Capítulo 70
“Ent?o, eu estou precisando desesperadamente de um pouco de cuidado material para consr
minha alma ansiosa. N?o é por mim, é pelo bebê na minha barriga. Se eu estiver bem, ele também
estará.”
disse isso, levando a m?o à testa e soltando um longo suspiro: “O que pode aliviar minhas
preocupa??es? Apenas dinheiro!”
Felipe ficou sem pvras, sentindo uma mistura de irrita??o e vontade de rir.
Essa manip??o era digna de uma atriz, n?o de uma formanda em Bs Artes, certo?
Ele levantou–se da poltrona, caminhou até o sofá e olhou desdenhosamente para de cima, sem
esconder o desprezo em seus olhos.
“Eu posso te dar dinheiro, mas crian?a n?o é um instrumento para você ganhar vantagem. Se você
ousar fazer isso novamente, eu vou retirar seu cart?o e você n?o verá um centavo sequer!”
Sua voz era gda,o uma corrente siberiana que fazia a temperatura do escritório despencar
abaixo de zero. ?ng Alves sentiu um cfrio e recuou instintivamente.
“As crian?as também s?o minhas, eu…o poderia usás? Falei apenas a verdade.”
O canto dos lábios de Felipe curvou–se em um arco frio e sarcástico: “Quanto menos herdarem de
seus genes, melhor.”
Essas pvras foram extremamente dolorosas e insultantes!
?ng Alves sentiuo se tivesse levado um soco direto na alma.
O que ele mais queria era encontrar outra m?e para as crian?as, n?o é?
quase levantou–se e soltou toda a sua frustra??o.
Mas no final, se conteve.
N?o adiantaria; ele sempre favoreceria Helena, provavelmente até elogiaria sua inteligência
emocional, dizendo que era mais adequada para ser a diretora do que ?ng.
Content rights by N?velDr//ama.Org.
“Espero que seus desejos se realizem, que as crian?as sejamo você, n?oo eu.
“Assim espero!” – Felipe disse friamente e voltou para a poltrona, ignorando–apletamenteo
se um olhar a mais pudesse contaminá–lo.
ficou parada por um momento, depois se levantou e saiu.
Como ele a desprezava,o ele a menosprezava, n?o importava, já estava acostumada.
n?o queriapetir, mas o que deveria ser d, n?o abriria m?o!
Capitulo 70
Depois do trabalho, fol à esta??o de trem–b buscar seu irm?o.
“Irma-”
– Enzo Alves saiu correndo sua m, abrindo os bra?os para um grande abra?o
Vendo o irm?o vibrante retornar, Ang Alves sentiu uma onda de emo??o e suas lágrimas
quase escaparam.
“Enzo, você finalmente melhorou, estou t?o feliz.”
“Quem sobrevive a um grande perigo tem uma sorte especial.” – Enzo Alves sorriu e a abra?ou,
caminhando juntos para fora, atraindo olhares por serem t?o atraentes.
?ng Alves encontrou um hotel para ele, e depois de arrumar as ms, o levou para uma relei??o.
“Você emagreceu bastante,a um pouco mais.” contínuou servindoida para Enzo Alves.
Enzo Alves fez uma careta. “Chega, irm?, eu quero ser ator, tenho que cuidar do meu corpo. Ficar
magro é melhor do que ficar feio. Ficar gordo estraga tudo.”
“N?o se preocupe, ídolos precisam ter um bom físico, ser muito magro também n?o é bom.”
?ng Alves sorriu, sabendo que a aparência do irm?o, ele iria arrasar no mundo do
entretenimento. Se n?o tivesse ficado doente, já estaria sob contrato uma agência e fazendo
sucesso.
Enzo Alves tomou um gole de seu caldo e sorriu misteriosamente: “Irm?, depois de me matricr
amanh?, vou fazer um teste para um papel!”
?ng Alves ficou surpresa: “Você nem voltou às as,o a produ??o te encontrou?”
“Foi um colega que me indicou, ele já está atuando, participou de várias séries online.” – Enzo Alves
pensou em si mesmo, e seu sorriso tornou–se amargo.
?ng sentiu a mudan?a sutil em sua express?o e o abra?ou: “Enzo, a saúde é o mais importante.
N?o se apresse, cure–se primeiro para ter um futuro.”
Enzo Alves abaixou a cabe?a, desanimado, refletindo sobreo sua doen?a havia custado o
emprego dos pais e esgotado as economias da família.
Ele n?o sabia de onde a irm? tirava dinheiro para suas caras despesas médicas todos os meses.
Temia que se endividasse e depois fosse perseguida por credores. Por isso, ele queria fechar
contrato uma agência ee?ar a ganhar dinheiro o quanto antes, para ajudar a pagar as
dívidas d.