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Cap铆tulo 37

    Capítulo 37


    A agressividade era imensa, e o insulto, profundamente ferino!


    Ang Alves reuniu uma for?a bruta e empurrou–o para longe.


    “Ah, quem sabe quem é que tem problemas de desenvolvimento? Para ter filhos é preciso


    insemina??o artificial, talvez seja impotência.”


    ruminava essas pvras ferocidade em seu intimo, mas n?o ousava proferir uma sba


    sequer, temendo que ele, enfurecido e humilhado, pudesse torcer seu pesco?o.


    “Sr. Martins, n?o é normal você n?o ter interesse em mim? Se tivesse interesse, al sim teriamos um


    problema.”


    Essa frase atingiu Felipeo um osso preso em sua garganta, dificil de engolir e impossivel de


    cuspir, causando–lhe uma dor interna profunda e uma irrita??o crescente. A qualquer minuto, ele


    parecia pronto para silenciá.


    “Um problema? Eu sou especialista em resolver problemas.


    Com essa frieza, ele se virou e saiu.


    Ang Alves sentiu um arrepio gdo percorrendo a s desde a porta, e se encolheu, abra?ando os


    próprios bra?os.


    Resolver problemas? Será que ele pretendia eliminá?


    Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g!


    No dia seguinte. Ang Alves foi ao estúdio de Elton para lhe entregar os portfólios das


    modelos.


    Elton colocou os documentos dedo. “Na verdade, eu tenho a candidata perfeita.”


    “Quem?” Ang Alves perguntou ansiosa.


    Elton sorriu sutilmente para . “T?o distante quanto o horizonte, mas t?o próxima quanto o ar que


    respiramos.”


    “Ah?” ?ng Alves ficou confusa, olhando ao redor, sem ver mais ninguém além d.


    “Você n?o está fndo de mim, está? N?o posso fazer isso.”  bn?ava a cabe?a vigorosamente.


    “Você é a vis?o mais b através da minha lente, por que n?o?”


    Os olhos castanhos de Elton brilhavam sob a luz do sol.


    Ele tinha visto mulheres de todos os tipos, mas  era especial, uma aura naturalmente graciosa


    e pura, refrescante à vista e que trazia conforto ao cora??o.


    Ang Alves torcia as m?os, nervosa. “Eu sou alérgica a muitos cosméticos, n?o posso usar


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    maquiagem pesada.”


    raramente se maquiava e, estando grávida, tinha ainda mais cuidado, para n?o prejudicar of bebé.


    Elton sorriu. “Você n?o precisa de uma maquiagem pesada, uma maquiagem leve é suficiente.”


    Uma maquiagem carregada poderia arruinar sua inocência natural.


    “Mas…”


    Antes que  pudesse protestar, Elton colocou o bra?o em volta de seus ombros, olhando–a


    seriamente. “Ang Alves, se você quer ganhar notoriedade no Sal?o de Joias de Paris, esta


    a melhor maneira. N?o só todos ver?o suas cria??es,o também ver?o você. Confie em mim!”


    Essas pvras tocaram seu cora??o e dissiparam suas dúvidas.


    “Está bem, eu confio em você.”


    A sess?o de fotos correu melhor do que  esperava.


    Naqueles dias, Felipe estava fora da GM, em viagem de inspe??o, ent?o  n?o precisava se


    preocupar que ele descobrisse e causasse problemas. Erao se até o céu estivesse ajudando.


    pensou que Felipe n?o voltaria para a consulta pré–natal na sexta–feira, mas, para sua surpresa,


    ele apareceu no apartamento logo cedo.


    “Sr. Martins, quando o senhor regressou?”


    Felipe tinha viajado a noite toda, cado todas as reuni?es daquele dia.


    “Você sentiu saudades de mim, n?o foi?”


    Um sorriso ir?nico se desenhou em seu rosto.


    bn?ou a cabe?a e acenou a m?o, negando. “N?o brinque assim, por favor.”


    Sentir saudades dele só poderia ser um pesadelo!


    Um tra?o de mncolia passou pelos olhos de Felipe, que se tornaram ligeiramente sombrios.


    “E melhor você dizer a verdade.”


    “é a pura verdade, juro. Se estiver mentindo, que eu seja atingida por um raio ao sair de casa.”


    Ang Alves ergueu a palma da m?o, fndo seriedade, mas antes que terminasse, um trov?o


    rugiu lá fora, assustando–a tanto que se encolheu no ch?o, cobrindo os ouvidos.


    Vendo–a t?o acuada e vulnerável, Felipe n?o p?de conter um sorriso.


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    O sorriso baixo e profundo, que vinha do fundo de sua garganta, chocou Ang Alves. deixando–a


    perplexa.


    Era a primeira vez que  o via sorrir;  pensou que ele nem sabiao.


    Com um sorriso, as linhas frias e severas de seu rosto suavizavam–se, transformando–se em uma


    gentileza radiante,o o sol iluminando um iceberg.


    n?o conseguia desviar o olhar.
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