Capítulo 10
?ng Alves sentia o cora??o disparar toda vez que a via.
Aqu mulher era encrenca na certa. N?o teria apunhdo ?ng ps costas se n?o fosse.
“Sra. Silva, a senhora conhece minha prima de segundo grau, n?o é? Eu fiz uma cirurgia e preciso me
recuperar. veio para cuidar de mim.”
sorria, esfor?ando–se para manter a calma.
Bruna, aodo, acenava a cabe?a, corroborando sua farsa. “?ng trabalha sozinha em Cidade
Mar, a m?e d fica preocupada e sempre me liga pedindo para cuidar d.”
Que coincidência, n?o?
Tina olhou para ?ng Alves desconfian?a. “Eu te aviso, fique longe do Felipe. Se você tentar
seduzi–lo, eu te desmonto pe?a por pe?a.”
?ng Alves respirou fundo, assustada. estava sendo vistao
rival amorosa?
estava sendo superestimada.
“Sra. Silva, acho que está havendo algum mal–entendido. Eu fico bem longe do Sr. Martins. Vejo ele
de longe só uma vez por ano, nunca teremos nada, pode ficar tranqu.” n?o queria ficar ali nem
mais um minuto e se apressou para o caixa, panhada por Bruna.
Tina observava sua silhueta se afastando, um olhar sombrio.
ficava cada vez mais inquieta. O bebê realmente tinha sido
abortado?
Será que era uma mentira?
Chegando em casa, Ang Alves finalmente respirou aliviada.
Quando abriu a porta, uma figura alta e imponente a surpreendeu.
se assustou p segunda vez!
“Sr… Sr. Martins, o que faz aqui?”
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Era a primeira vez que o chefe aparecia desde que se mudara para
o apartamento.
“Apenas de passagem.”
Felipe respondeu secamente,o se nada tivesse acontecido.
Ele veio para uma inspe??o de rotina, para garantir que n?o houvesse riscos para a crian?a..
“Entendi.” ?ng Alves respondeu, serviu–se de um copo de água e sentou–se no sofá para beber,
tentando aliviar o desconforto de vê–lo.
Bruna contou sobre o encontro Tina no supermercado.
?ng Alves, preocupada que ele ficasse chateado, apressou–se em dizer: “Sr. Martins, n?o se
preocupe. Eu disse que Bruna era minha prima de segundo grau e enganei a Sra. Silva sem que
suspeitasse.”
Felipe franziu a testa ligeiramente. Na verdade, ele n?o se preocupava as artimanhas de Tina,
mas sim outras pessoas.
“De agora em diante, me avise imediatamente sobre qualquer coisa que acontecer.”
“Sim.” ?ng Alves concordou a cabe?a.
Havia algo que précisava rtar a ele.
tinha nejado mandar uma mensagem pelo WhatsApp mais tarde, mas já que ele estava ali,
melhor fr pessoalmente.
“Sr. Martins, retirei cem mil da conta esta tarde. Pode ficar tranquilo,
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pagarei esse valor e os cinquenta mil anteriores em parcs.”
Felipe sorriu ironicamente.
Que joguinho era esse agora?
Ele sabia que essa mulher n?o só era astuta, mas também cheia de
truques.
“Isso é sua mesada. N?o precisa me informar. O que você precisa fazer é seportar.”
?ng Alves imediatamente se lembrou do beijo acidental que tinhampartilhado e sentiu o rosto
queimar. Pegou o copo e bebeu água fricamente.
“Eu sou uma pessoa honesta e inofensiva. Muitoportada.”
Se é ro que está mentindo!
O desprezo nos olhos de Felipe se intensificou junto o escárnio.
sabiao fingir, mas havia escolhido a pessoa errada. Ele podia ver através d facilidade.
“Seja esperta e viverá mais. Tenha cuidado.”
Nossa, era mais inocente que uma folha em branco, onde estava a
astúcia?
Era apenas o preconceito e arrogancia de alguém no topo da piramide social.
?ng Alves n?o se deu ao trabalho de argumentar.
Deixe–o pensar o que quiser, afinal, em breve… n?o teriam mais nada a
ver um o outro.
“Sr. Martins, pode ficar tranquilo, prometo que ficarei quieta todos os
dias.”
se levantou e foi para o quarto, precisava de um banho e de uma
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boa refei??o, n?o deixaria que alguém estragasse seu humor.
Felipe, encostado no sofá, bebeu um gole de chá e, vendo que já estava tarde, também se preparou
para sair.
De repente, um grito agudo veio do banheiro..
“Ah!”
Ele saltouo um tornado em dire??o ao banheiro…