Exceto ps equipes concorrentes.
Todos Os acionistas da Indústria Alimentar RZ estavam presentes.
Além disso, o prefeito do distrito onde a Indústria Alimentar RZ se localizava, assimo representantes do departamento deércio, também enviaram seus delegados.
a Indústria Alimentar RZ era, afinal, uma empresa nacional.
Todos davam grande importancia a e n?o queriam ver mais uma empresa local falhar após uma tentativa de mudan?a.
"Srta. Banes!"
Quando O Senhor Ruan viu Letícia, imediatamente se aproximou um sorrisorgo.
"Senhor Ruan." Letícia respondeu um sorriso e um aceno de cabe?a.
Eles estavam prestes a trocar mais algumas pvras.
Quando uma voz doce e suave soou: "Chelsea, você está linda hoje."
Letícia se virou na dire??o da voz: "Senhora Perez."
Sara usava um terninho branco e seu cabeloprido estava preso em um rabo de cavalo meticulosamente alto.
Todo o visual era mouroso epetente.
"Eu vi os casos clássicos que você trabalhou antes e estou muito ansiosa para ver sua proposta desta vez," disse Sara um sorriso gentil.
O sorriso de Letícia era sutil: "Espero n?o decepcioná, Senhora Perez."
A express?o de Sara endureceu levemente.
Havia pessoas ao redor da Sr. Ruan que franziram a testa e outras que seguraram o riso.
Em situa??es assim, eraum responder pvras igualmente agradáveis.
Essa Srta. Banes é bastante direta ......
Metade da escada n?o foi dada ao olhar da Sra. Perez.
"Senhor Ruan, ainda temos algumas coisas para preparar, ent?o vamos indo," disse Letícia em seguida.
"V?o lá, sei que é um trabalho árduo," respondeu ele.
Letícia liderou os homens e saiu passosrgos. Books Chapters Are Daily Updated Join & Stay Updated for All Books Updates...
O assistente aodo do Sr. Ruan suspirou de emo??o: "Digno de ser o próximo sucessor de uma família de Banes, essa aura...... O sorriso é opressivo".
Sara cerrou os dentes gentilmente.
Manteve o controle da express?o.
"Essa equipe estrangeira é realmente diferente da nossa equipe nacional." Sara sorriu gentil e levemente: "Eles parecem n?o entender a maneirao nós, brasileiros, fazemos as coisas."
"Os estrangeiros entendem." Outra pessoa entrou na conversa.
"Que estrangeiros, quantos caras est?o lá dentro? N?o s?o todos nossos caras brasileiros?" Alguns dos diretores, obviamente insatisfeitos a essa altura.
"é verdade, por que se dar ares de estrangeiros? Estou curioso para ver que tipo de proposta s podem trazer!"
Sara havia dado o pontapé inicial na conversa.Contentt bel0ngs to N0ve/lDra/ma.O(r)g!
E depois se calou.
Permitindo que esse sentimento xenófobo se dissipasse na ponta dos dedos de alguns acionistas antigos de mentalidade tradicional.
Quando se aproximava das nove horas.
O seminário estava prestes ae?ar.
Todas as pessoas estavam sentadas.
Foi ent?o que alguém entrou correndo p porta e sussurrou algo no ouvido do Senhor Ruan.
Ele se surpreendeu.
E rapidamente se levantou para seguir a pessoa.
Sara, que havia tirado a sorte de apresentar primeiro, franzia a testa ao ver o Senhor Ruan sair às pressas.
ent?o, seu olhar caiu sobre Estr Banes, que estava sentada na m primeira f conversando seu assistente.
apertou o tablet em suas m?os.
seu objetivo naquele dia já n?o era mais vencer o projeto.
Em vez disso, queria fazer que Estr perdesse feio e perdesse a cara!
Nesse exato momento.
Estr Banes, que até ent?o ouvia seu assistente os olhos baixos, de repente ergueu Xolbar. seus belos olhos encontraram os de Sara, repletos de malícia, sem qualquer tra?o de calor.
Sara sentiu um sobressalto no cora??o.
Quase simultaneamente.
A porta fechada se reabriu e, apressadamente, a Irm? Ruan, Ruan, algumas pessoas, voltou para trás, cercada p multid?o, caminhando na frente do homem alto: Israel n?o deveria estar na igreja?