Capítulo 30
N?o era a primeira vez que ele a abra?ava.
Na última vez, havia desmaiado de dor.
Desta vez, todos os seus sentidos estavam incrivelmente agu?ados.
O rosto impecavelmente bonito do homem era de tirar o f?lego, capaz de seduzir e incitar ao pecado a
qualquer momento.
Através da fina camisa, podia sentir ramente os músculos dele, firmes, proporcionais e
sedutores.
Havia nele um cheiro muito fresco,o o de um caro sabe misturado o aroma intenso dos
seus ferom?nios, deixando–al tonta, as bochechas vermelhas e o cora??o batendo
aceleradamente,o um filhote de veado desorientado.
Ao entrar no quarto e ser colocada no sofá, levou alguns segundos para que recuperasse os
sentidos.
“Eu… Eu já tinhabinado o Elton, ele deve chegar logo.”
“Mande uma mensagem no WhatsApp para ele, dizendo que n?o precisa vir mais.” Felipe ordenou
autoritariamente.
Naquele momento, despertoupletamente.
“Senhor Martins, isso é um assunto pessoal. Eu imploro mais uma vez para que n?o se meta na minha
liberdade, está bem?”
As sobrancelhas espessas de Felipe se franziram e ele colocou as m?os no encosto do sofá,
cercando–a uma postura dominadora. “Sua liberdade só existe dentro dos limites que eu
permito.”
Embora soubesse que estava fazendo isso de propósito, tentando provocá–lo ao mencionar o
nome de Elton, ele n?o conseguia ignorar. A possibilidade de um reacendimento do passado o deixava
irritado:
Capitulo 30
Isso poderia trazer um grande perigo para a crian?a.
Ele n?o podia permitir que fizesse o que bem entendesse.
Ang Alves sentiu–se desfalecer. Isso n?o era um chefe fndo, mas sim um senhor de escravos!
No entanto, n?o era escrava!
“Embora você seja o chefe, seu poder se limita ao trabalho. Fora da empresa, somos iguais e você
n?o tem o direito de me contrr!”
Um brilho passou pelo olhar de Felipe, que se afirmou suavemente, aproximando seu rosto belo do
d uma press?o quase sufocante.
“Eu n?o sou apenas seu chefe, mas também seu marido, e tenho o direito de proibir você de se
rcionar outros homens!”
Ele falou cada pvra reza e for?a.
Um espasmo violento atravessou o cora??o de ?ng Alves e seus olhos se arregram.
Marido?!
A pvra a assustou tremendamente.
Era t?o estranha e ao mesmo tempo t?o assustador!
Ele n?o deveria ter mencionado, até havia esquecido que, além de um contrato, havia uma
certid?o de casamento entre eles!
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Mas…
“Nós… estamos casados só no papel, n?o é de verdade.”
Felipe segurou seu queixo e seus lábios finos se curvaram em um arco frio e maléfico. “O casamento
pode ser de mentira, mas a certid?o é verdadeira.”
respirou fundo. Se n?o fosse p urgência do dinheiro para a
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doen?a do irm?o, nunca teria se casado ele!
“Você disse que eu n?o era sua esposa!”
Felipe a encarou, seus olhos negros e frio brilhavam misteriosamente
na luz da manh?, frios, profundos e enigmáticos.
“Do ponto de vista pessoal, você n?o é, mas legalmente, você é. Portanto, deve agir corretamente,
segundo a lei.”
ficou surpresa, a boca entreaberta, querendo dizer algo, mas a mente estava em branco,
incapaz de formr uma única pvra.
Erao se uma corrente tivesse caído do céu, esmagando–a e aprisionando–a sem piedade.
Depois de um longo tempo, finalmente recuperou o f?lego e engoliu
em seco.
“O casamento é uma parceria de igualdade entre homem e mulher, você também deve seguir as
regras e n?o ter outras mulheres. E quanto a terminar seu noivado sua noiva, para que cada um
siga seu caminho?” Havia um desafio escondido em suas pvras,o se n?o tivesse medo de
morrer.
Felipe mostrou um sorriso ir?nico. “Entre você e eu, nunca haverá igualdade!”
Ele a olhou de cima,o um Deus imponente observando uma insignificante alface, seus olhos
afiados e ir?nicoo flechas, perfurando sua espinha, desfazendo toda a sua coragem até que n?o
restasse nem uma fagulha.
Ele estava certo.
Ele era um herdeiro poderoso, influente e muito rico, enquanto eraum e sem nada, destinada
desde o nascimento a uma diferen?a abismal. Onde estava a igualdade?