intransponíveis dele,
influenciando–o a ponto de fazê–lo perder o controle.
Ele achava que a conhecia t?o bem, mas logo percebia que talvez nunca a tivesse enxergado de
verdade.
“Lembre–se de que você assinou um contrato de três anos a empresa.”
Os cílios volumosos de ?ng Alves tremram, revndo um vislumbre de astúcia: “A multa por
quebra de contrato pode ser descontada da minha indeniza??o.”
Uma sombra de mncolia se espalhou pelo rosto dele.
“Parece que você nejou tudo.”
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era uma verdadeira caixa de truques, uma mente cheia de artimanhas.
?ng Alves despreocupadamente arrancou um margarida ee?ou a girá entre os dedos,
enquanto um leve sorriso triste aparecia em seus lábios.
“Na verdade, para você, n?o é uma coisa ruim eu sair. Quando eu for embora, poderemos nos separar
completamente, sem qualquer tipo de contato. Você poderá fingir que nunca me viu, n?o precisa se
preocupar em me encontrar novamente no elevador.”
engoliu em seco, sentindo uma tristeza inexplicável: “Se dependesse de você escolher a m?e do
seu filho, você provavelmente passaria por todas as mulheres do mundo antes de me escolher. Espero
que o bebê se pare?a você, e n?oigo, assim você poderá me apagarpletamente da sua
memória.”
abaixou a cabe?a e soltou uma pét que foi levada pelo vento, girando livremente no
1. ar.
Felipe observou fixamente a pét até que desapareceu além do terra?o.
Quando uma pét se solta dá flor, nunca mais pode voltar; seu destino se desfaz, assimo o dele
com .
Seu cora??o de repente se sentiu pesadoo se estivesse sob o peso de um iceberg, t?o oprimido
que n?o conseguia mais bater regrmente.
Ele acabou de beber o resto do café que tinha em m?os.
O café parecia ter ficado parado em sua m?o por muito tempo, estava frio e amargo.
Ele franziu a testa: “Você lê meus pensamentoso se estivesse dentro da minha
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cabe?a?”
piscou e sorriu misteriosamente: “Eu n?o sei, eu adivinho. E geralmente minhas suposi??es s?o
bem precisas.”
Ele a desprezava tanto que, mesmo n?o sendo a mais esperta, conseguia perceber.
O humor de Felipe de repente piorou, uma sensa??o de aborrecimento inexplicável o
dominou,
Nesse momento, seu celr tocou, era sua m?e ligando, Eloisa estava lá, pedindo para ele
voltar.
Sua express?o se tornou ainda mais sombria, e sem uma pvra, ele se virou e saiu.
Na Mans?o Martins,
Tina chorava copiosamente diante de sua avó Gabri.
“Tia, as irm?s Araújo s?oo fantasmas que n?o desaparecem; uma morre e a outra contínua a
perseguir o Felipe. O que eu fa?o?”
A avó Gabri estava dor de cabe?a por causa do barulho que Tina estava fazendo e
massageou ateral da cabe?a: “N?o pense bobagens. é normal que o Felipe tenha amigas mulheres.
Ele n?o pode simplesmente evitar o contato s, certo? Você conhece bem seu tío; ele tem
tantas mulheres que nem consigo contar. E seus três primos? Trocam de namoradas mais
frequência do que de roupa. Perto deles, o Felipe é um santo. O que mais você quer dele?”
Miriam Fonseca percebeu o desconforto e rapidamente interveio: “A Tina está apenas preocupada
com o Felipe. Afinal, enquanto eles n?o se casarem, n?o conseguirá ficar tranqu.”
A avó Gabri suspirou: “ é da família, ent?o vou fr ramente: precisa mudar essa atitude.
Se n?o for capaz de manter um homem apaixonado por toda a vida, terá que aprender a ser mais
tolerante. N?o importa quantas mulheres ele tenha lá fora, você tem que fazer vista grossa se quiser
manter sua posi??o. Caso contrário, é quest?o de tempo até se separarem.”