Apenas sorriram gentilmente e olharam na dire??o das cameras de vigilancia. Nos dias de hoje, idiotas assim eram raros!
Um mês depois.
Quando a família de Rubio estava em clima de festa, o Grupo Ferreira processou a m?e de Celestia por difama??o grave, e o mandado chegou à família de Rubio.
Mas isso é uma história para depois.
Quanto a Jean...
Nos últimos dias, ele estava estranhamente ocupado.
Nem tinha tempo de voltar para casa, vivia na empresa, n?o panhava mais Celestia para jantar ou qualquer coisa assim.
E a desculpa dele era até convincente.
Focar-se em terminar as tarefas pendentes para ter mais tempo depois do casamento, ter todo o tempo do mundo para viajar em lua de mel.
Celestia adorava essa ideia.
Depois de desligar o telefone.
Jean tomou um gole de café preto t?o amargo que parecia atingir a alma.
Passou os olhos por mais algumas páginas de documentos.
De repente, sua mente travou. Casamento... Como Dulcia poderia se casar?
o amava tanto,o poderia casar-se outra pessoa?
Deve ser uma mentira.
Assim pensou Jean, engolindo o restante do café.
Ficou mais lúcido, mas o gosto amargo parecia prar em suas veias, amargurando até sua respira??o.
Ele se for?ou a se concentrar.
N?o era a primeira vez que Dulcia estava de mau humor desde que estavam juntos.
Ele sabiao acalmá.
o amava tanto...
A m?o de Jean, que folheava os documentos, congelou. No segundo seguinte, a xícara de café voou contra a parede, espatifando-se em peda?os.
Jean pegou o celr ee?ou a ligar para Dulcia.
Mas já o tinha bloqueado.
Desesperado, ouvia o mesmo tom de chamada repetidamente, mas ele n?o parava de ligar.
Lembrava-se da última vez que ligou para Dulcia. Books Chapters Are Daily Updated Join & Stay Updated for All Books Updates...
As pvras ditas pelo homem que atendeu.
Impossível que fosse se casar!
Aquilo era para irritá-lo!
Dulcia o amava, só se casaria ele!
o esperaria!N?velD(ram)a.?rg owns this content.
havia prometido!
Quando ninguém atendia o telefone, Jean jogou o celr dedo e pegou o telefone fixo do escritório,e?ando a ligar para Dulcia. Dessa vez a liga??opletou.
Porque Dulcia tinha muitos assuntos a resolver recentemente.
N?o era ium receber liga??es de números fixos.
Jean ligou sem usar o número da empresa, ent?o n?o tinhao se prevenir.
"Al?, quem gostaria de fr?" A voz de Dulcia soou do outrodo da linha.
Jean estava prestes a fr.
Quando ouviu uma voz familiar e detestável do outrodo: "Amigo, vou precisar muito da sua ajuda os negócios da minha esposa...”
"Gênio, sua cunhada é muito generosa, mal posso acreditar no valor do projeto que entregou sem problemas!"
"Al??" Dulcia n?o ouviu resposta e insistiu, um pouco mais alto.
Jean sentiuo se alguém o estivesse estrangndo.
Com a boca aberta, incapaz de emitir um som.
Nesse momento, a voz detestável ficou mais ra, provavelmentem porque a pessoa de aproximou de Dulcia; perguntando do?ura: "O que foi?"
"Chama-se assédio, ligam e n?o fm nada..."
O tom de Dulcia era o mesmo manhoso e queixoso que Jean conhecia t?o bem.
Logo depois, Dulcia desligou o telefone.
Jean ficou em silêncio por um momento e, ent?o,o se uman pesadaporta se abrisse, o medo avassdor o atingiuo um tsunami.