Capítulo 67
Um sorriso estranhoe?ou a se formar no rosto de ?ng Alves: “Afinal, você é irm?o do Elton,
mas parece que n?o o conhece bem. Ele éo o vento,o seu nome sugere, n?o gosta de ser
contido, ninguém pode prendê–lo e ele n?o vai parar por ninguém.”
fez uma pausa: “Elton e eu amamos a arte, temos multa afinidade nisso. A melhor forma de nos
rcionarmos éo amigos, confidentes, e n?oo amantes. é assim que eu penso, e ele
também. Ent?o, por favor, pare de duvidar do nosso rcionamento. Meu verdadeiro amor ainda está
esperando por mim em algum lugar n?o muito distante no futuro.”
Felipe ficou em silêncio, seus olhos ficando cada vez mais sombrios,o se fosse invadido p
escurid?o da noite.
Ele sempre achou que tinha olhos perspicazes, capazes de enxergar através d apenas um
olhar. Mas agora, mesmo estando t?o perto d, erao uma lua refletida na água, uma flor na
névoa, impossível de ver ramente, incapaz de discernir a verdade em suas pvras.
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Ele pegou um copo d’água da mesa de centro, deu um gole e só depois de um longo momento, sua
voz soou baixa: “Se você n?o seguir as regras, n?o espere ter um futuro.”
Seu tom estava cheio de uma amea?a dominadora.
?ng Alves o encarou sem piscar, sua teimosia interna lentamente transparecendo: “Quando o bebê
nascer, n?o teremos mais nada a ver um o outro. O que eu fa?o, quem eu saio, quem
eu me caso, é tudo minha escolha.”
O canto da boca de Felipe se contraiu e ele sentiu uma irrita??o inexplicável,o se algo que the
pertencia estivesse prestes a ser roubado.
Ele estendeu a m?o e segurou o rosto d: “Estamos fazendo uma educa??o pré–natal agora, n?o
pense em coisas desnecessárias que possam afetar o bebê.”
Sua mudan?a repentina de tom fez ?ng Alves engasgar.
quase esqueceu a importancia da educa??o pré–natal subconsciente.
“Ent?o eu… vou dormir um pouco, n?o pensar em nada, deixar o bebê ouvir música por si mesmo.”
fechou os olhos.
A express?o de Felipe permaneceu sombria, e seu humor n?o parecia melhorar.
Logo de manh? cedo, Ema, do departamento de design de joias, colocou um monte de documentos na
mesa de Liliana e pediu para que os preparasse para p manh?. Liliana estava ocupada
um novo design, n?o tinha tempo para essas tarefas triviais.
13.17
Capitulo 67
“Ema, eu estou na equipe da ?ng Alves agora, essas coisas s?o responsabilidade sua.”
Ema olhou para desdem e rebateu: “N?o importa em que equipe você está, enquanto você faz
parte do meu grupo, tem que seguir minhas ordens.”
elevou a voz propositalmente, para que todos ouvissem, parecendo dificultar para Liliana, mas na
verdade estava desafiando Ang Alves.
áng Alves, que n?o era de ficar por baixo, p?s dedo sua prancheta de desenho e se aproximou.
“Ema, Liliana está certa, agora está na minha equipe e só precisa seguir minhas instru??es.
Quanto ao trabalho do seu grupo, você pode pedir a outras pessoas para fazer.”
Depois, sorriu para Liliana: “Concentre–se no seu novo design e n?o se deixe afetar por outras
coisas.”
“Entendido.” – Liliana pegou os papéis e os colocou diretamente na mesa de Ema.
Sem dar a menor aten??o a .
Depois de fazer isso, se sentiu incrivelmente satisfeita. Três anos na empresa, sempre se
comportando humildemente, e aqu foi a primeira vez que p?de respirar aliviada!
Ema ficou furiosa en?ou um olhar feroz para ?ng Alves: “?ng Alves, tenho algo a dizer, você é
a mais nova no departamento de design, virar gerente já foi um presente caído do céu. Você ainda
quer mais? A Helena, seja em experiência ou em reconhecimento, é muito mais qualificada que você.
De onde você tira coragem parapetir ?”
?ng Alves estava calma e sorriu levemente: “Foi o Sr. Martins quem me deu essa coragem.” Ema
pareceu surpresa no primeiro instante e depoise?ou a zombar: “Quem na empresa n?o sabe da
r??o entre Helena e o Sr. Martins? Ele a trouxe para cá justamente para tomar conta do
departamento de design. Por que você insiste empetir? Isso n?o é apenas iodar o Sr.
Martins?”